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quarta-feira, julho 25, 2018

Exposição no MNE - Para Além do Dever, a Diplomacia e o Holocausto


O Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Embaixada de Israel em Portugal organizaram uma homenagem conjunta alusiva aos diplomatas reconhecidos como “Justos entre as Nações”, que evoca a coragem de 36 diplomatas de 20 países que correram inúmeros riscos para salvar judeus que tentavam escapar ao extermínio Nazi. 
Exposição“Para Além do Dever – Diplomatas Reconhecidos como Justos entre as Nações”
Datas:  Julho 2018 
Local:    Palácio das Necessidades,  Lisboa
Instituto Diplomático (por convite)
DAB - Divisão de Arquivo e Biblioteca, dab@mne.pt
A lista dos diplomatas homenageados inclui dois portugueses: Aristides de Sousa Mendes, Cônsul-Geral em Bordéus, e Carlos Sampaio Garrido, Embaixador na Hungria. O reconhecimento como “Justos entre as Nações” é atribuído pelo Yad Vashem, Memorial do Holocausto de Jerusalém, aos não judeus que chegaram a arriscar a própria vida para salvar, proteger ou ajudar judeus durante a II Guerra Mundial. 

Embora não incluído no rol dos "Justos", os oradores também prestaram tributo a Carlos Teixeira Branquinho, Encarregado de Negócios em Budapeste. Ao todo, estes três diplomatas portugueses conseguiram salvar a vida a dezenas de milhares de refugiados, principalmente judeus.
Em paraledo realizou-se uma conferência, a  19- julho-2018, que teve como oradores o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, a Embaixadora de Portugal na República Checa, Manuela Franco, e o Embaixador de Israel em Portugal, Raphael Gamzou. 

A Conferência que precedeu a inauguração da exposição sobre os Justos, não só portugueses, e que está aberta ao público no MNE. Excelentes intervenções, em que Aristides de Sousa Mendes e o seu acto heróico foi muito celebrado, neste dia do seu nascimento. 

quarta-feira, julho 06, 2016

Exposição - Estoril e a Paisagem Cultura dos Anos 40, até 30-Dezembro




O  Espaço Memória dos Exílios, como equipamento cultural municipal dedicado essencialmente ao estudo e à promoção das temáticas que abordam a Guerra Civil de Espanha, Segunda Guerra Mundial, Estado Novo, judeus, exilados e refugiados, bem como todos os assuntos com eles relacionados, considera que o Estoril, como localidade que assistiu a variadíssimas alterações na sua paisagem, merece ser o protagonista de uma exposição que pretende focar-se nos anos 40, mostrando aquilo que de novo foi trazido pelos refugiados e desde logo adotado pelos locais, alterando a paisagem e a imagem deste local turístico.
 
Gratuito
Organização: Câmara Municipal de Cascais | BAIRRO DOS MUSEUS | FUNDAÇÃO D LUIS I
Apoio: Turismo de Portugal | Casino Estoril |Toyota | Fundação Portuguesa das Comunicações | Museu das Comunicações
Informações: tel 214 815 930,  eme@cm-cascais.pt,
  Espaço Memória dos Exílios, Av. Marginal, 7152-A, Estoril, perto do Casino
http://www.cm-cascais.pt/evento/o-estoril-e-paisagem-cultural-nos-anos-40
Horário   10h-18h de segunda a sexta feira  

Coragem em tempo de Medo - Almeida, até 31-Julho-2016

Exposição "Coragem em tempo de medo - Aristides Sousa Mendes"
O Museu Histórico Militar de Almeida acolhe, até ao dia 31 de julho, a exposição "Coragem em tempo de medo - Aristides Sousa Mendes".

quarta-feira, junho 01, 2016

PORTUGAL, THE LAST HOPE: SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM

“PORTUGAL, THE LAST HOPE: SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM” - Sousa Mendes Foundation
“PORTUGAL, THE LAST HOPE:  SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM” - Sousa Mendes Foundationpx
Photo: USHMM, courtesy of Fred Manasse
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 April 7 to September 9, 2016

