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sexta-feira, novembro 13, 2009

Hommage à Sousa Mendes, Bordeaux, 15-Nov-09

Bordeaux: www.lusojornal.com
Hommage à Aristides de Sousa Mendes
Le Comité national français enhommage à Aristides de SousaMendes, présidé par Manuel Dias, presente le livret «Aristidesde Sousa Mendes, 9 jours pour sauver 30.000 personnes», suivid’un concert, le dimanche 15novembre, à partir de 15h00, au Musée d’Aquitaine (20 coursPasteur), à Bordeaux.
La présentation sera faite à l’occasiondu 70e anniversaire de la Circulaire no14, du 11 novembre1939, et des premiers visas nonautorisés délivrés par Aristidesde Sousa Mendes, Consul duPortugal à Bordeaux pendant ladeuxième Guerre Mondiale.En juin 1940, Aristides de SousaMendes, désobéissait aux ordres de la Circulaire no14 du Gouvernementde Salazar. En délivrantdes visas et des passeports,aux réfugiés désirant fuire l’Europe,il a, en 9 jours, sauvé30.000 personnes des persécutionsnazies.
L’accueil se fera dès 15h00 parFrançois Hubert, Conservateurdu Musée d’Aquitaine et le livretsera présenté par Manuel Dias,Président du Comité nationalfrançais en hommage à Aristidesde Sousa Mendes.Interviendront aussi l’AmbassateurFrancisco Seixas da Costa,les représentants du Conseil régionald’Aquitaine, du Conseilgénéral de la Gironde et de laVille de Bordeaux, Albert Roche,Président du Crif Sud-OuestAquitaine et un membre de lafamille d’Aristides de Sousa Mendes.
La Chorale O Sol de Portugalprésentera de la musique populaireportugaise et l’auteur-compositeurArlindo de Carvalhochantera des fados et de musiquepopulaire portugaise.

segunda-feira, novembro 09, 2009

Fala-se de Sousa Mendes na TV União, no Brasil, 11-Nov, 12h

Com transmissão para todo o Brasil, o jornalista Paulo M. A. Martins é entrevistado, na quarta-feira, 11 de Novembro, às 12 horas, na TV UNIÃO (Fortaleza - CE).

O tema da entrevista versará sobre o Cônsul-Geral de Portugal em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, e os brasileiros Embaixador Luiz de Souza Dantas, na Embaixada do Brasil em Vichy - França, Aracy Guimarães Rosa, no Consulado do Brasil em Hamburgo - Alemanha, e o nordestino Austregésilo de Athayde, grande obreiro da Declaração Universal dos Direitos Humanos e Presidente da Academia Brasileira de Letras, ao longo de mais de quatro décadas.

quinta-feira, novembro 05, 2009

Livro o Cônsul Desobediente lançado

O El Corte Inglés de Lisboa foi o cenário para o lançamento exclusivo do novo livro de Sónia Louro, o romance «O Cônsul Desobediente», e em parceria com a Saída de Emergência.

O evento pretende dar a conhecer afigura que foi Aristides de Sousa Mendes, além do processo de investigação e as motivações que estiveram na origem do trabalho.
O retratado na obra foi perseguido, tendo desafiado Salazar, na sequência de ter salvo cerca de 30 mil vidas.
«Cônsul em Bordéus durante a Segunda Guerra, Aristides é procurado por milhares de refugiados, para quem um visto para Portugal é a única salvação», recorda a produção.

Ver lançamento do livro em Cabanas de Viriato
Desobedientes há muitos. Se tivesse sido apenas desobediente, Aristides de Sousa Mendes não seria recordado 55 anos depois da sua morte. Mais que desobediente, Aristides de Sousa Mendes foi consciente, solidário e corajoso, e é isso que faz dele um grande exemplo.

sábado, outubro 17, 2009

Financiamento promove parcerias para o turismo

As 11 ERT, Entidades Regionais de Turismo, incluindo a Turismo Centro de Portugal, receberam financianciamentos adicionais do instituto Turismo de Portugal em contratos assinados a 16-Outubro-2009. O Turismo do Centro de Portugal vai receber quase 2,3 milhões de euros.

