domingo, maio 20, 2018
Encontros de Autor 2018: Descendente de refugiados de Sousa Mendes conta a história da sua família, 6-Junho
sábado, janeiro 07, 2012
RTP - ARISTIDES DE SOUSA MENDES, O CÔNSUL INJUSTIÇADO
RTP - ARISTIDES DE SOUSA MENDES, O CÔNSUL INJUSTIÇADO
A história de um homem que salvou milhares de judeus e de outros refugiados.
É a história do Cônsul de Portugal em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, que, em Junho de 1940 e desobedecendo às ordens emitidas por Salazar, passou e fez passar milhares de vistos a pessoas que fugiam do avanço nazi, entre os quais vários judeus. Considerado por muitos como o maior salvador individual de judeus, depois de Wallenberg, Sousa Mendes foi afastado da carreira diplomática por um processo de duvidosa legalidade e morreu na miséria. Embora em Israel seja tido por um dos "gentios virtuosos" e tenha sido alvo de várias homenagens, só recentemente se procedeu à sua reintegração.
GÉNERO: Documentários
FICHA TÉCNICA:
Realização: Teresa Olga
Autoria: Diana Andringa
Tit. Original: «ARISTIDES DE SOUSA MENDES, O CÔNSUL INJUSTIÇADO»
Próximas Exibições: RTP Memória 2012-01-07 | 00:12h
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quarta-feira, novembro 30, 2011
Heróis de Portugal - Sousa Mendes

«Heróis de Portugal Como Nunca Foram Contados», texto de Pedro Marta Santos e ilustrações de Tiago Gonçalves
«O que é um herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun´Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo?
Ver mais livros sobre Sousa Mendes http://amigosdesousamendes.blogspot.com/search/label/livros
Bibliografia de livros e publicações sobre Sousa Mendes
Mais recursos sobre Sousa Mendes
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segunda-feira, abril 25, 2011
Nomes e Olhares para a Memória e o Ensino da Shoah
O Projecto N.O.M.E.S. (Nomes e Olhares para a Memória e o Ensino da Shoah)
Sandra Costa, Portugal
O Projecto N.O.M.E.S. (Nomes e Olhares para a Memória e o Ensino da Shoah) foi concebido tendo por base a filosofia educativa da Escola Internacional para o Estudo do Holocausto, integrada no Yad Vashem, cuja prioridade é a personificação das vítimas: dar um rosto, um nome e uma história a cada uma delas. Assim, durante o desenrolar deste projecto, pretendeu-se ensinar a Shoá através de relatos humanos a um grupo de 37 alunos do 12.º Ano da Escola Secundária de Vilela (Paredes, Portugal) para que se possa perceber que não é de números que se trata quando se fala da “Solução Final do problema judeu” mas de seres humanos.

II Exposição e Colóquio «Europa, Memória e Holocausto»
Assim, ao longo do ano lectivo 2009/2010, estes alunos portugueses foram divididos em quatro grupos de trabalho. Um grupo realizou a operação “Apesar de tudo sobrevivemos”: pesquisa de biografias de sobreviventes da Shoá de diferentes nacionalidades e preenchimento de fichas de identificação que agora estão disponíveis, em caixas construídas pelos alunos, para consulta na Biblioteca da Escola. Um segundo grupo organizou a operação “Nós também vivemos a guerra”: um projecto de história oral e local sobre o impacto da 2.ª Guerra Mundial na vida dos portugueses, através da aplicação de um inquérito a uma amostra populacional da área geográfica de influência da escola e a outra amostra da área geográfica do Porto. O resultado deste trabalho foi a produção de um poster com as conclusões comparativas mais relevantes do estudo efectuado. O terceiro grupo realizou a operação “Olhares diversos sobre a Shoá”: um projecto de intercâmbio multicultural e história comparativa sobre a memória do Holocausto, mediante contacto dos alunos portugueses com estudantes estrangeiros (residentes no estrangeiro ou estudantes Erasmus a residir em Portugal), por via electrónica ou presencial. O objectivo era produzir um estudo comparativo sobre conceitos relacionados com o Holocausto, o ensino do Holocausto, a importância da memória do Holocausto… em diferentes países, tendo-se assim produzido três posters com as conclusões do estudo. Finalmente, o quarto grupo desenvolveu a operação “À procura de seis em seis milhões”.

