sábado, setembro 22, 2012
Filme estreia em Portugal 8-Novembro-2012
Com a invasão de França pelas tropas nazis, dezenas de milhares de refugiados começam a formar-se junto do consulado português em Bordéus, na esperança de aí obterem um visto para Portugal. Obrigado a respeitar...
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08 NOVEMBRO 2012
ABC http://www.abc.es/20120921/ internacional/abci-schindler- portugues-pelicula- 201209201702.html, sonbuenasnoticias.com : http://www.sonbuenasnoticias. com/2012/08/26/el-consul-de- burdeos-un-heroe-portugues- que-salvo-a-30-000-personas/
Comité Sousa Mendes http://www. aristidesdesousamendes.com/ index.htm
Shalom Israel http://shalom-israel-shalom. blogspot.be/2012/07/filme- aristides-de-sousa-mendes-o_ 14.html
Aristides, Pio XII e Bento XVI : http://www.taringa.net/posts/ info/1673091/La-beatificacion- de-Pio-XII-Y-Aristides-de-S
TVI : http://www.tvi.iol.pt/videos/ 13648310 video de 1 min 35 seg
Câmara de V. do C. http://www.cm-viana-castelo. pt/index.php?view=details&id= 2968%3Aprojeccao-do-filme-o- consul-de-bordeus&option=com_ eventlist&Itemid=672
Para visualizar a Revista Contato de outubro
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Call for Proposals - "Turning Points: Ordinary People, Extraordinary Change"
Title: Call for Proposals - "Turning Points: Ordinary People, Extraordinary Change"
Visible to: Accredited Sites, Asia, Africa, Europe, Immigration, Russia, Latin America, Environment, North America, MENA, Board of Directors
In 2013, the Coalition of Sites of Conscience will partner with the American Association of State and Local History for their 2013 annual meeting,Turning Points: Ordinary People, Extraordinary Change. The meeting will take place at Coalition member the Birmingham Civil Rights Institute in honor of the 50th anniversary of the 1963 'Birmingham Summer.'
As a partner, the Coalition is seeking proposals for panels, workshops, and trainings at the event. Visithttp://www.aaslh.org/am2013. htm for more information.
As a partner, the Coalition is seeking proposals for panels, workshops, and trainings at the event. Visithttp://www.aaslh.org/am2013.
Jornadas do Património, 28-29 Setembro 2012,
Museu da Cerâmica
Rua Dr. Ilídio Amado
Apartado 97
2500-910 Caldas da Rainha
Tel.: (+351) 262 840 280
Fax: (+351) 262 840 281
email: mceramica@imc-ip.pt
Visite o nosso blogue: http://museudaceramica.
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sexta-feira, setembro 21, 2012
Artigo no ABC Espanha
Un filme hace justicia al «Schindler portugués», que salvó a 34.000 personas
Arístides de Sousa Mendes fue un héroe convertido en paria en su país y poco conocido en el resto del mundo
terça-feira, setembro 11, 2012
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Data base of refugees
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segunda-feira, setembro 03, 2012
Keeping a diary liberates young writers
(in English below)
Primeiro foi o "Diário de Anne Frank", escrito por uma jovem judia escondida num sótão de Amesterdão durante a Segunda Guerra Mundial. Tornou-se um dos livros mais populares de sempre, continua a falar-nos sobre a perseguição e intolerância passadas várias gerações.
Depois foi o diário de Zlata Flipovic, "A vida de uma criança em Sarajevo", escrito numa cave durante a guerra civil de 1992-1995 na Bósnia.