Segundo comunicou o Turismo de Portugal, esta é a última etapa da reorganização da gestão das áreas de turismo, e representa um mecanismo de estímulo à participação dos agentes públicos e privados no desenvolvimento dos destinos turísticos locais e regionais. O sector necessita de estabelecer parcerias para ganhar sinergias e racionalizar custos, a fim de reforçar a animação, promoção e comunicação dos destinos.

As ERT’s poderão ver reforçadas as suas dotações nos anos seguintes, se conseguirem cumprir ou superar as metas pre-definidadas. A dotação foi distribuída entre as ERT e polos turísticos, incluindo o da Serra da Estrela, com base em critérios como o número de concelhos, camas turísticas, dormidas e dimensão do território.

Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, considerou que "somos uma região muito vasta, com diversos produtos turísticos consolidados, que necessita de uma discriminação positiva”.

A casa do Passal de Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato poderia fazer parte de uma rota dos heróis, pelas terras de Viriato e do Infante D.Henrique que foi o 1º Duque de Viseu.

http://www.turismo-centro.pt/
http://www.visitportugal.com/
http://ppplusofonia.blogspot.com/
Fontes: Diário de Aveiro, PressTur

sexta-feira, setembro 11, 2009

Jornadas Europeias do Património, Lisboa, 25-27 Setembro-2009


Jornadas Europeias do Património 2009
Nos próximos dias 25, 26 e 27 de Setembro 2009 celebram-se, em Portugal, as Jornadas Europeias do Património, este ano sob o tema VI®VER o PATRIMÓNIO.
Tal como nas edições dos anos anteriores, o IGESPAR, enquanto coordenador nacional, convida ! todas as entidades públicas e privadas que de algum modo estejam relacionadas com o Património, a associarem-se a esta acção
VI®VER O PATRIMÓNIO pretende chamar a atenção para a experiência integral e para a vivência quotidiana que o Património nos permite, e para o facto de o Património, neste caso na sua expressão física, edificada, fazer parte integrante e activa de toda a actividade humana em todas as suas facetas.
As Jornadas Europeias do Património são uma iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia que envolve mais de 50 países, no âmbito da sensibilização dos povos europeus para a importância da salvaguarda do Património.
Cada País elabora anualmente um programa de actividades a nível nacional acessível ao público gratuitamente, promovendo o acesso aos monumentos e sítios, convidando à participação activa na descoberta de uma herança cultural comum, e envolvendo os cidadãos europeus com o património cultural, a fim de reforçar a identidade cultural, a memória colectiva e a afirmação de um património comum rico em diversidade.
As Jornadas Europeias do Património representam, por isso, uma celebração da solidariedade internacional, do diálogo e da diversidade culturais, constituindo momentos de reapropriação dos vestígios culturais do passado.
Recorde-se que a Casa do Passal de Aristides de Sousa Mendes está classificada como Monumento Nacional pelo IGESPAR.

Contacto: Tel: +351 213 614 202, igespar@igespar.pt

domingo, agosto 30, 2009

Um Justo contra a Corrente, no Espaço Exílios, Estoril, 9-Set-09

Aristides de Sousa Mendes, "Um Justo contra a Corrente", (Righteous against the Tide) vai ser o tema da conferência a ser proferia pela autora e jornalista Miriam Assor no Espaço Memória Exílios, no Estoril a 9-Setembro-2009.

A Câmara Municipal de Cascais promove mais uma conferência do ciclo "UM SÉCULO DE MEMÓRIAS" que pretende criar um espaço de divulgação e de diálogo sobre a História de Portugal do século XX, com particular ênfase para o período da II Guerra Mundial.

A jornalista Miriam Assor nasceu em Lisboa a 1996, filha do rabino da Comunidade Israelita de Lisboa que foi decisivo no despertar da sua consciência em relação ao terror do Holocausto.