“À procura de seis em seis milhões”
Tendo por base a história pessoal de Daniel Mendelsohn publicada no livro “Os Desaparecidos: À procura de 6 em 6 milhões”, aos estudantes portugueses foi proposto o desenvolvimento de um projecto de recuperação da memória de seis pessoas que morreram no Holocausto, através do contacto com um familiar dessas pessoas que vivesse em Portugal ou falasse português, por via electrónica. Com a informação recolhida (memórias pessoais dos familiares, fotografias, documentos pessoais, consulta documental em arquivos online) os estudantes construíram uma exposição com 20 cartazes, onde a memória destas pessoas foi recuperada. Este é o catálogo dessa exposição.
Fonte: http://www1.yadvashem.org/yv/en/education/languages/portuguese/sandra_costa.asp
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segunda-feira, abril 11, 2011
Autor de livro sobre Sousa Mendes na Academia de Letras e Artes
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quarta-feira, março 09, 2011
Livros sobre Sousa Mendes
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quinta-feira, janeiro 20, 2011
Memória do Holocausto nas Bibliotecas a 27-Janeiro-2011
Data: quinta-feira, 27-Janeiro-2011, 18h30
Local: Biblioteca da Assembleia da República
Programa:
• João Rebelo, Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal - Israel
• José Oulman Carp, Representante da Comunidade Israelita em Lisboa
• Ehud Gol, Embaixador do Estado de Israel em Lisboa
• Kathrin Meyer, Secretária-Geral da Task Force for International Cooperation on Holocaust Education
• Jaime Gama, Presidente da Assembleia da República
O Coro da Assembleia da República interpretará as seguintes canções:
The Dreydl Song (tradicional isrealita)
La Rose Enflorece (canção sefardita - Harm: Emílio Reina)
Shalom Chaverim (Israeli Round)
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Evento: Exposição e documentários
Local: A biblioteca escolar da Escola Beatriz Ângelo na Guarda, cujo patrono é Aristides de Sousa Mendes, vai recordar o holocausto em sua homenagem. Um homem de coragem, Aristides de Sousa Mendes, decidui ajudar aqueles que fugiam da barbárie nazi, e por isso foi punido e ostracizado.
Aristides escolheu “estar com Deus contra os homens “ em vez de “estar com os homens contra Deus” e por isso é um exemplo de dignidade e generosidade
Ver também http://extra.globo.com/noticias/religiao-e-fe/rosiane-rodrigues/holocaustomemoria-sobrevivencia-835277.html
A Biblioteca Municipal de Carregal do Sal tem uma colecção interessante de livros e obras relacionadas com o tema de Aristides de Sousa Mendes. O Catálogo da Biblioteca pode ser consultado aqui.
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sábado, janeiro 01, 2011
Discriminação racial e religiosa reflecte motivos económicos
Discriminação racial e religiosa: do mito da pureza do sangue ao mito ariano
No Brasil: Na apresentação do seu livro “Cidadão do Mundo. O Brasil diante do Holocausto e dos judeus refugiados no nazifascismo” em Lisboa, Maria Luiza Tucci Carneiro, historiadora da Universidade de São Paulo referiu a importância dos “estatutos da pureza de sangue” no Brasil, um conceito de discriminação, herdado de Portugal, com raízes na Espanha do século XV.
A historiadora enfatizou que tais teorias favoreceram uma legislação e práticas intolerantes que dividiram as sociedades (de Espanha, Portugal e colónias) em dois segmentos opostos: os puros (limpos de sangue) e os impuros (infectos de sangue).
Isto faz recordar que foi a legislação ibérica que centrou as atenções no estatuto de pureza de sangue, desde que o rei D. Manuel (1495-1521) lançou um decreto real em 1497, conhecido por “édito de expulsão”, para expulsar todas as pessoas judias e mouras das terras portuguesas em nome da purificação e limpeza de sangue. Nesse ano, também foram retirados as filhas e os filhos judeus de seus pais para a educação “cristã”. Aquelas pessoas que não conseguiram sair a tempo do período fixado pelo édito só poderiam permanecer convertidas ao catolicismo, o que fez surgir as categorias de “cristã(ão) nova(o)” e marrano.
