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quarta-feira, julho 25, 2018

Exposição no MNE - Para Além do Dever, a Diplomacia e o Holocausto


O Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Embaixada de Israel em Portugal organizaram uma homenagem conjunta alusiva aos diplomatas reconhecidos como “Justos entre as Nações”, que evoca a coragem de 36 diplomatas de 20 países que correram inúmeros riscos para salvar judeus que tentavam escapar ao extermínio Nazi. 
Exposição“Para Além do Dever – Diplomatas Reconhecidos como Justos entre as Nações”
Datas:  Julho 2018 
Local:    Palácio das Necessidades,  Lisboa
Instituto Diplomático (por convite)
DAB - Divisão de Arquivo e Biblioteca, dab@mne.pt
A lista dos diplomatas homenageados inclui dois portugueses: Aristides de Sousa Mendes, Cônsul-Geral em Bordéus, e Carlos Sampaio Garrido, Embaixador na Hungria. O reconhecimento como “Justos entre as Nações” é atribuído pelo Yad Vashem, Memorial do Holocausto de Jerusalém, aos não judeus que chegaram a arriscar a própria vida para salvar, proteger ou ajudar judeus durante a II Guerra Mundial. 

Embora não incluído no rol dos "Justos", os oradores também prestaram tributo a Carlos Teixeira Branquinho, Encarregado de Negócios em Budapeste. Ao todo, estes três diplomatas portugueses conseguiram salvar a vida a dezenas de milhares de refugiados, principalmente judeus.
Em paraledo realizou-se uma conferência, a  19- julho-2018, que teve como oradores o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, a Embaixadora de Portugal na República Checa, Manuela Franco, e o Embaixador de Israel em Portugal, Raphael Gamzou. 

A Conferência que precedeu a inauguração da exposição sobre os Justos, não só portugueses, e que está aberta ao público no MNE. Excelentes intervenções, em que Aristides de Sousa Mendes e o seu acto heróico foi muito celebrado, neste dia do seu nascimento. 

Telavive recebe exposição sobre Sousa Mendes, de Maio a 11-Outubro 2018



A Exposição “
Aristides de Sousa Mendes. O Cônsul Português em Bordéus” tem recebido grande  interesse demonstrado pelo público nas primeiras semanas de exibição. 
Datas:   de 11-Maio a 11-Outubro 2018   
Local:    Brender-Moss Library of Social Sciences, Management and Education da Universidade de Telavive 
Esta exposição pretende divulgar a ação humanitária de Aristides de Sousa Mendes junto da comunidade académica, na sequência das comemorações do Dia do Holocausto, assinalado a 11 de abril de 2018.
A iniciativa está a cargo do Leitorado do Camões, I.P. na Universidade de Telavive e da Embaixada de Portugal.



Em paralelo, realizou-se uma conferencia também em Telavive com Avraham Milgram do YAD VASHEM a 18-Junho-2018 sobre as acções dos Justos portugueses 

Conferência em Braga 20-Julho-2018


Conferência em Braga, a 20-Julho-2018 
Incluida no projecto ‘Testemunhos da 2.ª Guerra Mundial - de Aristides de Sousa Mendes a Gerld Klestadt, sobrevivente de campo de concentração.

Aristides de Sousa Mendes levou a cabo a maior acção particular de salvamento durante a II Guerra Mundial. Quem o diz é Luísa Pacheco Marques, coordenadora do Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes e do Museu ‘Vilar Formoso - Fronteira da Paz’, que ontem participou na conferência ‘Aristides de Sousa Mendes, que decorreu no Museu D. Diogo de Sousa em Braga
https://correiodominho.pt/noticias/conferencia-da-a-conhecer-aristides-de-sousa-mendes/111920

segunda-feira, junho 11, 2018

Lembrete: Encontro com autora de My Sister's Eyes, Figueira da Foz, 13-Junho, 10h30

Conferencia interativa

Encontro com a autora Joan Halperin de "My Sister's Eyes"

Data:      Quarta-feira, 13-Junho, 10h30

Local:     Museu Municipal Santos Rocha, rua Calouste Gulbenkian, Figueira da Foz

Organização:  AEZUFF Agrupamento de Escolas, Museu Municipal da Figueira da Foz e Sousa Mendes Foundation no âmbito do Projeto escolar Figueira Farol da Liberdade
com professores de história e de Inglês e
alunos das turmas do 9º ano que vão apresentar trabalhos

Entrada livre
Museu  tel: 233 402 840 

quarta-feira, junho 06, 2018

Lembrete: Encontros com a autora de My Sister's Eyes, 14-Junho


Convite    

... para conhecer a educadora da SMF, Joan Arnay Halperin, 
que passou  por 

Casa do Passal, Cabanas de Viriato, quinta-feira, 7-Junho...
12 e 13-Junho, Figueira da Foz

14-Junho, 14h30 EME, Estoril e 

14-Julho, 17h30     Biblioteca Republica e Resistência
rua Alberto de Sousa 10A, 1600-002 Lisboa
(perto do Hospital Santa Maria)  



Joan Arnay Halperin, responsável de iniciativas educativas da Sousa Mendes Foundation e autora de My Sister's Eyes. 