Data: 9-Setembro-2009, 21h
Lugar: Espaço Memória Exílios, Av Marginal, nº 7152A, Estoril
Contactos: biblioteca.sdomingos.rana@cm-cascais.pt, eme@cm-cascais.pt, tel 214 815 830

The author and journalist Miriam Assor, daughter of the rabbi of the Lisbon synagogue, will of her new book Aristides de Sousa Mendes: A Righteous against the Tide, at a lecture in Estoril on 9-September which form of a serious sponsored by the municipality and dedicated to "A Century of Memories, with focus on XX Century history in Portugal, especially the World War II period.

domingo, julho 26, 2009

Visitas à Casa do Passal, 23-Julho (reportagem 2)

Ver também notícias no portal municipal http://www.carregal-digital.pt/
http://www.carregal-digital.pt/?lop=conteudo&op=37bc2f75bf1bcfe8450a1a41c200364c&id=51a472c08e21aef54ed749806e3e6490

Fonte: http://www.faroldanossaterra.com/?p=10670, 24 de Julho de 2009
Cabanas de Viriato – Ministro da Cultura visitou a casa de Aristides de Sousa Mendes e garantiu que há dinheiro para a recuperação

Ontem, 23 de Julho, mesmo dia em que o embaixador de Israel e o director regional da Direcção de Cultura do Centro visitaram, da parte da manhã, os locais de memória de Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato, também o Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, fez idêntica visita, dessa vez, ao final da tarde.Todas as individualidades, autoridades e autarcas que acompanharam a visita do embaixador de Israel aguardavam a chegada, às 18h30, do ministro, acompanhado pelo governador civil de Viseu, Acácio Pinto, aos quais se juntaram ainda a presidente em exercício da Assembleia Municipal de Carregal do Sal, Maria Gracinda Aguiar, e o presidente da Junta de Freguesia de Cabanas de Viriato, Ricardo Nuno Campos.Foram dados iguais passos de visita aos locais de memória, com excepção da ida ao cemitério, dispensada pela demora na apreciação do que resta no interior da Casa do Passal, na ida ao Cristo-Rei e no encontro de trabalho na sala de reuniões da Junta de Freguesia, mas despertando já a presença de mais órgãos da comunicação social.

À chegada, frente à Casa do Passal, Pinto Ribeiro mostrou-se surpreendido com o estado ruinoso daquele edifício, interrogando em alta voz: “Por que é que isto ainda está assim?! É obrigatório honrar a memória de Aristides de Sousa Mendes, um homem que deu uma lição ao mundo de humanitarismo ao desprender-se da sua vida para salvar a de tantos outros, desobedecendo a ordens superiores e agindo conforme mandava a sua consciência!”.
Acto contínuo, lançou o repto ao director regional da Cultura, ao arquitecto, aos administradores da Fundação Aristides de Sousa Mendes e ao presidente da Câmara Municipal no sentido de se criar uma rede que encontre condições para o processo da recuperação da casa avançar o mais rápido possível, mostrando-se até admirado por o custo da obra se ficar apenas pelos dois milhões e meio de euros. Confirmando a necessidade de se pôr mãos à obra, apontou que aquela casa tem de ser um “centro de cultura humana, de qualidade que muito qualifica as pessoas, e o Governo não poderá ficar alheio à situação.”

Ante a forma decidida como o ministro declarou a sua predisposição para que a obra seja finalmente concretizada, o presidente da Câmara, Atílio dos Santos Nunes, abraçou-o e prometeu fazer o que estiver ao seu alcance.No encontro de trabalho, coube ao autarca carregalense dar as boas-vindas ao titular da pasta da Cultura e agradecer-lhe a visita.
Por sua vez, também Luís Humberto Fidalgo, vogal da Fundação Aristides de Sousa Mendes, agradeceu a visita, em nome da administração da Fundação. “É uma honra para Cabanas de Viriato e para a Fundação recebê-lo aqui e por ficarmos a saber que o Sr. Ministro reconhece a figura de Aristides de Sousa Mendes e que este nome diz muito ao Sr. Ministro”. A forma como o governante reagiu ao ver a casa não lhe passou despercebida: “Registamos com muito agrado a sua revolta e o seu grito do Ipiranga - Por que ainda está assim?”.

