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sábado, abril 23, 2016

“Eu Sou Aristides” na Feira Ibérica de Turismo, na Guarda, 5 a 8 Maio

Carregal do Sal repõe “Eu Sou Aristides” 

na Feira Ibérica de Turismo, na Guarda, 5-8 Maio

Depois de Lisboa, a Guarda… O Concelho volta a mostrar-se em mais um certame turístico. Desta vez, Carregal do Sal vai estar na FIT – Feira Ibérica de Turismo, na Guarda, entre os dias 5 e 8 de maio.
Depois de Lisboa, a Guarda…
O Concelho volta a mostrar-se em mais um certame turístico. Desta vez, Carregal do Sal vai estar na FIT – Feira Ibérica de Turismo, na Guarda, entre os dias 5 e 8 de maio.
A evocação de Aristides de Sousa Mendes volta a ser o ex-libris da representação concelhia mas as potencialidades vitivinícolas, gastronómicas, culturais, patrimoniais e paisagísticas também serão valorizadas e até reforçadas. É que desta vez Carregal do Sal vai contar com a participação direta e ativa de produtores de vinho e néctares – Quinta de Cabriz e Ginja Victor; restauração – Hotel Restaurante Salinas e gastronomia – Fumeiro Flor de Sal e Bolos Tortos de Cabanas de Viriato que, repartidos pelos vários dias da FIT, vão garantir momentos de degustação in loco. Para além destes, serão ainda dados a degustar o queijo de ovelha Flor da Beira; as compotas Time To Be Sweet e os diversificados vinhos e espumantes produzidos no território concelhio.
O ator Hugo Rendas volta a “dar vida às palavras certeiras da Sandra Viegas Leal”, como afirma o encenador António Leal, em momentos teatrais “Eu Sou Aristides”, na evocação da Casa do Passal, numa réplica dos cenógrafos Paulo e Nélida Cruz.
À semelhança do que foi feito em Lisboa, vão ser oferecidos vouchers de desconto de 10% em alojamento e restauração do Concelho, numa parceria estabelecida com empreendimentos turísticos e restaurantes da área do Município.
A FIT abre portas no dia 5 de maio às 17h00 e é inaugurada oficialmente pelas 19h00, numa sessão que vai contar com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa.
Sexta e sábado, a Feira funciona entre as 12h00 e as 00h00 e no domingo, 8 de maio, o recinto de exposição encerra às 20h00 mas a área de Restauração e de animação encerra às 00h00.
A Feira realiza-se no Parque Urbano do Rio Diz, na cidade da Guarda num espaço de 7 500 metros quadrados de área coberta, que este ano, reforça a participação espanhola tendo como convidada a Comunidade Autónoma de Castilla y León e, pela primeira vez, um país convidado – o Brasil.
Carregal do Sal estreia-se também na FIT, entre 5 e 8 de maio, na Guarda.
Esperamos por si no Stand 10. Visite-nos!
Data de Publicação: 22/04/2016


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quinta-feira, abril 21, 2016