Agora há o "Freedom Writers Diary", o Diário dos Escritores da Liberdade, uma coleção de entradas de diário escritos por estudantes problemáticos residdents na cidade de Long Beach, Califórnia, durante 1994-1998. Os 150 adolescentes descrevem as suas próprias lutas conttra gangues, drogas, violência doméstica, e pobreza, detalhando os seus percursos pessoais desde o fundo da turma até concluir o ensino secundário, entrar na faculdade e constituir famílias como adultos produtivos, sob a orientação da sua professora novata Erin Gruwell. Ao longo do caminho eles se encontraram e foram inspirados por muitas pessoas como Miep Gies, benfeitora de Anne Frank, e Zlata, pelas visitas a Amesterdão, Nova York e Washington, onde se identificaram com a história dos Freedom Riders, que viajaram de autocarro para desagregar o sul dos Estados Unidos na década de 1960s,
Depois de ser transformada num livro, a experiência Freedom Writers passaou também para um filme importante, com Hillary Swank, e deu origem a uma metodologia de "Ensino de Esperança".
Até quem nem lê, e quem não escreve, e quem vive num ambiente hostil, pode pegar numa caneta e pode encontrar a sua própria voz, aprendendo com o passado e criando uma nova visão do seu futuro em tolerância e boa convivência.
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/uG5bH1tpaAQ" frameborder="0" allowfullscreen> </ iframe>
Veja mais sobre o filme Escritores da Liberdade, o Código de Conduta do Estudante, Escritores da Liberdade Reading List, e sugestões de ensino em
http://www.freedomwritersfoundation.org/site/c.kqIXL2PFJtH/b.2300105/k.A124/Our_Mission.htm
Then, there was the diary of Zlata Flipovic, "A Child's Life in Sarajevo", written in a cellar in during the Bosnian civil war of 1992-1995.
Now there is the "Freedom Writers Diary", a collection of journal entries written by troubled high-school students living in the racially scarred city of Long Beach, California during 1994-1998. As the 150 young teens describe their own battles with gangs, domestic violence, drug abuse and poverty, they detail remarkable personal journeys from the bottom of the class, to finishing high school, to going to college and to becoming productive adults, under the tutelege of their remarkable novice teacher Erin Gruwell. Along the way they met and were inspired by many people such as Miep Gies, Anne Frank's benefactor, Zlata herself, they visited Amsterdam, New York and Washington, where they identified with the story of the Freedom Riders who rode buses to desagregate the American south in the 1960's.
After being turned into a book, the Freedom Writers experience was turned into a important movie with Hillary Swank , and most importantantly into a teaching methodoly Teaching Hope.
See more about the Freedom Writers movie , Student Code of Conduct, Freedom Writers Reading List , and teaching suggestions in http://www.freedomwritersfoundation.org/site/c.kqIXL2PFJtH/b.2300105/k.A124/Our_Mission.htm
Primeiro foi o "Diário de Anne Frank", escrito por uma jovem judia escondida num sótão de Amesterdão durante a Segunda Guerra Mundial. Tornou-se um dos livros mais populares de sempre, continua a falar-nos sobre a perseguição e intolerância passadas várias gerações.
Depois foi o diário de Zlata Flipovic, "A vida de uma criança em Sarajevo", escrito numa cave durante a guerra civil de 1992-1995 na Bósnia.
Agora há o "Freedom Writers Diary", o Diário dos Escritores da Liberdade, uma coleção de entradas de diário escritos por estudantes problemáticos residdents na cidade de Long Beach, Califórnia, durante 1994-1998. Os 150 adolescentes descrevem as suas próprias lutas conttra gangues, drogas, violência doméstica, e pobreza, detalhando os seus percursos pessoais desde o fundo da turma até concluir o ensino secundário, entrar na faculdade e constituir famílias como adultos produtivos, sob a orientação da sua professora novata Erin Gruwell. Ao longo do caminho eles se encontraram e foram inspirados por muitas pessoas como Miep Gies, benfeitora de Anne Frank, e Zlata, pelas visitas a Amesterdão, Nova York e Washington, onde se identificaram com a história dos Freedom Riders, que viajaram de autocarro para desagregar o sul dos Estados Unidos na década de 1960s,Depois de ser transformada num livro, a experiência Freedom Writers passaou também para um filme importante, com Hillary Swank, e deu origem a uma metodologia de "Ensino de Esperança".
