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quinta-feira, maio 03, 2012

Seminário Portugal e o Holocausto, FLUP, 19-Maio


III Seminário de Formação - "Portugal e o Holocausto: Memória, Ensino e Investigação" - FLUP - 19 de Maio de 2012PDFPrintE-mail
Wednesday, 18 April 2012 18:49
O Mestrado de História Contemporânea da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) e a Memoshoá (Associação para a Memória e o Ensino do Holocausto) dinamizam, no dia 19 de Maio de 2012, o III Seminário de Formação - “Portugal e o Holocausto: Memória, Ensino e Investigação” para professores e todos os interessados nesta temática, no Anfiteatro Nobre da FLUP.

Este Seminário contará com a presença de investigadores e docentes da FLUP, Prof.ª Doutora Conceição Meireles Pereira, Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves e Dr.ª Isabel Meirinhos, bem como com a presença da Dr.ª Esther Mucznik, Vice-Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa e Presidente da Direção da Memoshoá, um representante da Escola Internacional do Holocausto do Yad Vashem, em Jerusalém, um representante da Embaixada da Polónia em Lisboa, o Embaixador Carlos Pais, representante de Portugal na Task Force Internacional para a Educação, Memória e Investigação do Holocausto e a neta do Capitão Barros Basto.

O Seminário inclui ainda a apresentação de projectos sobre o Holocausto dinamizados em escolas portuguesas e uma breve sessão de esclarecimentos sobre as atividades desenvolvidas pela Memoshoá, nomeadamente o Seminário 2012 para educadores portugueses no Yad Vashem e o Seminário sobre Rodas 2012, na Bélgica e na Holanda. Programa completo aqui.

O Seminário poderá ser frequentado por todos os interessados (inscrições limitadas apenas à disponibilidade do espaço) mediante inscrição online, através do email: memoshoa@gmail.com .

quarta-feira, janeiro 11, 2012

V Seminário sobre o Ensino do Holocausto, Jerusalem, Agosto 2012

A Escola Internacional do Instituto YAD VASHEM de Memória, Educação e Investigação do Holocausto de Jerusalém em colaboração com a MEMOSHOÁ- Associação Memória e Ensino do Holocausto vai organizar, pelo quinto ano consecutivo, um seminário sobre o ensino do Holocausto, de 05 de Agosto a 15 de Agosto 2012 para 25 professores portugueses.

O curso é de alto nível e será acompanhado de visitas a vários pontos de Israel. Os custos do curso, visitas, alimentação e parte do alojamento serão suportados pelo Yad Vashem, ficando apenas a viagem e parte do alojamento por conta dos participantes (no valor total de 750€).

O Curso é creditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua.

Critérios de selecção:

- Diversidade de escolas e regiões

- Interesse e motivação

- Diversidade etária

- Associados da Memoshoá

Todas as candidaturas devem ser acompanhadas de um breve currículo e carta de motivação para o correio electrónico memoshoa@gmail.com ao cuidado de Ricardo Presumido (responsável pela organização) até à data de 30 de Março de 2012. Os candidatos seleccionados serão informados no final do mês de Abril.

Fonte: Espaço Memória dos Exílios

Câmara Municipal de Cascais

Av. Marginal, 7152-A, 2765-247 Estoril

Tel. + 351 21 4815 909

paula.almeida@cm-cascais.pt

www.cm-cascais.pt

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Curso "A Memória do Holocausto na Cultura Europeia ", 8-Fev a 31-Março

Formação Avançada em Memória Cultural - "A Memória do Holocausto na Cultura Europeia "
Em parceria com a
Associação Memoshoa

Candidaturas até 31 de Janeiro 2012 

Faculdade de Ciências Humanas 
Universidade Católica Portuguesa 



Escola de Pós-Graduação e Formação Avançada - FCH
Descrição Destinatários Plano de Estudos Horário e calendário Corpo Docente Propinas Pedidos de Informação Candidaturas 