3 Abril 1954: Morre Aristides de Sousa Mendes, um grande Português

Homenagem a Sousa Mendes, Nova Iorque até 9-Setembro

Datas: 7-Abril até  9-Setembro-2016

Local:  CJH,Center for Jewish History

            15 west 16, NYC

Entrada livre, fechado aos sábados 

A exposição sobre Aristides Sousa Mendes, intitulada “Portugal, a última esperança: os vistos de Sousa Mendes para a liberdade” estará patente até 9 de Setembro e a entrada é livre.
Um auditório cheio, quase 300 pessoas escutam em silêncio os acordes de uma guitarra portuguesa. Pedro Silva, há mais de 20 anos músico profissional em Nova Iorque, dá o mote para uma sessão em que Portugal e os portugueses foram objecto dos maiores elogios. Não, não se trata de mais uma sessão de nostalgia da pátria promovida pela comunidade portuguesa em Nova Iorque. Na sala estão até muito poucos portugueses e talvez seja essa a razão por que só se ouvem elogios e não críticas ao país. Os elogios vêm de americanos que estão eternamente gratos a Portugal e a um português em particular. A um homem que salvou da morte os pais e os avós de muitos dos presentes e mesmo alguns dos presentes.
Aristides Sousa Mendes, o diplomata português que, em Junho de 1940, decidiu dar vistos, em Bordéus, a cerca de 30 mil refugiados da guerra, na sua maioria judeus, é o principal responsável por este auditório cheio. Literalmente. Se não fosse ele, alguma desta gente não estaria viva, e muita nem sequer tinha nascido. Isso percebe-se melhor num momento particularmente tocante da sessão, quando alguém da mesa pede a todos aqueles com familiares salvos por Aristides Sousa Mendes que se levantem. Quase metade da sala! São avós, pais e netos que sabem de certeza certa que foi Sousa Mendes que lhes permitiu a sobrevivência e a existência.
A gratidão e a admiração destas centenas de pessoas pelo diplomata português é ilimitada, ele é um herói que desafiou o ditador Salazar para fazer “the right thing”, aquilo que era justo. No auditório do Centro da História Judaica não há dúvidas sobre isso e todos sabem como Aristides Sousa Mendes pagou cara essa ousadia perante o regime. Todos sabem como ele acabou expulso da função pública, impedido de exercer a sua profissão de diplomata e remetido à miséria.
Mas nem isso abalou a sua determinação e dignidade, valores que transmitiu à família. Sheila Abranches-Pierce, neta de Aristides, americana da Califórnia, testemunha que nunca ouviu qualquer lamento dos seus pais ou dos seus tios sobre a atitude do avô que conduziu a família à miséria. À Renascença, recorda como o pai sempre se sentiu um “americano com sotaque” e a nostalgia que o invadia quando ia a Portugal. “Mas nunca o ouvi dizer uma única vez que se o meu avô não tivesse feito o que fez, ele poderia ter vivido em Portugal. Pelo contrário, sempre se orgulhou do meu avô e sempre disse que era importante divulgar o seu exemplo”. O pai de Sheila era o filho mais novo de Aristides, aquele que viveu o drama de Bordéus com menor consciência dos perigos corridos, tinha apenas cinco anos.
Um ano mais novo era Jean-Claude van Ittalie, que vivia em Bruxelas quando os alemães invadiram a cidade. Acordou com o ruído dos bombardeamentos para ver a mãe a meter à pressa alguns haveres numa mala e fugirem da cidade. Chegaram a Bordéus de automóvel e Jean-Claude ainda se lembra que havia uma fila de milhares de pessoas frente ao consulado português a tentar obter vistos. Mas o acaso fez com que não esperassem muito tempo. “Havia um jovem judeu alemão, de 14 anos, também em fuga, que organizava a entrada e saída das pessoas. Percebeu que tínhamos carro e disse ao meu pai que o metia lá dentro se ele o levasse connosco no carro”, contou à Renascença.
O pai de Jean-Claude, como muitos outros, nem fazia ideia de que Sousa Mendes passava os vistos à revelia do Governo português, mas hoje este sobrevivente diz que Aristides “recusou a noção convencional de obediência enquanto cônsul-geral de Portugal em Bordéus”, e que foi graças a isso que ele e a família sobreviveram. “O Aristides Sousa Mendes foi um herói”, diz, num tom sereno e muito convicto, como quem afasta a suspeita de que o afirma por ser parcial na questão.
Um herói celebrado na quinta-feira à noite pela comunidade judaica de Nova Iorque, quando passam 60 anos sobre a sua consagração como “Homem Justo entre as Nações”, distinção conferida pelo Yad Vashem, a autoridade (e museu) israelita dedicada à recordação do Holocausto. Entidades como o já mencionado Centro da Histórica Judaica, a Fundação Sousa Mendes, a Federação Sefardita Americana, a Sociedade Histórica Judaico-Americana, a Fundação Raoul Wallenberg uniram esforços com algumas portuguesas como o Consulado-Geral de Portugal em Nova Iorque, o Museu Virtual Aristides Sousa Mendes e a Câmara Municipal de Almeida para a sessão de evocação, mas também para inaugurar uma exposição dedicada a Aristides e à época em que Portugal recebeu alguns milhares de refugiados da Segunda Guerra Mundial. Exposição em que figura material vindo de Portugal.
O próprio presidente da Câmara de Almeida, António Batista Ribeiro, compareceu na cerimónia porque é neste município que se situa Vilar Formoso, a fronteira onde chegaram os refugiados que traziam os vistos passados em Bordéus pelo cônsul português. E ali vai ser criado um museu alusivo à época, cujo projecto foi explicado pelas suas responsáveis científicas – a arquitecta Luísa Pacheco Marques e a historiadora Margarida Ramalho, igualmente coordenadoras do Museu Virtual Aristides Sousa Mendes. Trata-se essencialmente da recuperação de dois armazéns contíguos à estação do caminho-de-ferro e da própria gare do comboio, por onde na década de 1940 os refugiados entravam no país. Daí que o nome do futuro núcleo museológico seja “Vilar Formoso: a Fronteira da Paz”. Uma designação que parece bastante apropriada já que só quando chegavam a Portugal, após atravessarem a Espanha franquista, aliada de Hitler, é que os refugiados se sentiam em terreno seguro.
Entusiasta do projecto, o autarca de Almeida contou à Renascença que foi ele próprio a avançar com a ideia quando percebeu a importância histórica de Vilar Formoso naquela época. “Uma das vezes que fui a Lisboa fui ter com as responsáveis do museu virtual, apresentei-me e disse-lhes ao que vinha”. A partir daí as coisas não mais pararam. Da Fundação Grant, norueguesa, vieram cerca de 350 mil euros e a autarquia está disponível para cobrir o resto do investimento caso não surjam mais apoios financeiros. Segundo Batista Ribeiro, a totalidade do projecto deverá custar entre 700 e 800 mil euros, uma verba que não parece exagerada a quem faz questão de preservar uma memória de que o país tem razões para se orgulhar.
De honra e responsabilidade em celebrar Aristides Sousa Mendes falou também a cônsul-geral portuguesa em Nova Iorque, Manuela Bairos, que aludiu à crise actual dos refugiados que se vive na Europa, para confessar um dilema de consciência: “É difícil recusar um visto nos dias de hoje quando pensamos em Aristides Sousa Mendes”. Depois lembrou que o diplomata português era formado em Direito e que uma forma interessante de o homenagear seria criar uma cátedra e uma bolsa de estudo com o seu nome numa das faculdades de Direito mais prestigiadas de Nova Iorque, ligada à comunidade judaica: a Cardoso Law School.
fonte: http://rr.sapo.pt/noticia/51377/?utm_source=rss