O requisito de limpeza de sangue estabelecia o impedimento de acesso a cargos e títulos de honra, além de impor os limites aos grupos discriminados como "infectos" (judeus, cristão-novos, mouros, ciganos, indígenas e negros) pelo poder político. Aplicada à legislação, tal discriminação atingiu todos os domínios portugueses.
A repressão ao povo mouro e ao povo judeu surge em meados do século XV e é válida para todas as terras dominadas por Portugal. A partir de 1514-1521, com a ampliação das conquistas territoriais, surgem mais três novas caracterizações para o requisito de limpeza de sangue: “cristão-novo”, “cigano” e “indígena”. Em 1603, serão acrescentados “negro” e “mulato”. A partir de 1774, a discriminação contra o povo judeu, o povo mouro e a população cristã-nova desaparecem da legislação portuguesa. Dois anos depois, o Marquês de Pombal também retira a categoria indígena. Restam assim o “negro” e “mulato”.
A legislação portuguesa teve ampla vigência no território brasileiro com as Ordenações Filipinas, que seguiam com o requisito de pureza de sangue e a regência das relações étnico-raciais. Para se ter ideia, tais ordenações só tiveram vigência interrompida, em âmbito penal, com o Código Criminal do Império, de 1830; e, no âmbito civil, apenas em 1917, com o primeiro Código Civil brasileiro. Em Portugal a descriminação institucionalizada terminou definitivamente com a Constituição de 1976.
Os regimentos e processos de pureza de sangue ou Processos de Habilitação, Vita e Moribus, aplicados no Brasil, foram analisados por Tucci Carneiro em seu livro Preconceito Racial em Portugal e Brasil Colónia, tendo como base em consultas a fontes históricas dos séculos XVI-XIX, tais como os arquivos da Cúria Metropolitana (São Paulo, Rio de Janeiro e Belém do Pará), os sermões de autos-de-fé e dicionários históricos.
(Fonte: http://anthrocivitas.net/forum/showthread.php?p=93459 e www.arqshoah.com.br)
Na Alemanha: Muitos anos antes da criação dos campos de concentração, já o regime Nazi tinha aplicado aos judeus alemães medidas cada vez mais discriminatórias e restritivas, afastando-os sucessivamente de diversos ofícios e profissões, recuperando o conceito de pureza de sangue para revitalizar o "mito ariano", conforme analisado por Leon Poliakov.
Em Portugal: Também em Portugal se aplicava este conceito discriminatório para limitar o acesso de certos grupos a cargos e profissões importantes na sociedade, criando barreiras sociais e económicas.
Neste documento datado de 1786 de Beijós , a aldeia ancestral da família Sousa Mendes, os homens respeitados da aldeia foram solicitados a abonar a favor de um "candidato a bacherel", nascido numa casa senhorial do Lugar de Além, cujo pai era de Trancoso. A grande diferença relativamente aos tempos de hoje, é que o candidato a bacherel tinha também de fazer prova das suas boas origens, do comportamento insuspeito não só da sua pessoa como dos seus antepassados, não podendo haver lugar para dúvidas relativas a heresias ou a simpatias com a religião judaica.
Segundo a
transcrição da 1ª pág. do processo de Leitura de Bacharéis de um ilustre beijosense, neste processo prestaram declarações em 1786, quatro testemunhas beijosenses, a saber, “Jozé de Loureiro Lavrador; Jozé da Costa Carpinteiro; António da Costa de Figueiredo Lavrador; Manoel Rodrigues Çapateiro.” Basicamente, declararam que conheciam o habilitando e os seus ascendentes beijosenses; que esses ascendentes «nunca cometeram crime de leza Magestade Divina ou Humana»; que o habilitando «tem boa vida e costume»; e que praticavam a “religião oficial do Reino”....Considerando os elevados níveis históricos de analfabetismo, compreendem-se os motivos para limitar o acesso aos "empregos literarios" que davam tanto poder e prestígio...