Formação Avançada sobre Memória Cultural
Formação Avançada ‘A Memória do Holocausto na Cultura Europeia'
O Curso de Formação Avançada ‘A Memória do Holocausto na Cultura Europeia' resulta de uma parceria entre a Faculdade de Ciências Humanas da UCP e a Memoshoah (Associação Memoria e Ensino do Holocausto) e tem como objectivo resituar o Holocausto e o seu impacto histórico, politico, social, identitário e estético no contexto da modernidade tardia e da crise identitária da Europa. Situando-se no panorama do projecto de promoção de investigação e formação em colaboração da FCH, o Curso constitui uma iniciativa que colige abordagens de ordem historiográfica, religiosa, económica, filosófica e estetico-cultural, assim como jurídica, para fornecer um quadro prismático de compreensão do Holocausto, que não descure a complexidade da sua recepção, e permita pensar as negociações de ordem simbólico-representacional entre o evento, a sua cristalização enquanto memoria na tessitura sócio-cultural da Europa e a sua relevância para entender os processos de crise da Europa contemporânea.

O Curso conta ainda com o apoio pedagógico do Yad Vashem, prevendo-se a realização de uma visita de estudo a esta instituição no final do curso, em moldes a definir.

Destinatários
O Curso dirige-se a estudantes universitários, jornalistas, professores, agentes culturais, diplomatas, juristas e ao público em geral.
Documentação a apresentar:
Ficha de Candidatura (download aqui); Curriculum Vitae;1 Fotografia ; Cópia dos documentos de identificação (BI e NIF ou cartão do Cidadão)
 Candidatura: 70,00€ (no acto da entrega da mesma)
Propinas: 300,00€ em duas prestações:
150,00€ até 10 de Fevereiro de 2012
150,00 € até 10 de Março de  2012


Fonte:  http://www.fch.lisboa.ucp.pt/resources/Imagens/EPG%20FA/triptico_curso_digital.pdf

quinta-feira, abril 21, 2011

Call for proposals for sessions on conflict and reconciliation

Scholars working in the fields of memory studies, peace and conflict studies, human rights, and post-conflict are invited to attend an interdisciplinary symposium on Conflict, Memory, and Reconciliation. This symposium will provide a forum for academic exchange, dialogue, debate, and public engagement on topics that are critical to the future of the world.

Come to Kigali, Rwanda to present your work, share your research, and generate knowledge in the fields of memory, reconciliation, and conflict transformation. The Symposium is hosted by SIT, January 10 – 13, 2012.

Call for Proposals: Scholars and practitioners in the fields of memory, reconciliation, and conflict transformation are invited to submit proposals for sessions on themes included but not limited to the following:

- Collective, public, social, and shared memory

- The ethics of remembering and forgetting

- Commemoration and remembrance

- Genocide memory

- Cultural memory and heritage

- Oral history and the culture of the witness

- Memory and the politics of identity

- Politics of memory and denial

- Civil society and dealing with shared violent pasts

- The pedagogy and ethics of teaching memory to diverse international cohorts

We welcome additional topics from a variety of case studies of conflict and post-conflict societies, dealing with shared violent pasts. Please be creative and collaborative. Panels can be on a specific theme or case study discussed. The objective is to explore together the meeting points of memory studies and of post conflict, peacebuilding, and reconciliation studies, and generate knowledge about the pedagogy and ethics in teaching post-conflict in a study abroad setting.

Formats:

We welcome individual paper proposals and complete panel or round table proposals on themes related to the Symposium. Abstracts should not exceed 350 words and include the main argument, the material used, and disciplinary discussions involved.

Submission guidelines:

Abstracts should be sent by June 1, 2011 to Robin Bitters, Director of Institutional Projects via symposium@sit.edu. Please include your name, college or university affiliation, address, email, and phone. As noted above, abstracts should not exceed 350 words and include the main argument, the material used, and disciplinary discussions involved.

Structure of the conference:

  • Symposium:

Presentation of papers with focus on theorization, interdisciplinary research, various case studies.

  • Educational excursion:

Site visit to Kigali Genocide Memorial with focus on pedagogy of teaching memory, peacebuilding, reconciliation, and social justice.

  • Discussion and dialogue:

Ethics and pedagogy of teaching memory.

More details:

We will be making available more details soon at http://www.sit.edu/symposium.