Até quem nem lê, e quem não escreve, e quem vive num ambiente hostil, pode pegar numa caneta e pode encontrar a sua própria voz, aprendendo com o passado e criando uma nova visão do seu futuro em tolerância e boa convivência.
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Veja mais sobre o filme Escritores da Liberdade, o Código de Conduta do Estudante, Escritores da Liberdade Reading List, e sugestões de ensino em
http://www.freedomwritersfoundation.org/site/c.kqIXL2PFJtH/b.2300105/k.A124/Our_Mission.htm
Contacto: pressroom@freedomwritersfoundation.org
http://youtu.be/uG5bH1tpaAQ
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/uG5bH1tpaAQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
First there was the "Diary of Anne Frank", written by a young Jewish girl hiding in an attic in Amsterdam during World War II. As one of the most popular books ever published, it continues to speak to us about persecution and intolerance several gererations later.http://youtu.be/uG5bH1tpaAQ
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/uG5bH1tpaAQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
Then, there was the diary of Zlata Flipovic, "A Child's Life in Sarajevo", written in a cellar in during the Bosnian civil war of 1992-1995.
Now there is the "Freedom Writers Diary", a collection of journal entries written by troubled high-school students living in the racially scarred city of Long Beach, California during 1994-1998. As the 150 young teens describe their own battles with gangs, domestic violence, drug abuse and poverty, they detail remarkable personal journeys from the bottom of the class, to finishing high school, to going to college and to becoming productive adults, under the tutelege of their remarkable novice teacher Erin Gruwell. Along the way they met and were inspired by many people such as Miep Gies, Anne Frank's benefactor, Zlata herself, they visited Amsterdam, New York and Washington, where they identified with the story of the Freedom Riders who rode buses to desagregate the American south in the 1960's. After being turned into a book, the Freedom Writers experience was turned into a important movie with Hillary Swank , and most importantantly into a teaching methodoly Teaching Hope.
See more about the Freedom Writers movie , Student Code of Conduct, Freedom Writers Reading List , and teaching suggestions in http://www.freedomwritersfoundation.org/site/c.kqIXL2PFJtH/b.2300105/k.A124/Our_Mission.htm
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Angel Sans Briz salvo refugiados en Budapest
DOMINGO, 3 de octubre de 2010
NECROLÓGICA:IN MEMÓRIAM
El silencio y la soledad de un gran diplomático: Ángel Sanz Briz
Recomendar en FacebookmprimirEn septiembre se han cumplido 100 años del nacimiento en Zaragoza del diplomático Ángel Sanz Briz, quien, tras una brillante carrera, murió en Roma en 1980, siendo embajador ante la Santa Sede. Su familia, originaria de Peraltilla, municipio pequeño en la provincia de Huesca, se instaló a finales del siglo XIX en la capital aragonesa, donde desarrolló una intensa y fructífera actividad comercial y turística.
Al evocar su figura me vienen a la memoria las frases de Jan Karski sobre la sordera de Occidente ante las desesperadas llamadas de auxilio de los judíos en Varsovia, pese a que el autor de Mi testimonio ante el mundo, publicado en 1944, se hubiera entrevistado con Edén dos veces y una con Roosevelt, ambas en 1943, para explicarles lo que ocurría con los judíos en manos de los nazis.
Cuando trabajó en Budapest salvó a unos cinco mil judíos de los nazis Lo hizo por su cuenta; el Gobierno franquista se apuntó el tanto años después
Ciñéndome al caso de Sanz Briz, tema que ya abordé en este periódico el 24 de junio de 2002, y aunque dadas las limitaciones de espacio de este artículo, conviene, hoy por hoy, rememorar su imagen, pero al mismo tiempo precisar algunos puntos de su actuación que engrandecen, aún más si cabe, su persona.