Demonstrando ser profundo conhecedor e admirador do acto de Aristides de Sousa Mendes, o ministro da Cultura enalteceu esse acto e declarou: “Há que aproveitar o que ainda existe de Aristides de Sousa Mendes para fazer um trabalho da recuperação desse património, sobretudo dos instrumentos dessa memória; há uma memória física, há uma casa, é preciso recuperá-la, mas esta memória física, esta casa, são instrumentos para outra memória, para uma memória das coisas imateriais, das coisas que são só memória, não são sequer pedras, não são casa, não são paredes, não são salas, é mesmo só memória, é a história de Aristides de Sousa Mendes, é contar o Aristides de Sousa Mendes, sobretudo o homem, a circunstância dele perante aquelas dificuldades, perante aquela questão que lhe foi colocada de passar vistos para atravessar Espanha para Portugal.
Os valores em função dos quais decidiu, aquilo que o fez fazer o que fez, mas sobretudo o que ele fez, independentemente do que o fez fazer, é um exemplo que nós devemos espalhar para que as pessoas percebam que não podemos ser cobardes, não podemos perante problemas dificílimos acobardar-nos, não podemos virar a cara quando os outros precisam da nossa ajuda, quando estão numa situação de dificuldade ou de risco e sacrifício”.

Apontou depois o “tempo de extraordinária crise” que atravessamos, “não económica e financeira, mas também de valores e de fragmentação das pessoas”, para acusar que “nós não somos sensíveis aos problemas e às adversidades dos outros”, contrapondo: “No momento em que tudo impelia a fechar os olhos, a cumprir ordens, a ser insensível, Aristides de Sousa Mendes, pelo contrário, foi sensível.
Trata-se de usar isto para restaurar a memória, não apenas para o conhecermos, mas sim para revitalizar essa memória”. Dito isto, afirmou que há uma necessidade “de regenerar este sistema de educação e este sistema de ensino de modo a que os valores do trabalho, da solidariedade, da igualdade sejam valorizados”.

Para Pinto Ribeiro, “Aristides de Sousa Mendes sempre teve a certeza que havia de vir um momento em que ele havia de ser lembrado, perceber que a vida é só vida física e que depois há uma vida em que a gente pode ser sempre lembrado pelos outros”. Ao referir isso, acentuou: “Ele tem de ficar na nossa memória e nós precisamos que ele fique na nossa memória, na memória de todos os portugueses e do mundo.
Pediu, então, aos intervenientes no processo, ali presentes, “que sejam empenhados, corajosos, que definam um objectivo e que cada um se comprometa a que não parará enquanto isto não estiver feito”, aconselhando-os a que o processo da reconstrução da casa se faça em rede, em conjunto e em entreajuda.
Por seu lado, prometeu: “Eu, o que posso fazer, é comprometer-me a dar ordens e espero que eles não desobedeçam, que as minhas ordens não sejam iníquas nem injustas, antes pelo contrário. Farei isso, apesar de não ter grande poder para dar ordens, mas acho que é uma obra extraordinária aquilo que se pode aqui fazer”.
Contando que a obra esteja pronta em 2012, mostrou-se convicto de que daqui a três anos já será feita na casa uma reunião igual àquela, rematando: “Faremos lá uma sessão igual a esta, com as mesmas pessoas”.

Maria Barroso, em jeito de encerramento da sessão, agradeceu a visita do ministro da Cultura: “Eu só tenho que agradecer ao Sr. Ministro por ter vindo aqui, cumprindo a sua palavra. Conhecendo como o conheço, não só pela sua estatura cívica, a sua estatura profissional, mas pela sua estatura moral, que é muito importante, eu tinha a certeza absoluta que vinha e ia dar um impulso a isto tudo”. Como presidente da Fundação, agradeceu-lhe também “a alma nova” que transmitiu a todos quantos ouviram as suas palavras de ânimo e esperança.