Online registration will be available in June 2011.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Cultura e Desenvolvimento em discussão, 29-Janeiro, Viseu


Conferência: O Sector Cultural como Vector de Desenvolvimento Regional

Conferencista: Prof Alfredo Simões, Departamento de Gestão, IPV, Instituto Politécnico de Viseu

Data: sábado, 29-Janeiro-2011, 15h

Local: Museu Grão Vasco, Viseu

Fonte: Museu Grão Vasco

sábado, janeiro 01, 2011

Discriminação racial e religiosa reflecte motivos económicos

Discriminação racial e religiosa: do mito da pureza do sangue ao mito ariano

No Brasil: Na apresentação do seu livro “Cidadão do Mundo. O Brasil diante do Holocausto e dos judeus refugiados no nazifascismo” em Lisboa, Maria Luiza Tucci Carneiro, historiadora da Universidade de São Paulo referiu a importância dos “estatutos da pureza de sangue” no Brasil, um conceito de discriminação, herdado de Portugal, com raízes na Espanha do século XV.

A historiadora enfatizou que tais teorias favoreceram uma legislação e práticas intolerantes que dividiram as sociedades (de Espanha, Portugal e colónias) em dois segmentos opostos: os puros (limpos de sangue) e os impuros (infectos de sangue).

Isto faz recordar que foi a legislação ibérica que centrou as atenções no estatuto de pureza de sangue, desde que o rei D. Manuel (1495-1521) lançou um decreto real em 1497, conhecido por “édito de expulsão”, para expulsar todas as pessoas judias e mouras das terras portuguesas em nome da purificação e limpeza de sangue. Nesse ano, também foram retirados as filhas e os filhos judeus de seus pais para a educação “cristã”. Aquelas pessoas que não conseguiram sair a tempo do período fixado pelo édito só poderiam permanecer convertidas ao catolicismo, o que fez surgir as categorias de “cristã(ão) nova(o)” e marrano.

O requisito de limpeza de sangue estabelecia o impedimento de acesso a cargos e títulos de honra, além de impor os limites aos grupos discriminados como "infectos" (judeus, cristão-novos, mouros, ciganos, indígenas e negros) pelo poder político. Aplicada à legislação, tal discriminação atingiu todos os domínios portugueses.

A repressão ao povo mouro e ao povo judeu surge em meados do século XV e é válida para todas as terras dominadas por Portugal. A partir de 1514-1521, com a ampliação das conquistas territoriais, surgem mais três novas caracterizações para o requisito de limpeza de sangue: “cristão-novo”, “cigano” e “indígena”. Em 1603, serão acrescentados “negro” e “mulato”. A partir de 1774, a discriminação contra o povo judeu, o povo mouro e a população cristã-nova desaparecem da legislação portuguesa. Dois anos depois, o Marquês de Pombal também retira a categoria indígena. Restam assim o “negro” e “mulato”.

A legislação portuguesa teve ampla vigência no território brasileiro com as Ordenações Filipinas, que seguiam com o requisito de pureza de sangue e a regência das relações étnico-raciais. Para se ter ideia, tais ordenações só tiveram vigência interrompida, em âmbito penal, com o Código Criminal do Império, de 1830; e, no âmbito civil, apenas em 1917, com o primeiro Código Civil brasileiro. Em Portugal a descriminação institucionalizada terminou definitivamente com a Constituição de 1976.

Os regimentos e processos de pureza de sangue ou Processos de Habilitação, Vita e Moribus, aplicados no Brasil, foram analisados por Tucci Carneiro em seu livro Preconceito Racial em Portugal e Brasil Colónia, tendo como base em consultas a fontes históricas dos séculos XVI-XIX, tais como os arquivos da Cúria Metropolitana (São Paulo, Rio de Janeiro e Belém do Pará), os sermões de autos-de-fé e dicionários históricos.

(Fonte: http://anthrocivitas.net/forum/showthread.php?p=93459 e www.arqshoah.com.br)

Na Alemanha: Muitos anos antes da criação dos campos de concentração, já o regime Nazi tinha aplicado aos judeus alemães medidas cada vez mais discriminatórias e restritivas, afastando-os sucessivamente de diversos ofícios e profissões, recuperando o conceito de pureza de sangue para revitalizar o "mito ariano", conforme analisado por Leon Poliakov.

Em Portugal: Também em Portugal se aplicava este conceito discriminatório para limitar o acesso de certos grupos a cargos e profissões importantes na sociedade, criando barreiras sociais e económicas.