Transcrição: «Diz o B.el Jacincto Lopes Tavares da Costa de Ornellas, Fidalgo da Caza de Vª Mag.e natural do lugar de Beijóz, conselho de Olivrª do Conde, Comarca de Vizeu, filho ligitimo do Mestre de Campo Bartholomeu da Costa Coutinho Tavares de Araujo, n.al da Vª e Com.ca de Trancozo, tambem Fidalgo da Caza de Vª Mag.e, e de D. Maria Margarida de Ornellas Rolim e Abreu do dº lugar de Beijóz, netto pela parte paterna do Sargento mór de Batalha Jacincto Lopes Tavares da Costa Governador que foi da Praça de Alm.da, e governou as Armas da Provª da Beira, tambem Fidalgo da Caza de Vª Mag.e, e de D. Margarida Fran.ca Correia Tavares do lugar de Escarigo, trº de Castello Rodrigo, da dª Com.ca de Trancozo, e pela parte materna de Joao Ornellas Rolim e Abreu, tambem Fidalgo da Caza de Vª Mag.e do m.mo lugar de Beijóz, e de D. Maria Caetana da Costa Fróes do lugar de Cabanas, tudo do dº Consº de Olivrª do Conde, q'elle pertende servir a V. Mag.e em os empregos literarios».
Fonte: http://antoniopovinho.blogspot.com/2007/07/leitura-de-bacharis.html
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terça-feira, novembro 23, 2010
Livro Cidadão do Mundo lançado em São Paulo e Lisboa

1050 Lisboa
Cidadão do Mundo, título que agora vem integrar a coleção Perspectivas, documenta e história, de forma contundente, o rechaço oficial aos judeus não somente no período autoritário da Era Vargas, o Estado Novo, mas também na "transição democrática" do quinquênio Dutra.
Maria Luiza Tucci Carneiro analisa, com a objetividade da experiente pesquisadora que é – e que não exclui a paixão investigativa capaz de lançar luz sobre os recônditos mais empoeirados da história, nem o posicionamento firme diante da omissão criminosa –, documentos descobertos em arquivos brasileiros e estrangeiros que revelam um passado de discriminação das vítimas do Holocausto e demonstram que o racismo em geral e, em particular, o antissemitismo, mais do que uma política equivocada de um governo, é um traço característico, talvez um preconceito introjetado, de alguns círculos da elite brasileira, sejam eles políticos, militares ou diplomáticos; uma força subjacente que confere sentido a certas posições assumidas por nossa diplomacia no passado, e cujos desdobramentos ainda se fazem presentes. Por todos esses aspectos, trata-se pois de uma obra corajosa que propiciará ao leitor um mergulho profundo nos subterrâneos de políticas que nem sempre foram abertamente declaradas e uma visão objetiva de seu sentido. [j. guinsburg]
Ver "Justos e Salvadores" em: www.arqshoah.com.br
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sexta-feira, julho 23, 2010
Livro de Registos regressa a New York -3
O Livro de Registos do Consulado de Portugal em Bordéus circa 1940 volta a ser exibido no Museu da Herança Judaico (Museum of Jewish Heritage) em Nova Iorque. | Reacções: |
segunda-feira, julho 05, 2010
Livro de Vistos mais uma vez em New York
II Guerra: Acordo permite expor livro de registos de Aristides de Sousa Mendes em Nova IorqueNova Iorque, 05 jul (Lusa) -- O livro de registos de Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus durante a segunda guerra mundial, será exposto em Nova Iorque a partir de 19 de julho 2010, depois de o Instituto Diplomático português ter recuado nas exigências feitas.Ao voltar a exibir o Livro de Registos do Consulado de Portugal em Bordéus de 1940, o Museum of Jewish Heritage de New York volta a reconhecer a importância do extra-ordinário Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes, um dos primeiras iniciativas de resistência aos invasores aparentemente imparáveis. Este novo reconhecimento internacional para o Justo Aristides de Sousa Mendes, que marca o 125º aniversário do seu nascimento e que recorda o papel de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, só foi possível devido à intervenção directa do Ministro de Negócios Estrangeiros Luís Amado.