Ela conta a história da fuga da sua família da Polónia para Portugal e eventualmente para os Estados Unidos, em tempo de guerra e de perseguição na Europa e falou da importância do grande acto de coragem de Aristides de Sousa Mendes. 



Os alunos do 9º ano e professores de Carregal do Sal ouviram com grande atenção a comovente história do resgate de sua família da seu próprio descoberta da história familiar seguindo os passos dos seus pais no Caminho da Liberdade.  
:  

É a quarta visita de Joan a Portugal em tantos anos, e a sua agenda está cheia! 








Eis a Joan com outro leitor muito atento.
Ver o livro em http://sousamendesfoundation.org/store/




domingo, maio 20, 2018

Encontros de Autor 2018: Descendente de refugiados de Sousa Mendes conta a história da sua família, 6-Junho

Joan  Halperin, responsável pelo serviço educativo da Sousa Mendes Foundation, é filha e neta de refugiados que conseguiram salvar-se graças a vistos concedidos por Aristides de Sousa Mendes.  Ela conta a história dramática do salvamento de parte da sua família da Polónia para Portugal e para os Estados Unidos no seu livro "My Sister's Eyes” A Family Chronicle of Rescue and Loss During World War II" (2017).  (http://www.mysisterseyes.com/theauthor/ ).
Joan Halperin vai estar em sessões de autor e vai autografar o seu livro em  Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, Porto, Figueira da Foz, Lisboa e Estoril.  
  
Data:   Quarta-feira,  6-Junho-2018, 10h30
Local:  Sala de Grandes Grupos, Escola Secundária, Carregal do Sal

Encontro com a Autora: Joan Halperin, My Sister’s Eyes
Organização: Sousa Mendes Foundation e Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, Projeto  DEVER de MEMÓRIA-Projeto UNESCO AECS
Joan Halperin vai ler do seu livro com os alunos do 9º ano que vão apresentar os seus próprios trabalhos.
O projeto Dever de Memória distingue-se pela filosofia de trabalho de professores de Inglês, de história e de artes visuais de “dentro para fora”, numa ótica de partilha do património histórico-cultural e da identidade locais, a partir da figura de Aristides de Sousa Mendes, promovendo valores universais.
Ver http://sousamendesfoundation.org/atdblog/wp-content/uploads/2017/04/SistersEyesRG_SMF_PREVIEW.pdf

sábado, maio 19, 2018

FASM promove formação de professores, Figueira da Foz, 26-Maio-2018, 10h

Evento:   Acção de formação para Professores
A Figueira da Foz durante a 2.ª Guerra Mundial: Refugiados e "turistas acidentais"

Data:       No dia 26 de Maio 2018 
Local:      Auditório Municipal da Biblioteca Dr. Santos Rocha, Figueira da Foz 
Organização:  Fundação Aristides de Sousa Mendes, com o apoio do Centro de Formação da Associação de Escolas Beira Mar

Serão oradoras desta sessão as Prof. Drs. Irene Vaquinhas (Universidade de Coimbra) e Cláudia Ninhos (Universidade Nova de Lisboa), que desenvolverão as seguintes intervenções:

- A Figueira da Foz na rota da fuga das guerras: de praia peninsular a residência fixa (1936-1945) (sessão com visita guiada)  
- Promoção da educação sobre o Holocausto na sala de aula: disciplinas, fontes, ferramentas e metodologias (sessão teorico-prática)

Esta acção de formação de curta duração é aberta ao público em geral, sem necessidade de inscrição, e garante certificação para Professores, mediante inscrição obrigatória através do link:  https://goo.gl/forms/8DL6ITnAelt9i0xN2

segunda-feira, maio 07, 2018

Eventos - Dias da Memória

Data:     Quarta-feira, 2-Maio-2018
Local      Cinema São Jorge - Sala 3
Filme   Under the Sky/Debaixo do Céu do Realizador / Director: Nicholas Oulman
Produção / Production: UKBAR FILMES

Data:   Segunda feira, 14 de Maio 2018 
Local:  RTP2 - programa Visita Guiada de Paula Moura Pinheiro 
Visita guiada ao o Museu de Vilar Formoso Fronteira da Paz Memorial aos Refugiados da II Guerra 
com a historiadora Margarida Ramalho. 
Como muita gente ainda não foi porque é longe, ficam com um cheirinho e podem aproveitar os dias bons que aí vêm para irem até lá….