Neste documento datado de 1786 de Beijós , a aldeia ancestral da família Sousa Mendes, os homens respeitados da aldeia foram solicitados a abonar a favor de um "candidato a bacherel", nascido numa casa senhorial do Lugar de Além, cujo pai era de Trancoso. A grande diferença relativamente aos tempos de hoje, é que o candidato a bacherel tinha também de fazer prova das suas boas origens, do comportamento insuspeito não só da sua pessoa como dos seus antepassados, não podendo haver lugar para dúvidas relativas a heresias ou a simpatias com a religião judaica.

Segundo a transcrição da 1ª pág. do processo de Leitura de Bacharéis de um ilustre beijosense, neste processo prestaram declarações em 1786, quatro testemunhas beijosenses, a saber, “Jozé de Loureiro Lavrador; Jozé da Costa Carpinteiro; António da Costa de Figueiredo Lavrador; Manoel Rodrigues Çapateiro.” Basicamente, declararam que conheciam o habilitando e os seus ascendentes beijosenses; que esses ascendentes «nunca cometeram crime de leza Magestade Divina ou Humana»; que o habilitando «tem boa vida e costume»; e que praticavam a “religião oficial do Reino”.

...Considerando os elevados níveis históricos de analfabetismo, compreendem-se os motivos para limitar o acesso aos "empregos literarios" que davam tanto poder e prestígio...

Transcrição: «Diz o B.el Jacincto Lopes Tavares da Costa de Ornellas, Fidalgo da Caza de Vª Mag.e natural do lugar de Beijóz, conselho de Olivrª do Conde, Comarca de Vizeu, filho ligitimo do Mestre de Campo Bartholomeu da Costa Coutinho Tavares de Araujo, n.al da Vª e Com.ca de Trancozo, tambem Fidalgo da Caza de Vª Mag.e, e de D. Maria Margarida de Ornellas Rolim e Abreu do dº lugar de Beijóz, netto pela parte paterna do Sargento mór de Batalha Jacincto Lopes Tavares da Costa Governador que foi da Praça de Alm.da, e governou as Armas da Provª da Beira, tambem Fidalgo da Caza de Vª Mag.e, e de D. Margarida Fran.ca Correia Tavares do lugar de Escarigo, trº de Castello Rodrigo, da dª Com.ca de Trancozo, e pela parte materna de Joao Ornellas Rolim e Abreu, tambem Fidalgo da Caza de Vª Mag.e do m.mo lugar de Beijóz, e de D. Maria Caetana da Costa Fróes do lugar de Cabanas, tudo do dº Consº de Olivrª do Conde, q'elle pertende servir a V. Mag.e em os empregos literarios».

Fonte: http://antoniopovinho.blogspot.com/2007/07/leitura-de-bacharis.html

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Como ensinar as licões da Consciência

Este interessante  plano de estudo da escola Monte da Caparica  sobre Sousa Mendes é destinado a alunos dos 6º e 9º anos de escolaridade, nas disciplinas de
Língua Portuguesa, História e Geografia de Portugal, História,
Educação Moral e Religião Católica ou outra confissão, ou Formação Cívica.

Aristides de Sousa Mendes: Um Herói Português
CONCLUSÃO de TRABALHOS
No final do trabalho escolar sobre Sousa Mendes,  deverás dominar os seguintes conceitos:
O que faz um Cônsul?
O que é um Visto?
O que se entende por Refugiados?
O que se entende por Racismo?
O que foi o Nazismo?
O que foram os Campos de Concentração?
Em que consistiu o Holocausto?

Se constatares que não existe na tua localidade nenhuma rua, jardim, instituição com o nome de Aristides de Sousa Mendes, junta-te com os teus colegas e com a ajuda da tua professora, propõe a sua atribuição na Junta de Freguesia ou na Câmara Municipal da tua localidade.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Conferência sobre o Santo Ofício (séc XVII), 28-Jan-08

Conferencia sobre "Freiras e Donzelas cristãs-novas na mesa do Santo Ofício (séc. XVII)"
Orador: Georgina Santos

Data: 28 de Janeiro 2008, pelas 18.30
Lugar: Sala a.23 da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste
Cátedra de Estudos SefarditasFaculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Alameda da Universidade
1600-214 Lisboa
Telef. +351 21 792 00 00 (ext. 317) cat.ests.sefarditas@fl.ul.pt