AMERICAN SEPHARDI FEDERATION HOSTS EXHIBITION AND PUBLIC PROGRAM “PORTUGAL, THE LAST HOPE: SOUSA MENDES’ VISAS TO FREEDOM” AT THE CENTER FOR JEWISH HISTORY
Courageous and Creative Portuguese Diplomat who Saved Salvador Dali, the Authors of Curious George, and Thousands of Other Holocaust Refugees to be Honored

Portugal was the “last hope” for thousands of refugees seeking to escape Nazi-occupied France. Aristides de Sousa Mendes, the Portuguese Consul-General in Bordeaux, France, rescued thousands of refugees in the spring of 1940. He issued visas contrary to the strict orders of his government, forcing open an escape route where none previously existed. After crossing into Portugal, these refugees found a temporary safe haven and were warmly received by the Portuguese population. There the refugees awaited onward destination visas and ship passage to the United States, Latin America and elsewhere with help from the American Jewish Joint Distribution Committee and other aid organizations based in Lisbon. Although harshly punished by his government for his action, Aristides de Sousa Mendes was posthumously named Righteous Among the Nations by Yad Vashem in 1966. “Portugal, the Last Hope” commemorates the 50th anniversary of this honor.

The exhibition and public program are presented by the American Sephardi Federation at the Center for Jewish History, 15 West 16th Street, New York. The exhibition will open on Thursday, April 7, 2016 and will run through Friday, September 9, 2016. The evening program and kosher reception will be held on Thursday, April 7 from 6-9 p.m. Admission is free.

“When following orders was the order of the day, Aristides de Sousa Mendes refused to be an accomplice, whether on account of expediency or complacency, to monstrous attacks on human dignity,” said Jason Guberman, Executive Director of the American Sephardi Federation. “The Holocaust-era heroism honored in this multi-partner exhibit and program should inspire others to follow in Aristides de Sousa Mendes’ stubbornly conscientious and creative footsteps on behalf of freedom,” he added.

The Holocaust scholar Yehuda Bauer describes the heroic feat of Aristides de Sousa Mendes as “perhaps the largest rescue action by a single individual during the Holocaust.” The rescued families ended up in the United States, Canada, Brazil, Israel, the United Kingdom and elsewhere across the globe and began new lives, while Sousa Mendes himself was put on trial by the Portuguese government for “disobedience” and was harshly punished. Some of the visa recipients were prominent, such as the artist Salvador Dalí and the authors of Curious George, Hans and Margret Rey. But most were ordinary families escaping the horrors of Nazi persecution.

The artifacts on display at the Center for Jewish History, including original passports with visas, dolls carried by child refugees, war diaries and other objects, come from the Sousa Mendes family as well as families that survived thanks to the diplomat’s help, and are being provided by the Sousa Mendes Foundation. Other materials, such as unpublished images and films, are being provided by the “Vilar Formoso, Frontier of Peace” museum. On the night of the opening and for a few days following, there will be a display in the lobby of never-before-seen documents concerning Aristides de Sousa Mendes from the collections of the YIVO Institute for Jewish Research, Center for Jewish History.

The project has been organized in partnership with the Portuguese Consulate of New York, the Sousa Mendes Foundation, and the Municipality of Almeida, Portugal, with co-sponsorship of the American Jewish Historical Society, the Aristides de Sousa Mendes Virtual Museum (Portugal), the Centro de Portugal Office of Tourism, the Leo Baeck Institute, and the Luso-Americano Foundation. A related exhibition, with some of the same artifacts, was recently held at the Los Angeles Museum of the Holocaust.

For more information, please contact Marci Melzer, mmelzer@asf.cjh.org, (917) 606-8266.

Center for Jewish History
15 West 16th Street
New York, NY 10011
Outras informações
Sousa Mendes Foundation
PO Box 4065, Huntington
NY 11743-0790