Data:   15-16 Maio 2018
Local  na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da
Universidade NOVA de Lisboa.
Jornadas Abertas sobre a shoá e outros genocídios e crimes de massa
Organização:  Instituto de História Contemporânea (IHC – NOVA FCSH) e o Mémorial de la Shoah (Musée et Centre de Documentation, Paris), com o apoio da Memoshoá – Associação Memória e Ensino do Holocausto e do Instituto de Relações Internacionais (IPRI-NOVA),
Para mais informações consulte o nosso site www.memoshoa.pt

Data:  19-22 Julho 2018
Local:  Casa do Passal, Cabanas de Viriato
Os Dias da Memória, comemorando o aniversário dos gémeos Cesar e Aristides, temo como objetivo chamar a população a partilhar com os investigadores as suas histórias e memórias de uma das figuras mais marcantes do século XX. Ao longo de dois dias, de 21 e 22 de Julho, a FASM irá abrir as portas da Casa do Passal para registar fotografias, documentos, objetos, ou testemunhos que qualquer pessoa queiram partilhar e que serão registados em vídeo, áudio ou imagem.
Organização:  FASM Fundação Aristides de Sousa Mendes

sábado, abril 07, 2018

Conferência Comunidade Sefardita portuguesa em Amsterdam, Nova FSCH, 9 - Abril, 10h


The Portuguese Jewish Community of Amsterdam: places of memory

Data:           segunda-feira, 9 de Abril , 10h00 – 18h00
Local:          NOVA FCSH, Avenida de Berna, Lisboa,
Edif ID, Sala Multiusos 2 (piso 4), Entrada livre, in English)

Este workshop tem como objectivo reunir investigadores e curadores portugueses e holandeses que trabalham sobre história, memória e património judaico para reflectirem sobre um tema específico: a comunidade judaica de origem portuguesa de Amesterdão, numa perspectiva de longa duração, transnacional e multidisciplinar. O enfoque será colocado nas questões da preservação e mediação do património cultural da diáspora judaico-portuguesa e da educação para a memória como um veículo de promoção dos valores da cidadania junto das gerações mais jovens. O workshop desenvolver-se-á em torno de questões-base:
o   10h30      A “Nação Portuguesa”: fontes para a sua história
o   13h30      A comunidade sefardita de Amesterdão e o Holocausto: evocando uma memória incómoda
o    15h45      Educar para a memória: estratégias a adoptar nas escolas e museus
Em Fevereiro de 2015, o Governo português aprovou o Decreto-Lei n.º 30-A/2015, o qual veio permitir a concessão da nacionalidade portuguesa àqueles cuja ancestralidade remonta aos judeus que, em finais do século XV, foram expulsos de Portugal ou forçados a se converter ao Cristianismo. De acordo com o diploma, “apesar das perseguições e do afastamento do seu território ancestral, muitos judeus sefarditas de origem portuguesa e seus descendentes mantiveram não só a língua portuguesa, mas também os ritos tradicionais do antigo culto judaico em Portugal, conservando, ao longo de gerações, os seus apelidos de família, objetos e documentos comprovativos da sua origem portuguesa, a par de uma forte relação memorial que os leva a denominarem-se a si mesmos como «judeus portugueses» ou «judeus da Nação portuguesa».” (Decreto-Lei n.º 30-A/2015 de 27 de fevereiro). Este decreto veio colocar a história da presença judaica em Portugal e da diáspora sefardita na agenda política nacional. 
Umas das comunidades de maior notoriedade, e aquela tem vindo a ser estudada mais profusamente pela historiografia internacional, estabeleceu-se em Amesterdão e teve o seu período áureo durante o século XVII. Ainda hoje a cidade enverga marcas indeléveis desse passado. A Sinagoga Portuguesa de Amesterdão, também conhecida como a “Esnoga”, símbolo da influência e do dinamismo dos judeus sefarditas no Século de Ouro, tornou-se num dos ex-libris da cidade. A Ets Haim / Livraria Montezinos, constituída em 1616 e que sobreviveu a duas guerras mundiais, é hoje a mais antiga biblioteca judaica em funcionamento do mundo, estando inscrita no Registo Memória do Mundo da UNESCO desde 2003. Na sua colecção, bem como no arquivo da comunidade conservado no Stadsarchief Amsterdam, o português e o castelhano marcam presença, enquanto línguas correntes no dia-a-dia da comunidade até ao século XVIII. São vestígios que sobreviveram àquele que foi o período mais dramático da história de Amesterdão judaica. Durante a II Guerra Mundial, na sequência da ocupação da Holanda pela Alemanha nacional-socialista, a comunidade  sefardita sofreu um pesado golpe, entre aqueles que abandonaram o país e os que foram conduzidos para os campos de concentração e de extermínio nazis.
Fonte: CHAM, Centro de Humanidades, UNL Nova Universidade de Lisboa