sexta-feira, abril 01, 2016

Conference on Jewish Museologies and the Politics of Display, 13-March-2016

The Centre for Jewish Studies is a transdisciplinary research centre at the University of Leeds, United Kingdom

Conference on Jewish Museologies and the Politics of Display, 

University of Leeds, 13-March-2016

Source:  http://www.cjs.leeds.ac.uk/2015/11/05/cfp-jewish-museologies-and-the-politics-of-display-13-14-march-2016/

Speakers and themes 

Eva Frojmovic (Univ. of Leeds) Introduction

Lorenzo Borgonovo (IMT-Institute for Advanced Studies Lucca, Italy), Jewish Museum Livorno between fascism and post-fascism

David Clark (Independent Researcher), A Difficult Balancing Act: Portraying Jews as both Similar To and Different From

Alexandra Cropper (Jewish Museum Manchester)  UK roundtable

Katalin Deme (Aarhus University), New challenges of Scandinavian Jewish Museology

Anastasia Felcher (IMT-Institute for Advanced Studies Lucca, Italy), ‘Barbed Wire and a Dress on a Hanger’: Jewish Presences in Museums across former USSR

Michal Frankl (Jewish Museum Prague), The “Spanish” Synagogue and the Challenges of “Exhibiting Jews” in the Czech Republic

David Glasser (Ben Uri Gallery, London), Jewish Museums, Ben Uri, Future & Faith: Jew Diligence or Due Diligence

Felicitas Heimann-Jellinek (Independent Scholar)  Showing without Revealing

Sharman Kadish (Jewish Heritage UK, Manchester)  UK roundtable

Barbara Kirshenblatt-Gimblett (POLIN Museum of the History of Polish Jews), Curating Between Hope and Despair: Jewish Museums in Europe Today

Shir Kochavi (Univ. of Leeds), M. Narkiss 1945-50, heirless property, and the transformation of the Bezalel Museum

Cilly Kugelmann (Jewish Museum Berlin),  The Challenge of Presenting Jewish Cultures (in the German context)

Erica Lehrer (Concordia University) & Monika Murzyn-Kupisz (Krakow University of Economics, Re-curating the Nation: Representing Jews in Polish folk museums