quinta-feira, abril 21, 2016

Homenagem a Sousa Mendes, Nova Iorque até 9-Setembro

Datas: 7-Abril até  9-Setembro-2016

Local:  CJH,Center for Jewish History

            15 west 16, NYC

Entrada livre, fechado aos sábados 

A exposição sobre Aristides Sousa Mendes, intitulada “Portugal, a última esperança: os vistos de Sousa Mendes para a liberdade” estará patente até 9 de Setembro e a entrada é livre.
Um auditório cheio, quase 300 pessoas escutam em silêncio os acordes de uma guitarra portuguesa. Pedro Silva, há mais de 20 anos músico profissional em Nova Iorque, dá o mote para uma sessão em que Portugal e os portugueses foram objecto dos maiores elogios. Não, não se trata de mais uma sessão de nostalgia da pátria promovida pela comunidade portuguesa em Nova Iorque. Na sala estão até muito poucos portugueses e talvez seja essa a razão por que só se ouvem elogios e não críticas ao país. Os elogios vêm de americanos que estão eternamente gratos a Portugal e a um português em particular. A um homem que salvou da morte os pais e os avós de muitos dos presentes e mesmo alguns dos presentes.
Aristides Sousa Mendes, o diplomata português que, em Junho de 1940, decidiu dar vistos, em Bordéus, a cerca de 30 mil refugiados da guerra, na sua maioria judeus, é o principal responsável por este auditório cheio. Literalmente. Se não fosse ele, alguma desta gente não estaria viva, e muita nem sequer tinha nascido. Isso percebe-se melhor num momento particularmente tocante da sessão, quando alguém da mesa pede a todos aqueles com familiares salvos por Aristides Sousa Mendes que se levantem. Quase metade da sala! São avós, pais e netos que sabem de certeza certa que foi Sousa Mendes que lhes permitiu a sobrevivência e a existência.
A gratidão e a admiração destas centenas de pessoas pelo diplomata português é ilimitada, ele é um herói que desafiou o ditador Salazar para fazer “the right thing”, aquilo que era justo. No auditório do Centro da História Judaica não há dúvidas sobre isso e todos sabem como Aristides Sousa Mendes pagou cara essa ousadia perante o regime. Todos sabem como ele acabou expulso da função pública, impedido de exercer a sua profissão de diplomata e remetido à miséria.
Mas nem isso abalou a sua determinação e dignidade, valores que transmitiu à família. Sheila Abranches-Pierce, neta de Aristides, americana da Califórnia, testemunha que nunca ouviu qualquer lamento dos seus pais ou dos seus tios sobre a atitude do avô que conduziu a família à miséria. À Renascença, recorda como o pai sempre se sentiu um “americano com sotaque” e a nostalgia que o invadia quando ia a Portugal. “Mas nunca o ouvi dizer uma única vez que se o meu avô não tivesse feito o que fez, ele poderia ter vivido em Portugal. Pelo contrário, sempre se orgulhou do meu avô e sempre disse que era importante divulgar o seu exemplo”. O pai de Sheila era o filho mais novo de Aristides, aquele que viveu o drama de Bordéus com menor consciência dos perigos corridos, tinha apenas cinco anos.
Um ano mais novo era Jean-Claude van Ittalie, que vivia em Bruxelas quando os alemães invadiram a cidade. Acordou com o ruído dos bombardeamentos para ver a mãe a meter à pressa alguns haveres numa mala e fugirem da cidade. Chegaram a Bordéus de automóvel e Jean-Claude ainda se lembra que havia uma fila de milhares de pessoas frente ao consulado português a tentar obter vistos. Mas o acaso fez com que não esperassem muito tempo. “Havia um jovem judeu alemão, de 14 anos, também em fuga, que organizava a entrada e saída das pessoas. Percebeu que tínhamos carro e disse ao meu pai que o metia lá dentro se ele o levasse connosco no carro”, contou à Renascença.
O pai de Jean-Claude, como muitos outros, nem fazia ideia de que Sousa Mendes passava os vistos à revelia do Governo português, mas hoje este sobrevivente diz que Aristides “recusou a noção convencional de obediência enquanto cônsul-geral de Portugal em Bordéus”, e que foi graças a isso que ele e a família sobreviveram. “O Aristides Sousa Mendes foi um herói”, diz, num tom sereno e muito convicto, como quem afasta a suspeita de que o afirma por ser parcial na questão.
Um herói celebrado na quinta-feira à noite pela comunidade judaica de Nova Iorque, quando passam 60 anos sobre a sua consagração como “Homem Justo entre as Nações”, distinção conferida pelo Yad Vashem, a autoridade (e museu) israelita dedicada à recordação do Holocausto. Entidades como o já mencionado Centro da Histórica Judaica, a Fundação Sousa Mendes, a Federação Sefardita Americana, a Sociedade Histórica Judaico-Americana, a Fundação Raoul Wallenberg uniram esforços com algumas portuguesas como o Consulado-Geral de Portugal em Nova Iorque, o Museu Virtual Aristides Sousa Mendes e a Câmara Municipal de Almeida para a sessão de evocação, mas também para inaugurar uma exposição dedicada a Aristides e à época em que Portugal recebeu alguns milhares de refugiados da Segunda Guerra Mundial. Exposição em que figura material vindo de Portugal.
O próprio presidente da Câmara de Almeida, António Batista Ribeiro, compareceu na cerimónia porque é neste município que se situa Vilar Formoso, a fronteira onde chegaram os refugiados que traziam os vistos passados em Bordéus pelo cônsul português. E ali vai ser criado um museu alusivo à época, cujo projecto foi explicado pelas suas responsáveis científicas – a arquitecta Luísa Pacheco Marques e a historiadora Margarida Ramalho, igualmente coordenadoras do Museu Virtual Aristides Sousa Mendes. Trata-se essencialmente da recuperação de dois armazéns contíguos à estação do caminho-de-ferro e da própria gare do comboio, por onde na década de 1940 os refugiados entravam no país. Daí que o nome do futuro núcleo museológico seja “Vilar Formoso: a Fronteira da Paz”. Uma designação que parece bastante apropriada já que só quando chegavam a Portugal, após atravessarem a Espanha franquista, aliada de Hitler, é que os refugiados se sentiam em terreno seguro.
Entusiasta do projecto, o autarca de Almeida contou à Renascença que foi ele próprio a avançar com a ideia quando percebeu a importância histórica de Vilar Formoso naquela época. “Uma das vezes que fui a Lisboa fui ter com as responsáveis do museu virtual, apresentei-me e disse-lhes ao que vinha”. A partir daí as coisas não mais pararam. Da Fundação Grant, norueguesa, vieram cerca de 350 mil euros e a autarquia está disponível para cobrir o resto do investimento caso não surjam mais apoios financeiros. Segundo Batista Ribeiro, a totalidade do projecto deverá custar entre 700 e 800 mil euros, uma verba que não parece exagerada a quem faz questão de preservar uma memória de que o país tem razões para se orgulhar.
De honra e responsabilidade em celebrar Aristides Sousa Mendes falou também a cônsul-geral portuguesa em Nova Iorque, Manuela Bairos, que aludiu à crise actual dos refugiados que se vive na Europa, para confessar um dilema de consciência: “É difícil recusar um visto nos dias de hoje quando pensamos em Aristides Sousa Mendes”. Depois lembrou que o diplomata português era formado em Direito e que uma forma interessante de o homenagear seria criar uma cátedra e uma bolsa de estudo com o seu nome numa das faculdades de Direito mais prestigiadas de Nova Iorque, ligada à comunidade judaica: a Cardoso Law School.
fonte: http://rr.sapo.pt/noticia/51377/?utm_source=rss