segunda-feira, novembro 20, 2017

Conferência - Refugiados na Europa, Uni Coimbra, 29-Nov, 14h

Em 2016 cerca de 364 000 refugiados atravessaram as fronteiras europeias via Grécia e Itália. Na maior parte dirigiam-se à Alemanha ou à Áustria, no sentido de obter proteção, de incrementar as suas oportunidades económicas e também com vista a encontrarem uma vida melhor para si e para as suas famílias. A União Europeia e os seus estados-membros localizados ao centro e no sul foram forçados a reagir com celeridade e a desenvolver as infraestruturas necessárias. De facto, os refugiados menores de idade, quando desacompanhados, são os que requerem um apoio especial em termos de educação, no que se refere aos procedimentos burocráticos ou até quanto ao planeamento das suas atividades de lazer.
Vimos por este meio convidá-lo /la a estar presente nesta conferência,

  The Refugee Crisis in Europe
Confusion – Trauma – Culture Clash
 4ª- feira, 29. 11. 2017, 14:00h
Anfiteatro III, Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra   

A apresentação irá refletir sobre a recente crise com refugiados menores não acompanhados, na perspetiva dum professor de língua alemã. Terá em consideração diversos aspetos, como por exemplo os procedimentos habituais e obstáculos que os refugiados e as culturas recetoras têm de enfrentar, as condições sociais e os estados psicológicos dos jovens, bem como aspetos pedagógicos específicos. Convidamo-lo/a a participar no debate subsequente.
Em anexo enviamos o panfleto em inglês relativo a esta iniciativa e o anúncio (também para reencaminhar se deseja).
Com os melhores cumprimentos,​ Stephan M. Schweighofer  
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 2016, around 364.000 refugees crossed Europe’s borders via Greece and Italy. Most of them were heading to Germany or Austria in order to seek protection, increase their economic chances and allow for a better life for themselves and their families. The European Union and its central and southern member states were forced to quickly react and build sufficient infrastructure. Indeed, it is the unaccompanied minor refugees that require special support in terms of education, bureaucratic procedures or even planning their leisure time.  You are warmly invited to attend the upcoming talk.

The presentation will reflect on the recent refugee crisis from the perspective of a language teacher working with unaccompanied minor refugees. It will consider several aspects such as general procedures and obstacles the refugees and the receiving cultures have to face, sociological and psychological conditions as well as specific pedagogical aspects. You are also invited to engage in a discussion on the topic afterwards.
Best regards, Stephan M. Schweighofer

sexta-feira, novembro 17, 2017

Comité Sousa Mendes, 30 années, Bordeaux

Le président et le conseil d’administration du Comité Sousa Mendes sont heureux de vous convier à leur 30e anniversaire vendredi 17 novembre 2017, de 17 à 20 h 30

17 h :
conférence « Hommage aux soldats et travailleurs étrangers
et coloniaux engagés et morts pour la France en 1914-1918 »
de Jean-Louis Bordier avec Armelle Bonnin, historienne

18 h 30 :
présentation du livre "30 ans au service des mémoires",
lecture musicale "Le Juste" en hommage à Aristides de Sousa Mendes,
discours,
chant choral avec O Sol de Portugal, 

Aux Archives départementales de la Gironde, 72-78, cours Balguerie-Stuttenberg – Bordeaux.
Entrée libre

Armelle Bonin. Ancienne élève de l’Ecole normale supérieure, agrégée d’Histoire, ancienne directrice de Centre de recherche et de documentation pédagogique et co-présidente de la Société Historique et Archéologique d’Arcachon et du Pays de Buch (SAHAPB).
Jean-Louis Bordier. Président de « La Courtine 1917 », association pour la mémoire de la mutinerie des soldats russes à La Courtine en 1917 qui a pour but d’organiser et soutenir des initiatives et événements visant à faire connaître et défendre l’histoire du corps expéditionnaire russe pendant la guerre 1914-1917 et tout particulièrement l’histoire de la mutinerie des soldats de la première brigade cantonnée à La Courtine à partir du 22 juin 1917.
Ces initiatives et événements pouvant être des rassemblements, des manifestations, des conférences, des films, des expositions, des banquets, l’édition d’articles, de brochures, de livres, la promotion d’œuvres théâtrales ou chantées, etc.
L’association a également pour objectif d’agir pour que cette histoire de la mutinerie des soldats russes à La Courtine soit intégrée dans les programmes scolaires de l’enseignement public.
Nonprofit Organization · Bordéus
Depuis 1987, le Comité s'engage pour la mémoire du consul de Bordeaux, de l'immigration et des soldats étrangers engagés dans le conflit 1914-1918.