Philippa Lester (Milim, Leeds), UK roundtable

Antonia Lovelace (Leeds City Museums)  UK roundtable

Abigail   Morris (Jewish Museum London) EU roundtable

Monika Murzyn-Kupisz (Krakow University of Economics) See Lehrer

Sylvia Necker (Institute for Contemporary History Munich-Berlin) Integrating Jewish Voices and Stories at Obersalzberg – towards a new display concept

Hilda Nissimi (Bar Ilan Univ, Ramat Gan) Danish Museum, Jewish Museum: The Danish Jewish Museum as Discourse on a Minority’s Integration

Kathrin Pieren (Univ. of Southampton) Jewish museology – what Jewish museology?

Griselda Pollock (Univ. of Leeds) Exhibiting Charlotte Salomon since 1945 – a crisis of classification?

Natalia Romik (UCL) Design and display adaptation of the Jewish Pre-Burial House in Gliwice

Joanne Rosenthal (Jewish Museum London) Whose Museum is it anyway? : Jewish Museums as universal spaces

Ross, Kitty (Leeds City Museums) See Lovelace

Timo Saalmann (Germanisches Nationalmuseum) Jewish Life in Bamberg. Making a Special Exhibition Permanent

Rachel Sarfati (Israel Museum) Jewish art and tradition – Israeli politics and culture

Diane Saunders (Milim, Leeds)  UK roundtable

Hagai Segev (Independent curator) A Broader Perspective of a Jewish Museum (Beit Hatefutsot)

Annette Seidel-Arpaci (Independent scholar) Diaspora, Discord, and ‘Diversity’: Jewish Museums in Germany and the ‘Post-Migrant’ Society

Sara Tas (Joods Hist. Mus. Amsterdam)  How to tell the story of the history of the Jews in the Netherlands. New vs Old

Zsuzsanna Toronyi (Jewish Museum Budapest) The renewal of the Hungarian Jewish Museum and Archives in 2016

Christiane Twiehaus (Archaeologische Zone, Cologne) The Archaeological Zone with Jewish Museum in Cologne, Germany

Magda Veselská (Jewish Museum in Prague) Museum: an (unfinished) story. The recent developments in the Jewish Museum in Prague

Miriam Wenzel (Jewish Museum Frankfurt) The Reinvention of the Jewish Museum Frankfurt

Dominic Williams (Univ. of Leeds) The Sonderkommando and the Auschwitz-Birkenau Memorial Museum 

Generously supported by a grant from the EAJS (European Association for Jewish Studies)  

quinta-feira, março 24, 2016

José Ruy conta a história de Sousa Mendes em banda desenhada

A convite da Sousa Mendes Foundation e do jornalista Tilo Wagner, o artista José Ruy visitou o "Projeto Entrecul-E6G, na Outurela, Carnaxide um projeto criado no âmbito da 6a Geração do Programa Escolhas" , e contou a história de Aristides de Sousa Mendes aos jovens do Programa Escolhas, às crianças da Associação de Solidariedade Social Assomada e até dois trinetos de Aristides e Angelina.  

José Ruy tem publicado vários livros em banda desenhada e o seu livro Aristides de Sousa Mendes, Heroi do Holocausto já foi traduzido em francês, inglês e hebraico.    
José Ruy mostrou as  pranchas do livro e contou a história do Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes junto com o neto Aristides S. Mendes.  

José Ruy já contou a história de Aristides em dezenas de escolas, mas nunca teve o reforço de tantos efeitos especiais como desta vez .  Num dia chuvoso de temporal, a descrição de fugas debaixo de ataques aéreos foi pontuada por fortes trovoadas que faziam estremecer as janelas.   Teria sido assim ?  
Falou-se de famílias de refugiados a viver nas ruas de Bordéus, de filas de gente à frente do Consulado de Portugal, do dilema de Aristides que queria ajudar as pessoas mas estava proibido pela Circular 14 de conceder mais vistos aos indesejados.. 

Discutiram-se as questões:  O que faz um diplomata ? O que é um visto? Qual é a diferença entre um refugiado e um emigrante ? 
  • Um emigrante sai do seu país porque quer ir para outro lugar, para melhorar a vida da sua família.  
  • Um refugiado sai do seu país porque é obrigado, para fugir da guerra e da perseguição Um refugiado frequentemente corre risco de vida, procura um lugar seguro.       
As crianças queriam  saber porque é que Aristides decidiu dar tantos vistos, o que aconteceu depois aos refugiados e à própria família de Sousa Mendes... 