A medida que el tiempo transcurre y se van conociendo más detalles de las operaciones de rescate de judíos por parte del Gobierno de Franco, se confirma la idea de que la labor de este Gobierno fue, sin duda, mucho más eficiente, positiva y humanitaria que la de la mayoría de otros países; es una página de nuestra historia que no conviene olvidar; reconocida hasta por los propios judíos. Pero dicho esto, conviene matizar que la figura de Ángel Sanz Briz destaca por su excepcionalidad, sin menospreciar ni mucho menos la gran labor de otros colegas. Y esto por varias razones.
Su labor como un joven diplomático en Budapest -tenía 32 años- estuvo presidida por un acto de su conciencia, pues no se encontraba obligado en forma alguna a tomar la iniciativa de refugiar a los judíos en sus casas de acogida de la legación española, poniendo dinero de su bolsillo. Y en cuanto a las instrucciones recibidas de Madrid, la mayoría de las veces fue el silencio o instrucciones ambiguas. Dada la situación que se vivía, es posible que el silencio de Madrid fuera consentidor de un dejar hacer pero no involucrándose directamente.
Esta situación está confirmada plenamente por un documento confidencial y secreto, muy poco conocido, elaborado el 15 de septiembre de 1961 por el entonces ministro de Asuntos Exteriores, Fernando María Castiella, con motivo de las indemnizaciones alemanas a Israel, circunstancia que aprovecharon los herederos de aquellos sefardíes salvados por España para dirigirse al Gobierno español para que gestionase ante el Gobierno alemán el pago a ellos de las mismas. Castiella reconoce expresamente: "La protección española a los judíos perseguidos no solo goza de las simpatías universales sino que ha sido apoyada por las grandes potencias. Durante la II Guerra Mundial, el Estado español, aun reconociendo que prestó eficaz ayuda a los sefardíes, pecó en algún caso de excesiva prudencia y es evidente que una acción más rápida y decidida hubiera salvado más vidas". Hasta aquí el texto de Castiella. Y, en efecto, esa ambigüedad detuvo probablemente a muchos diplomáticos para actuar. No así a Ángel Sanz Briz. Por eso, salvó a más de 5.000 judíos en Budapest.
En cualquier caso, el diplomático obró por su cuenta, a riesgo de consecuencias posteriores. Años más tarde apareció en Washington un documento, escrito por Sanz Briz en el año 1946, en el que deja claro que había actuado por cuenta propia. El diplomático guardó sobre este asunto un silencio sepulcral, que andando el tiempo comenzamos a entender.
El impacto causado entre los judíos salvados por la obra de este diplomático fue tan importante que se entrevistaron con él, siendo cónsul general en Nueva York en 1963, solicitando referencias sobre su actuación casi heroica en Budapest, de la que había un desconocimiento total en España, hasta el punto de que muchos judíos se dirigen también ese mismo año al Ministerio de Información y Turismo pidiendo información. El secretario general del mismo, Gabriel Cañadas, escribe al director general de Política Exterior, Ramón Sedó, en un documento casi desconocido: "Mis interlocutores judíos apuntaban siempre a la labor de Sanz Briz y piden permiso al director general para airear esta postura española por el bien de España en aquellos momentos; en tal situación es conveniente aprovecharla". Así se puso de manifiesto en la entrevista que el periodista israelí Isaac Molho hizo a Sanz Briz en Nueva York, ese mismo año, recabándole información puntual sobre su actuación para escribir un libro.
El diplomático consulta a Madrid sobre la información que debe dar y las instrucciones recibidas son que los datos que tiene que transmitir deben hacer referencia a que su intervención fue por orden expresa y con conocimiento del Gobierno español, debiendo Sanz Briz eludir todo protagonismo. Y así fue el testimonio que el diplomático le dio al periodista israelí.
Un espeso silencio rodeó su actuación hasta que, desde hace un tiempo a esta parte, la figura de este diplomático va siendo conocida y admirada y, todavía hasta hoy, adquiere mayor grandeza tanto por su acción heroica como por ese silencio que fue utilizado políticamente como un activo del gobierno de aquel momento ante el exterior.
Isidro González es historiador.
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