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quinta-feira, junho 24, 2010
Des Visas pour la Vie
Fontes: Lusojornal, http://www.laprocure.com/livres/eric-lebreton/des-visas-pour-vie-aristides-sousa-mendes-juste-bordeaux_9782749117287.html
Ver bibliografia sobre Aristides de Sousa Mendes em http://rb.carregal-digital.pt/index.php?mod=articles&action=viewCategory&category_id=41
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domingo, abril 11, 2010
Sousa Mendes no Plano Nacional de Leitura
Aristides de Sousa Mendes, Herói do Holocausto, de José Ruy
Edição/reimpressão: 2005, Páginas: 32
Editor: Ancora Editora
ISBN: 978972780137411,00 preço: €9,90€
Sinopse
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e/ou a leitura com apoio do professor ou dos pais.
Natural de Cabanas de Viriato, Aristides de Sousa Mendes, é um dos filhos mais ilustres do Concelho de Carregal do Sal. Diplomata da época do holocausto nazi, o Cônsul foi, acima de tudo, um homem generoso, exemplo de coragem e tolerância numa época em que as directivas do Governo Nacional eram colocadas acima de qualquer imperativo de consciência. E esse foi, acima de qualquer outro, o motivo que transformou Aristides de Sousa Mendes numa das grandes figuras do panorama histórico e político nacional. Através do desfolhar destas breves páginas pretende-se divulgar, dar a conhecer, de uma forma cativante, o Homem cujo gesto humanitário salvou a vida a mais de 30 mil pessoas que eram perseguidas pelo regime de Hitler. Foi este acto que conduziu Aristides de Sousa Mendes e toda a sua família à miséria. Aliás, o Cônsul faleceu, sozinho, no Hospital da Ordem Terceira, em Lisboa, no ano de 1954. Mas o seu gesto só muito mais tarde viria a ser reconhecido. No ano em que lhe prestamos homenagem, quando passa meio século sobre a sua morte, convidamo-lo a descobrir passagens da sua vida a que continuam alheios muitos de nós. Aristides da Sousa Mendes, estou em crer, merece-nos este carinho, este gesto... esta memória!
Ver bibliografia sobre Aristides de Sousa Mendes em http://rb.carregal-digital.pt/index.php?mod=articles&action=viewCategory&category_id=41
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quinta-feira, abril 01, 2010
9 jours pour sauver 30 000 personnes
Neste ano do 70º Aniversário do Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes, conta-se com vários eventos comemorativos, que vão sendo divulgados no blog Amigos de Sousa Mendes, à medida que vão sendo confirmados .O Comité Sousa Mendes de Bordeaux tem um programa de 24 eventos , para todo o ano de 2010, http://70e.sousamendes.org/ . Os próximos eventos terão lugar a 9-Abril, em Sainte-Foy-la-Grande com a apresentação de uma peça de teatro e a exposição "Le Juste de Bordeaux", e a 11-Abril em Bordeaux, com a apresentação do livro "Aristides de Sousa Mendes, héros rebelle".

O Comité Sousa Mendes publicou também um "Livret pédagogique ASM 2009" para uso escolar, que está disponível no seu portal.
Esta pequena publicação em francês está muito interessante e tem o sub-título "9 dias para salvar 30 000 pessoas". Entre outras novidades, contém o retrato inédito de Andrée Cibial, que veio a ser a segunda mulher de Aristides de Sousa Mendes e que morou com ele em Cabanas de Viriato.
No próximo sábado, 3-Abril, às 14h30 comemora-se o 56º aniversário da morte de Aristides de Sousa Mendes depositando flores e pedrinhas (como fazem os judeus) junto ao seu mausoleu no cemitério em Cabanas de Viriato.
http://www.sousamendes.org/livretASM2009.pdf
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sábado, fevereiro 27, 2010
Livro de vistos de Sousa Mendes de novo em Nova Iorque
EUA: Registos de Aristides Sousa Mendes podem voltar a Museu Judaico de NI
O livro de registos de vistos do cônsulado de Bordéus de 1940, onde estão registados alguns dos vistos de Aristides de Sousa Mendes, um documento histórico do tempo da Segunda Grande Guerra, pode voltar a Nova Iorque ao Museu Judaico ainda este ano.