Mas as crianças queriam mesmo ver José Ruy a desenhar, e o artista acedeu aos pedidos.  Ele reproduziu a capa do livro,  desenhando os grandes eventos no quadro  logo ali à nossa frente.   
  
Que grande inspiração:                                                          Toda a gente, toca a desenhar! 




José Ruy rubrica  livros para descendentes de Aristides de Sousa Mendes. 





O jornalista Tilo Wagner grava a explicação do desenho da menina.  




O lanchinho lá ao fundo espera por quem desenha.  
Program Escolhas  https://www.facebook.com/programa.escolhas.3




Manda a tradição celebrar com o Folar da Páscoa

(see English version below) 
(C)hallah  é um pão especial feito com ovos e açúcar  que os Judeus comem aos sábados e e em dias de festas Judaicas. Geralmente é feito na forma de massa entrançada e os pedaços vão sendo "separados" pelas pessoas presentes na celebração.  

Outro pão muito semelhante é o Pão Doce português, um tipo de pão muito comum no  Portugal, no Brasil e nas comunidades da Diáspora portuguesa,  cuja receita varia segundo a origem.  Nos Açores é conhecido como Massa Sovada, e a receita foi levada por emigrantes açorianos para terras longínquas como o Hawaii.  A versão de Folar da Páscoa marca presença em todas as mesas portuguesas.  

Compare and contrast: 
Enquanto o pão Challah judaico  é geralmente feito em trança comprida, o Folar da Páscoa português é feito em redondo, com ovos no centro.  Os ovos são cobertos com massa em forma de cruz, não vão os vizinhos duvidar das origens religiosas da família.  Depois da conversão forçada no reinado de D. Manuel I no século XVI, muitas famílias judias portuguesas, os Marranos,  mantinham as suas tradições judaicas em segredo para escapar à perseguição da Inquisição.  


Felizmente, no século XXI  podemos celebrar em família com  este pão delicioso de várias formas, até com ovos coloridos deixados no jardim de passagem por um qualquer coelhinho da Páscoa.  

Celebrar em família, essa é a melhor parte da tradição! 

Challah               http://www.thekitchn.com/how-to-make-challah-bread-181004
Folar da Páscoa  http://lifestyle.sapo.pt/sabores/receitas/folar-da-pascoa-4
Massa sovada     http://www.docesregionais.com/bolos-de-massa-sovada-acores/ 

(C) hallah is a special bread made with eggs and sugar that Jews eat on Saturdays, and on Jewish holy days. It is usually made with dough plaited in a braid  he pieces are "separated" by the people present at the celebration.

Another very similar bread is Portuguese Sweet Bread  a very common type of bread in Portugal, Brazil and the communities of the Portuguese Diaspora, whose recipe varies according to its origins.  In the Azores it is known as Massa Sovada, (kneaded dough)  and the recipe was taken by emigrants to distant lands like Hawaii. The version of Folar da Páscoa is present in all Portuguese tables at Easter and often during the year.

Compare and contrast:
While the Jewish Challah bread is usually presented in a long braid, the Portuguese Folar da Páscoa  is made in the round with eggs in the center. The eggs are covered with dough in the shape of a cross, should the the neighbors have any doubts about the family's religious background. After the forced conversion during the reign of King Manuel I   in the sixteenth century, many Portuguese Jewish families, the Marranos, kept their Jewish traditions in secret to escape the persecution of the Inquisition.

Fortunately, in the XXI  century we can enjoy family celebrations with this delicious bread in various ways, even with colorful eggs left in the garden  by a passing Easter Bunny!


Celebrating  family, that is the best part of the tradition!

quinta-feira, março 10, 2016

Filme sobre Sousa Mendes no festival de Cinema Judaico

CASCAIS
Sexta-feira, 8 de Abril
Friday April 8
O Cinema da Villa, 19h30
Sessão de Abertura  Estreia absoluta, com a presença de Uli Jurgens
BELMONTE
Quinta-feira, 14 de Abril
Thursday, April 14
Auditório Municipal, 18h30
Sessão de Abertura
CASTELO DE VIDE
Sexta-feira, 6 de Maio
Friday, May 6
Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, 18h00