domingo, janeiro 17, 2016

Coragem em tempo de Medo, Chamusca

Exposição Retrospetiva - vida de Aristides de Sousa Mendes

local: Biblioteca Municipal Ruy Gomes da Silva
data:   5 e 31 de Dezembro 2015
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“Coragem em Tempo de Medo” é o nome da exposição retrospetiva à vida e obra de Aristides de Sousa Mendes que vai estar patente na biblioteca municipal Ruy Gomes da Silva, na Chamusca, entre os dias 5 e 31 de dezembro.
Esta mostra dedicada ao diplomata português que salvou cerca de 30 mil vidas durante a II Guerra Mundial surge no ano em que se assinala o 130º aniversário do seu nascimento.
A exposição divide-se em cinco módulos, "Biografia | Salazar e o Estado Novo | Guerra Civil de Espanha", "Alemanha Nacional – Socialista e início da II Guerra Mundial", "Portugal, o fecho das fronteiras e a II Guerra Mundial", "Aristides e os refugiados em Portugal", e "A punição | Situação Europeia até ao final da Guerra | Tardia reabilitação póstuma de Aristides".
Nascido em Cabanas de Viriato em 1885 e falecido em Lisboa, em 1954, Aristides de Sousa Mendes, enquanto cônsul em Bordéus, em plena II Guerra Mundial, concedeu milhares de vistos a judeus e refugidos de guerra, salvando-os de uma condenação à morte, contrariando as ordens expressas do governo português.
Esta ação valeu-lhe um processo disciplinar, instaurado por Oliveira Salazar, que o afastou definitivamente da carreira diplomática.
O trabalho realizado por Aristides Sousa Mendes, foi considerado como a maior ação de salvamento realizada por uma só pessoa durante o holocausto, sendo mesmo considerado um herói da II Guerra Mundial.