sexta-feira, setembro 01, 2017

SMF Gala em Nova Iorque, 29-Outubro

Gala com políticos e celebridades homenageia Aristides de Sousa Mendes em Nova Iorque

SquareAtores, políticos e descendentes americanos de sobreviventes do Holocausto participam, a 29 de outubro, em Nova Iorque, numa gala que vai homenagear o cônsul português Aristides de Sousa Mendes, que em 1940 salvou milhares de pessoas do Holocausto.

O evento, que tem o nome "Um brinde à liberdade", é uma iniciativa da Fundação Sousa Mendes, com sede nos EUA, e terá como mestre de cerimónias o ator Michel Gill (das séries "House of Cards" ou "Mr. Robot"), que é filho e neto de refugiados que receberam vistos processados pelo cônsul português.
Ver  http://sousamendesfoundation.org/toast-to-freedom/

A gala irá homenagear três pessoas relacionadas com a causa dos refugiados: o congressista de Nova Iorque Jerry Nadler, um crítico da recente ordem executiva de Donald Trump contra pessoas de países muçulmanos; Eva Fogelman, ativista, que nasceu num campo de refugiados e é autora do livro "Conscience & Courage: Rescuers of Jews During the Holocaust"; e Maggie Favretti, fundadora da organização "Students for Refugees", que ajuda refugiados na sua adaptação aos EUA.

"Ela exemplifica na atualidade a mesma compaixão que Sousa Mendes mostrou pelos refugiados", disse a Fundação Sousa Mendes em comunicado sobre Maggie Favretti.

O embaixador português nos EUA, Domingos Fezas Vital, e a atriz Jayne Atkinson (das séries "24" e "House of Cards") serão os convidados de honra do evento, que acontece no Museum of Jewish Heritage, em Manhattan, com vista para a Estátua da Liberdade.

Durante a gala, será apresentada uma parte da opereta "Circular 14: The Apotheosis of Aristides", autoria do americano Neeli Bruce, que estreou em 2015.

Será ainda feito um brinde em honra de Eduardo Propper de Callejón, um diplomata que emitiu vistos no consulado espanhol de Bordéus. O seu filho, Felipe Propper, e a descendente de uma família salva pelo espanhol farão o brinde.

O preço mais baixo de um bilhete para a gala são 275 dólares, cerca de 233 euros. O lucro reverte para Fundação Sousa Mendes, que desde 2010 tenta localizar todas as famílias salvas pelo cônsul português.

"A fundação tem trabalhado para preservar o legado de Aristides de Sousa Mendes e para ligar as famílias de refugiados com este capítulo importante da sua história. Este evento vai ajudar a continuarmos este trabalho", explicou a organização à Lusa.

Então cônsul de Portugal em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes passou vistos que permitiram salvar milhares de pessoas do Holocausto em 1940, desobedecendo às ordens de António de Oliveira Salazar, que de Portugal emanava circulares que impediam a passagem de vistos e a entrada dessas pessoas no país.
http://www.dn.pt/lusa/interior/gala-com-politicos-e-celebridades-homenageia-aristides-de-sousa-mendes-em-nova-iorque-8740097.html

terça-feira, abril 25, 2017

France - souvernir des victimes de déportation, 30-Avril

COMMUNIQUE DE PRESSE
Journée nationale du souvenir des victimes de la déportation
et de l’internement dans les camps de concentration,
au mémorial national du camp de Gurs
dans le département des Pyrénées-Atlantiques
Le 30 avril 2017 à 15 h 30

