
Segundo as Notícias de Viseu, Luís Pires salientou que ‘Aristides de Sousa Mendes é um dos exemplos mais marcantes da história moderna da diplomacia portuguesa’. Nos Estados Unidos, ele entrevistou muita gente que o cônsul ajudou a salvar. O livro ver ser traduzido em inglês com uma edição de 50.000 exemplares.
Com o livro, Luís Pires pretende que seja conhecida um pouco mais da vida do diplomata português que, a ‘troco de nada, foi severamente penalizado por ter obedecido aos impulsos do coração’, sacrificando a carreira e colocando ‘em perigo a sua própria sobrevivência, em prol da justiça e da liberdade’. O livro, lançado a nível nacional em Viseu, recorda os factos históricos e o contexto dos personagens de uma Europa em guerra.
Após ser destituido do seu cargo, o beirão regressou à sua terra natal Cabanas de Viriato, onde nasceu a 19-Julho-1854. Ele era descendente de uma família aristocrata oriunda de Beijós. Juntamente com o irmão gémeo César, licenciou-se em Direito em Coimbra e ingressou no serviço diplomático.
A não perder a cerimónia de apresentação do livro na manhã de 5-Setembro-2007 em Carregal do Sal, na sessão de recepção aos professores, seguinda de uma visita a Cabanas de Viriato.
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Sousa Mendes no Beijós XXI






Três gerações de descendentes de Aristides de Sousa Mendes, incluindo a sua filha Marie-Rose Faure na foto, juntaram-se para fazer uma "reunião de família sobre rodas" e recriar o caminho dos refugiados salvos por Sousa Mendes, de Bordéus até Lisboa.

Aristides de Sousa Mendes continua a ser reconhecido como o Justo de Bordéus, que associa cada vez mais a sua memória à cidade francesa onde têve o seu último cargo diplomático. 