quinta-feira, janeiro 07, 2016

Coragem em tempo de medo - Aristides de Sousa Mendes, Caldas da Rainha, 14-Jan a 20-Fev

Exposição "Coragem em tempo de medo - Aristides Sousa Mendes” no CCC

Cartaz da exposição "Coragem em tempo de medo - Aristides Sousa Mendes”"Coragem em tempo de medo - Aristides Sousa Mendes” é como se designa a exposição, que vai estar patente no Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha até 14 de fevereiro. A mostra vai ser inaugurada no dia 14 janeiro, pelas 16h30, onde estará presente Irene Pimentel, que é a autora científica e do respetivo catálogo, que guiará a visita, António Moncada de Sousa Mendes, neto de Aristides de Sousa Mendes, e Ricardo Silva, colaborador da revista Visão-História e Jornal Expresso. Às 17h30 dar-se-á início à série de conferências sob o título “Ser cidadão do mundo, hoje!”.
05-01-2016 | Mariana Martinho
“Os regimes ditatoriais - implantados na Europa após a Primeira Guerra - foram encabeçados por líderes galvanizadores na disseminação de ideias fascistas persecutórias, que prepararam o caminho para o segundo conflito mundial do século XX. Por inerência do seu cargo de cônsul de Portugal em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes deveria ter obedecido aos procedimentos do governo do seu país, nomeadamente à Circular 14 e pedir autorização para a emissão de vistos. No entanto, o imperativo de consciência humanitário sobrepôs-se aos deveres diplomáticos e políticos, possibilitando a vida a milhares de refugiados dessa guerra, e expatriados acossados pelas leis nazis, antissemitas e pela fobia comunista. A coragem deste homem bom, em tempo de medo, foi honrada pela Câmara de Viseu, que realizou a exposição “Coragem em tempo de medo - Aristides Sousa Mendes”, descreve a Comissão Executiva do Conselho da Cidade – Associação para a Cidadania, que organiza a iniciativa nas Caldas da Rainha.
“A problemática das migrações e dos foragidos das guerras anuncia-se um assunto candente cujos contornos são inimagináveis agora e que requer a presença de altos responsáveis do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), do ACM (Alto Comissariado para as Migrações), de deputados europeus, de jornalistas e de outras entidades e plataformas de acolhimento e de inserção”, aponta a organização.
Para Maria Júlia, presidente do Conselho da Cidade, esta exposição “é uma mais-valia atendendo à relação que a cidade tem com os refugiados da Segunda Guerra Mundial, que estiveram aqui durante algum tempo até conseguirem ir para outros destinos, onde depois refizeram as suas vidas”. Assim, “entendemos que esta exposição estivesse aberta ao público, durante o período de aulas, para que os alunos das várias escolas do concelho pudessem visitar”.
Segundo Marina Ximenes, membro do Conselho da Cidade, a mostra, que “por si só já é riquíssima, procura envolver de forma interessante a população caldense”. Como tal, para o dia 14, o Conselho da Cidade programou entre as 10h00 e as 12h30, uma conversa com os alunos do 9º ano, no auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, com a presença de António Moncada de Sousa Mendes. Das 14h30 às 16h00, será a vez dos alunos do ensino secundário. Em simultâneo, realizar-se-ão conferências /conversas entre 23 de janeiro e 20 de fevereiro, na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro.
- See more at: http://jornaldascaldas.com/Exposicao_Coragem_em_tempo_de_medo__Aristides_Sousa_Mendes_no_CCC#sthash.OwKtJp0H.dpuf

sexta-feira, dezembro 20, 2013

Homenagem a Sousa Mendes na Ordem dos Advogados, Largo de São Domingos

A Ordem dos Advogados (AO), em colaboração com a Fundação Aristides de Sousa Mendes (FASM), homenageará, a 10 de Dezembro, e na sua sede, Largo de São Domingos, em Lisboa, o Cônsul Aristides de Sousa Mendes. A homenagem insere-se na Comemoração do 65.º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, promovida pela Comissão dos Direitos Humanos da OA e contará com as intervenções da historiadora Irene Pimentel e do Bastonário da OA, António Marinho e Pinto.