Le comité national français en hommage à Aristides de Sousa Mendes, dans le cadre de son action sur la mémoire de la Seconde Guerre mondiale 1939-1945 et la mémoire des Justes, des Résistants et de toutes les victimes de la barbarie nazie, a décidé, en 2017 de s’associer pleinement à l’initiative proposée par nos amis espagnols de l’association Terres de Mémoires et de Luttes afin de rendre hommage aux 61 100 personnes qui ont été internées au Camp de Gurs entre avril 1939 et décembre 1945.
Dans ce haut lieu de mémoire et de résistance qui fut le plus grand camp du sud de la France durant la période tragique de la guerre de 1939-1945 ont été internés :
·         26 641 Juifs originaires d’Allemagne, de Pologne, d’Autriche… dont 3 907 ont été déportés à Auschwitz où ils ont été exterminés,
·         25 577 Républicains espagnols dont 6 555 Basques exilés de la tragique guerre d’Espagne,
·         6 808 volontaires engagés dans les Brigades Internationales qui ont combattu en Espagne contre le fascisme et en France contre l’occupation allemande,
·         1 470 Résistants français responsables politiques syndicalistes et militants associatifs,
·         349 Résistants portugais majoritairement des communistes engagés dans la guerre d’Espagne,
·         200 Allemands et Autrichiens anti-nazis et anti-fascistes,
·         63 Tziganes.
Plus de 4 000 personnes prisonnières dans le Camp de Gurs ont été victimes de déportation dans les camps de la mort en Allemagne et en Pologne où ils ont péri exterminé par la barbarie nazie. Le Mémorial National du Camp de Gurs dans le département des Pyrénées-Atlantiques, en région Nouvelle Aquitaine est un haut lieu de mémoire et de souvenir de cette tragédie, témoin de l’histoire de la déportation vers les camps de concentration et d’extermination. Mais le camp de Gurs fut également un lieu où s’est organisé la Résistance au nazisme et au régime de Vichy à la France de la collaboration. Le Comité National Français en Hommage à Aristides de Sousa Mendes tient à participer à cette cérémonie du souvenir et à rendre hommage aux 349 résistants portugais internés à Gurs avec leurs frères d’armes espagnols. Notre Comité invite avec l’Association Terres de Mémoires et de Luttes, les Associations portugaises ou franco-portugaises de la région à s’associer à cette journée nationale du souvenir. La grande résistante Française, Lucie Aubrac, disait : « Résister se conjugue toujours au présent ». Hannah Arendt, philosophe et politologue juive allemande, résistante au régime nazi, internée à Gurs, montre l’horreur absolue de la barbarie nazie et crée le concept de « banalisation du mal ».


quarta-feira, junho 01, 2016

PORTUGAL, THE LAST HOPE: SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM

“PORTUGAL, THE LAST HOPE: SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM” - Sousa Mendes Foundation
“PORTUGAL, THE LAST HOPE:  SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM” - Sousa Mendes Foundationpx
Photo: USHMM, courtesy of Fred Manasse
px
 April 7 to September 9, 2016

AMERICAN SEPHARDI FEDERATION HOSTS EXHIBITION AND PUBLIC PROGRAM “PORTUGAL, THE LAST HOPE: SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM” AT THE CENTER FOR JEWISH HISTORY
Courageous and Creative Portuguese Diplomat who Saved Salvador Dali, the Authors of Curious George, and Thousands of Other Holocaust Refugees to be Honored

Portugal was the “last hope” for thousands of refugees seeking to escape Nazi-occupied France. Aristides de Sousa Mendes, the Portuguese Consul-General in Bordeaux, France, rescued thousands of refugees in the spring of 1940. He issued visas contrary to the strict orders of his government, forcing open an escape route where none previously existed. After crossing into Portugal, these refugees found a temporary safe haven and were warmly received by the Portuguese population. There the refugees awaited onward destination visas and ship passage to the United States, Latin America and elsewhere with help from the American Jewish Joint Distribution Committee and other aid organizations based in Lisbon. Although harshly punished by his government for his action, Aristides de Sousa Mendes was posthumously named Righteous Among the Nations by Yad Vashem in 1966. “Portugal, the Last Hope” commemorates the 50th anniversary of this honor.

The exhibition and public program are presented by the American Sephardi Federation at the Center for Jewish History, 15 West 16th Street, New York. The exhibition will open on Thursday, April 7, 2016 and will run through Friday, September 9, 2016. The evening program and kosher reception will be held on Thursday, April 7 from 6-9 p.m. Admission is free.

“When following orders was the order of the day, Aristides de Sousa Mendes refused to be an accomplice, whether on account of expediency or complacency, to monstrous attacks on human dignity,” said Jason Guberman, Executive Director of the American Sephardi Federation. “The Holocaust-era heroism honored in this multi-partner exhibit and program should inspire others to follow in Aristides de Sousa Mendes’ stubbornly conscientious and creative footsteps on behalf of freedom,” he added.

The Holocaust scholar Yehuda Bauer describes the heroic feat of Aristides de Sousa Mendes as “perhaps the largest rescue action by a single individual during the Holocaust.” The rescued families ended up in the United States, Canada, Brazil, Israel, the United Kingdom and elsewhere across the globe and began new lives, while Sousa Mendes himself was put on trial by the Portuguese government for “disobedience” and was harshly punished. Some of the visa recipients were prominent, such as the artist Salvador Dalí and the authors of Curious George, Hans and Margret Rey. But most were ordinary families escaping the horrors of Nazi persecution.