Recuperação da Casa do Passal
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“Dinheiro há!”.. . disse o Ministro da Cultura
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José Madeira, um dos cabanenses que assistiram à sessão de trabalho que fez deslocar o Ministro da Cultura a Cabanas de Viriato, no final da intervenção deste governante, interrogou-o se já havia dinheiro para a reconstrução da casa de Aristides de Sousa Mendes.
“Muitíssimo… só que ainda não passei o cheque!” - respondeu o ministro.Tal interpelação de um popular, natural de Cabanas de Viriato, evidenciava bem a desconfiança destas visitas perante as sucessivas desilusões das promessas que outros governantes ali deixaram, continuando a ver-se a casa a degradar-se dia a dia, de Inverno em Inverno, sempre com a ideia de que é a falta de dinheiro que impede o início das obras. Além disso, a proximidade das eleições legislativas e autárquicas foi comentada por alguns como aproveitamento político, o que acentuou essa desconfiança.
«Farol da Nossa Terra» interpelou Pinto Ribeiro a esse respeito:

P - Havia pessoas na reunião quem estavam à espera de ouvir dizer que já havia dinheiro para se avançar com a obra, mas parece que saíram defraudadas. O que é que o Sr. Ministro tem a dizer acerca disso?
R - “Não, não!… Aquilo que disse é que há dinheiro e haverá dinheiro, mas o dinheiro não é preciso hoje. Aquilo que vamos fazer agora é o projecto, rapidamente. Depois de fazer o projecto, antes de o apresentar, vamos fazer um entendimento com a Comissão de Coordenação Regional do Centro para que a gente veja a que programa do QREN vai apresentar isto para depois ser financiado. Há muito dinheiro para financiar isto. Vamos fazer com que isto seja financiado e vamos contribuir com a parte nacional para esse financiamento. O dinheiro há… Eu não trouxe foi um cheque para dar a ninguém, mas o dinheiro há, não têm que estar defraudados. Quem diz que isto vai e tem condições para acontecer não prega ali um cheque na porta. Ninguém faz isso. O dinheiro, no momento em que seja preciso, haverá. Já há, tem que ser afectado a isto. Não há nenhuma razão para se sentirem defraudados. Pelo contrário, têm é que se sentir mobilizados para assegurar que isto se faça“.

P - Sempre existiram vontades para avançar com a obra, mas o receio de que o dinheiro não apareça tem pesado mais. Não há, agora, razão para esse receio?
R - “Isso passa-se assim porque as pessoas fazem uma coisa que é, a meu ver, um grande erro. As pessoas só dão o primeiro passo depois de terem a certeza de que tudo o mais está assegurado. É um erro, as pessoas têm que dar é o primeiro passo, e quando derem o primeiro, o segundo e o terceiro, há o dinheiro, há as pessoas, há tudo. O erro é as pessoas não começarem a dar. Se ficam à espera que esteja tudo reunido, não estamos todos reunidos. Se isso fosse assim, eu acho que noventa e nove por cento das coisas que se fazem não se faziam”.

P - No concelho vizinho de Santa Comba Dão aguarda-se a construção do Museu do Estado Novo. Entre estes dois, qual é a prioridade do Sr. Ministro?
R - “Não se trata de nenhuma prioridade, nem nada disso, ninguém me falou em museu nenhum. Isto é, eu diria, um imperativo humano, um imperativo histórico, um imperativo absoluto. Esta casa não se pode deixar neste estado. Por amor de Deus, é disso que estou a falar, queremos restaurar isto. É indispensável fazer isto”.

Lino Dias
http://www.faroldanossaterra.com/?p=10670
VER Sousa Mendes em ano de todas as eleições
Financiamento de projectos em PPP Lusofonia