Na mesma data será inaugurada, pelas 17.30 horas, uma pequena exposição com documentos do espólio da AO, relativos ao Advogado e Cônsul de Bordéus, e alguns objectos pertença da FASM. Nela poder-se-ão ler cartas escritas por Aristides de Sousa Mendes à Ordem dos Advogados, num período dificílimo da sua vida, e conhecer a nobreza do seu carácter que seguramente constitui um exemplo para todos nós.
Fonte:  http://www.publico.pt/portugal/noticia/aristides-de-sousa-mendes-uma-homenagem-1615525

sábado, agosto 25, 2012

Aristides "um Exemplo de Coragem" , Castelo Branco

Chegou à Biblioteca Municipal de Castelo Branco a Exposição "Aristides Sousa Mendes, um exemplo de coragem" em Banda Desenhada. Esta mostra vinda das Bibliotecas Municipais de Lisboa estará patente ao público até 28 de Setembro de 2012, das 10h00 às 18h30, segunda a sexta-feira.

https://www.facebook.com/pages/Biblioteca-Municipal-de-Castelo-Branco/141488529239825
Beiras on-line http://www.asbeiras.pt/2012/08/exposicao-de-banda-desenhada-sobre-aristides-mendes-em-castelo-branco/

domingo, abril 03, 2011

Sousa Mendes um Exemplo de Coragem, 5-Abril

De 5 a 29 de Abril estará patente, na Biblioteca Municipal de Arraiolos, a exposição “Aristides de Sousa Mendes – uma exemplo de coragem”. Esta é uma mostra em Banda Desenhada que dá a conhecer a figura do cônsul português.

A exposição é originária da Biblioteca Museu República e Resistência, tendo sido gentilmente cedida para neste mês assinalar os 57 anos sobre o seu desaparecimento.

Aristides de Sousa Mendes é hoje uma referência universal do respeito pelos Direitos do Homem e pela convivência salutar entre povos e religiões diversas. Assim, esta foi a forma encontrada para o homenagear e, em simultâneo, dar a conhecer a sua vida e obra.

Para escolas está preparada uma visita guiada seguida de atelier temático, requerendo marcação prévia. O evento poderá ser visitado de segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h30 às 18h30, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal.


Fonte: CM Arroiolos

terça-feira, março 22, 2011

Sousa Mendes and the Rescue of Children, 2-April, Mineola, NY

The Aristides de Sousa Mendes Foundation US and the International Raoul Wallenberg Foundation with the cooperation with the Mineola Memorial Library join to recall Aristides de Sousa Mendes and the many children he saved in an afternoon of storytelling from the Curious George series and a viewing the the new film, the Consul of Bordeaux.

Date: Saturday, 2-April-2011, 1:00-5:oo pm
Location: Mineola Memorial Library, 195 Marcellus Rd, Mineola, NY

Participants and speakers include Board Members of the sponsoring organizations as well as NY State Senator Jack Martins, and JJ Prins, a Sousa Mendes visa recipient.

The reception for this interesting event, which marks the closing of the Sousa Mendes exhibition, was made possible by the generosity of Manuel Carvalho of Churrasqueira da Bairrada of Mineola.

"This event was prepared having in mind our youth and has a dual purpose :

First to remember and honor the memory of Aristides de Sousa Mendes. Tomorrow April 3th is the 57th anniversary of his death.

Second, to convey and reinforce the idea of conscience-awakening, so imperative in today’s world.

Though it applies to every one of us, it is specially important for our youth, because it is during these formative years of our lives that we shape our future.