The artifacts on display at the Center for Jewish History, including original passports with visas, dolls carried by child refugees, war diaries and other objects, come from the Sousa Mendes family as well as families that survived thanks to the diplomat’s help, and are being provided by the Sousa Mendes Foundation. Other materials, such as unpublished images and films, are being provided by the “Vilar Formoso, Frontier of Peace” museum. On the night of the opening and for a few days following, there will be a display in the lobby of never-before-seen documents concerning Aristides de Sousa Mendes from the collections of the YIVO Institute for Jewish Research, Center for Jewish History.

The project has been organized in partnership with the Portuguese Consulate of New York, the Sousa Mendes Foundation, and the Municipality of Almeida, Portugal, with co-sponsorship of the American Jewish Historical Society, the Aristides de Sousa Mendes Virtual Museum (Portugal), the Centro de Portugal Office of Tourism, the Leo Baeck Institute, and the Luso-Americano Foundation. A related exhibition, with some of the same artifacts, was recently held at the Los Angeles Museum of the Holocaust.

For more information, please contact Marci Melzer, mmelzer@asf.cjh.org, (917) 606-8266.

Center for Jewish History
15 West 16th Street
New York, NY 10011
Outras informações
Sousa Mendes Foundation
PO Box 4065, Huntington
NY 11743-0790