João Crisóstomo, um ativista português residente nos Estados Unidos e um dos vice-presidentes da Raoul Wallenberg Foundation, está neste momento em Lisboa e espera ter luz verde do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, para ter o livro no Museu nova-iorquino a 17 de junho de 2010, dia que marca os 70 anos em que Aristides de Sousa Mendes começou a conceder vistos em massa a judeus e a outros refugiados da Segunda Grande Guerra, sem autorização de Lisboa.
Crisóstomo disse à Lusa que, para marcar a efeméride, vai ser realizada uma missa no Vaticano, em Newark, Nova Jérsia, e em outras capitais europeias.
O livro de visto estêve no Museum of Jewish Heritage em Nova Iorque durante um ano em 2006, como foi noticiado neste blog.
The official register of the Portuguese Consulate of Portugal in Bordeaux, which has many of the visas granted by Sousa Mendes in 1940, is likely to be shown again in the Museum of Jewish Heritage in New York.
Fonte: Diário Digital / Lusa
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domingo, fevereiro 21, 2010
Livro "Um Homem Bom" de Rui Afonso reeditado
Autor: Afonso, Rui
Editora: Texto Editores
ISBN: 9789724740294
Número de Páginas: 400
Encadernação: CAPA MOLE
Data da primeira Edição: 2009
Sinopse
Quando a França foi invadida pela Alemanha nazi, em Maio de 1940, o cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, viu-se perante um doloroso dilema.
Deveria cumprir as ordens de Salazar, negando vistos para Portugal aos refugiados que os solicitavam?
Ou deveria seguir os imperativos da sua consciência, desobedecendo ao ditador e passando vistos que significavam a diferença entre a vida e a morte para milhares de pessoas, sobretudo judeus?
O cônsul seguiu a sua consciência (...) Quantas vidas salvou Sousa Mendes?
Nunca o saberemos com precisão: decerto milhares (...) Como disse um historiador, as acções de Sousa Mendes representaram talvez «a maior acção de salvamento por um único individuo durante o Holocausto.»
A primeira edição deste livro, foi desde logo reconhecida como a biografia definitiva deste diplomata português.
VER também http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=4751
Fonte: Bertrand ; WOOK; Timeout; AgendaLX;
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domingo, janeiro 31, 2010
Vestígios Hebraicos em Portugal
O livro inclui também a reproducção de muitos dos seus quadros dedicados ao mesmo tema.
LIVRO BILINGUE (português e inglês) de Laura Cesana com um poema de António Ramos Rosa e testos dos críticos de arte Fernando de Azevedo, Fernando Pernes e Lima de Freitas. "Trata-se assim, de uma obra que nos fala da História através da pintura, bem como da inspiração através da História. Afinal, e como a autora refere no subtítulo, uma viagem de uma pintora, é este o fio condutor de uma obra extremamente ambiciosa (...)"
Fonte: planeta.ip.pt
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sábado, dezembro 12, 2009
Lançamento de livro no Tejo Bar, Alfama
Data: Domingo, 13-Dezembro-2009, 16h
Local: Tejo Bar, Beco do Vigário, Alfama, Lisboa
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quinta-feira, novembro 05, 2009
Livro o Cônsul Desobediente lançado
O El Corte Inglés de Lisboa foi o cenário para o lançamento exclusivo do novo livro de Sónia Louro, o romance «O Cônsul Desobediente», e em parceria com a Saída de Emergência. O retratado na obra foi perseguido, tendo desafiado Salazar, na sequência de ter salvo cerca de 30 mil vidas.
«Cônsul em Bordéus durante a Segunda Guerra, Aristides é procurado por milhares de refugiados, para quem um visto para Portugal é a única salvação», recorda a produção.
Ver lançamento do livro em Cabanas de Viriato
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quarta-feira, maio 06, 2009
Livro sobre Sousa Mendes em debate, 7-Maio, 18h30

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