The exhibit and the film we are about to see show that sometimes it is acceptable, I dare say sometimes it is even imperative-- to be a rebel, to have the courage to follow one’s idea even if that means to be different from everybody else.

And as we do so, besides the gratifying feeling of accomplishment, we discover and realize that we can influence and shape not only our personal lives and our future but we can also impact the future of many, and sometimes we can even impact and influence the future of the world.

With this in mind I suggest that both this exhibit and this film be presented and shown to as many people as possible, specially to young people, always eager to find and follow a role model in their lives.

If we do so, these can be timely and efficient educational tools for our youth and our world."

João Crisóstomo, event coordinator

O encerramento da exposição sobre Sousa Mendes na Biblioteca de Mineola inclui os contos de Curious George, o filme O Consul de Bordéus e conta com a presença do Senador estadual Jack Martins e um JJ Prins, que recebeu visto de Sousa Mendes.

terça-feira, setembro 28, 2010

A coragem da tolerância - Aristides de Sousa Mendes, Espaço Exílios, Estoril, 2-Outubro, 15h

Tertúlia "A coragem da tolerância - Aristides Sousa Mendes", em comemoração do seu 125º aniversário 

Data:  Sábado, dia 2 de Outubro, 15h00

Local: Espaço Memória dos Exílios, primeiro piso da Estação dos Correios do Estoril

Organização conjunta da Câmara Municipal de Cascais e Museu República e Resistência de Lisboa 

Este evento, que está na Agenda do Presidente da Câmara de Cascais,  contará também com a presença de José Cymbron da Fundação Aristides de Sousa Mendes, Sonia Louro, autora, Regina Pinto, CNC , Leonor Amaral e Francisco Dias.  

Os participantes podem também apreciar a exposição sobre Sousa Mendes que  está desde já patente. 

quarta-feira, agosto 04, 2010

Sousa Mendes em exposição no Espaço Exilios, CTT, Estoril

ARISTIDES DE SOUSA MENDES - A CORAGEM DA TOLERÂNCIA

de 5 de Julho a 30 de Setembro 2010

Espaço Memória dos Exílios, Estoril

Exposição fotográfica evocativa da figura e vida do cônsul português em Bordéus que, em desobediência às ordens do governo de Salazar, passou vistos a refugiados judeus e de várias nacionalidades, salvando-os do Holocausto, quando França foi invadida pela Alemanha Nazi em 1940.


Local: ESPAÇO MEMÓRIA DOS EXÍLIOS, CTT, Avenida Marginal 7152A, Estoril (perto da estação de comboio)

Datas: Até 30-Setembro, de segunda- feira a sexta-feira das 10h00 às 18h00
Organização: C.M. Cascais e Biblioteca Museu República e Resistência

Informações pelo tel: 214815930

VER notícia de exposição anterior

segunda-feira, abril 19, 2010

Aristides de Sousa Mendes em banda desenhada, na Sertã, até 7-Maio-2010

13-Abr-2010

A Casa da Cultura da Sertã está a acolher, até ao dia 7 de Maio, a exposição “Aristides de Sousa Mendes em BD”. Composta de 23 painéis de grandes dimensões de Banda Desenhada, esta exposição, da autoria de José Ruy, um dos mais reputados especialistas em BD, mostra a importância de Lisboa como abrigo e farol dos refugiados de toda a Europa em plena II Guerra Mundial.

Esta exposição pretende relembrar a acção de Aristides de Sousa Mendes e o seu exemplar desempenho que, infringindo as regras de Salazar, conseguiu salvar milhares de vidas, optando pela abnegação e tolerância, em detrimento do comodismo consumista e indiferença globalizada.

Aristides de Sousa Mendes é hoje uma referência universal do respeito pelos Direitos do Homem e pela sua convivência salutar entre povos e religiões diversas.

Cedida pela Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa, esta exposição de Banda Desenhada poderá ser apreciada de terça-feira a sábado, das 15 às 18 horas.

De origem romana e com um património natural e cultural invejável, a vila da Sertã, no distrito de Castelo Branco,  encontra-se docemente reclinada sobre as albufeiras do Zêzere, Castelo do Bode e Bouçã.
Fonte: Radio Condestável , Jornal Reconquista, acessos pelas estradas IC8 e N2 ver mapa