quinta-feira, abril 21, 2016

Homenagem a Sousa Mendes, Nova Iorque até 9-Setembro

Datas: 7-Abril até  9-Setembro-2016

Local:  CJH,Center for Jewish History

            15 west 16, NYC

Entrada livre, fechado aos sábados 

A exposição sobre Aristides Sousa Mendes, intitulada “Portugal, a última esperança: os vistos de Sousa Mendes para a liberdade” estará patente até 9 de Setembro e a entrada é livre.
Um auditório cheio, quase 300 pessoas escutam em silêncio os acordes de uma guitarra portuguesa. Pedro Silva, há mais de 20 anos músico profissional em Nova Iorque, dá o mote para uma sessão em que Portugal e os portugueses foram objecto dos maiores elogios. Não, não se trata de mais uma sessão de nostalgia da pátria promovida pela comunidade portuguesa em Nova Iorque. Na sala estão até muito poucos portugueses e talvez seja essa a razão por que só se ouvem elogios e não críticas ao país. Os elogios vêm de americanos que estão eternamente gratos a Portugal e a um português em particular. A um homem que salvou da morte os pais e os avós de muitos dos presentes e mesmo alguns dos presentes.
Aristides Sousa Mendes, o diplomata português que, em Junho de 1940, decidiu dar vistos, em Bordéus, a cerca de 30 mil refugiados da guerra, na sua maioria judeus, é o principal responsável por este auditório cheio. Literalmente. Se não fosse ele, alguma desta gente não estaria viva, e muita nem sequer tinha nascido. Isso percebe-se melhor num momento particularmente tocante da sessão, quando alguém da mesa pede a todos aqueles com familiares salvos por Aristides Sousa Mendes que se levantem. Quase metade da sala! São avós, pais e netos que sabem de certeza certa que foi Sousa Mendes que lhes permitiu a sobrevivência e a existência.
A gratidão e a admiração destas centenas de pessoas pelo diplomata português é ilimitada, ele é um herói que desafiou o ditador Salazar para fazer “the right thing”, aquilo que era justo. No auditório do Centro da História Judaica não há dúvidas sobre isso e todos sabem como Aristides Sousa Mendes pagou cara essa ousadia perante o regime. Todos sabem como ele acabou expulso da função pública, impedido de exercer a sua profissão de diplomata e remetido à miséria.
Mas nem isso abalou a sua determinação e dignidade, valores que transmitiu à família. Sheila Abranches-Pierce, neta de Aristides, americana da Califórnia, testemunha que nunca ouviu qualquer lamento dos seus pais ou dos seus tios sobre a atitude do avô que conduziu a família à miséria. À Renascença, recorda como o pai sempre se sentiu um “americano com sotaque” e a nostalgia que o invadia quando ia a Portugal. “Mas nunca o ouvi dizer uma única vez que se o meu avô não tivesse feito o que fez, ele poderia ter vivido em Portugal. Pelo contrário, sempre se orgulhou do meu avô e sempre disse que era importante divulgar o seu exemplo”. O pai de Sheila era o filho mais novo de Aristides, aquele que viveu o drama de Bordéus com menor consciência dos perigos corridos, tinha apenas cinco anos.
Um ano mais novo era Jean-Claude van Ittalie, que vivia em Bruxelas quando os alemães invadiram a cidade. Acordou com o ruído dos bombardeamentos para ver a mãe a meter à pressa alguns haveres numa mala e fugirem da cidade. Chegaram a Bordéus de automóvel e Jean-Claude ainda se lembra que havia uma fila de milhares de pessoas frente ao consulado português a tentar obter vistos. Mas o acaso fez com que não esperassem muito tempo. “Havia um jovem judeu alemão, de 14 anos, também em fuga, que organizava a entrada e saída das pessoas. Percebeu que tínhamos carro e disse ao meu pai que o metia lá dentro se ele o levasse connosco no carro”, contou à Renascença.
O pai de Jean-Claude, como muitos outros, nem fazia ideia de que Sousa Mendes passava os vistos à revelia do Governo português, mas hoje este sobrevivente diz que Aristides “recusou a noção convencional de obediência enquanto cônsul-geral de Portugal em Bordéus”, e que foi graças a isso que ele e a família sobreviveram. “O Aristides Sousa Mendes foi um herói”, diz, num tom sereno e muito convicto, como quem afasta a suspeita de que o afirma por ser parcial na questão.
Um herói celebrado na quinta-feira à noite pela comunidade judaica de Nova Iorque, quando passam 60 anos sobre a sua consagração como “Homem Justo entre as Nações”, distinção conferida pelo Yad Vashem, a autoridade (e museu) israelita dedicada à recordação do Holocausto. Entidades como o já mencionado Centro da Histórica Judaica, a Fundação Sousa Mendes, a Federação Sefardita Americana, a Sociedade Histórica Judaico-Americana, a Fundação Raoul Wallenberg uniram esforços com algumas portuguesas como o Consulado-Geral de Portugal em Nova Iorque, o Museu Virtual Aristides Sousa Mendes e a Câmara Municipal de Almeida para a sessão de evocação, mas também para inaugurar uma exposição dedicada a Aristides e à época em que Portugal recebeu alguns milhares de refugiados da Segunda Guerra Mundial. Exposição em que figura material vindo de Portugal.
O próprio presidente da Câmara de Almeida, António Batista Ribeiro, compareceu na cerimónia porque é neste município que se situa Vilar Formoso, a fronteira onde chegaram os refugiados que traziam os vistos passados em Bordéus pelo cônsul português. E ali vai ser criado um museu alusivo à época, cujo projecto foi explicado pelas suas responsáveis científicas – a arquitecta Luísa Pacheco Marques e a historiadora Margarida Ramalho, igualmente coordenadoras do Museu Virtual Aristides Sousa Mendes. Trata-se essencialmente da recuperação de dois armazéns contíguos à estação do caminho-de-ferro e da própria gare do comboio, por onde na década de 1940 os refugiados entravam no país. Daí que o nome do futuro núcleo museológico seja “Vilar Formoso: a Fronteira da Paz”. Uma designação que parece bastante apropriada já que só quando chegavam a Portugal, após atravessarem a Espanha franquista, aliada de Hitler, é que os refugiados se sentiam em terreno seguro.
Entusiasta do projecto, o autarca de Almeida contou à Renascença que foi ele próprio a avançar com a ideia quando percebeu a importância histórica de Vilar Formoso naquela época. “Uma das vezes que fui a Lisboa fui ter com as responsáveis do museu virtual, apresentei-me e disse-lhes ao que vinha”. A partir daí as coisas não mais pararam. Da Fundação Grant, norueguesa, vieram cerca de 350 mil euros e a autarquia está disponível para cobrir o resto do investimento caso não surjam mais apoios financeiros. Segundo Batista Ribeiro, a totalidade do projecto deverá custar entre 700 e 800 mil euros, uma verba que não parece exagerada a quem faz questão de preservar uma memória de que o país tem razões para se orgulhar.
De honra e responsabilidade em celebrar Aristides Sousa Mendes falou também a cônsul-geral portuguesa em Nova Iorque, Manuela Bairos, que aludiu à crise actual dos refugiados que se vive na Europa, para confessar um dilema de consciência: “É difícil recusar um visto nos dias de hoje quando pensamos em Aristides Sousa Mendes”. Depois lembrou que o diplomata português era formado em Direito e que uma forma interessante de o homenagear seria criar uma cátedra e uma bolsa de estudo com o seu nome numa das faculdades de Direito mais prestigiadas de Nova Iorque, ligada à comunidade judaica: a Cardoso Law School.
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