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quinta-feira, janeiro 31, 2013

Angelina Sousa Mendes, heroína portuguesa

Angelina de Sousa Mendes, Heroína Portuguesa do Holocausto
Como se ouve dizer, por detrás de um grande Homem há sempre uma grande Mulher.  Angelina apoiou a grande acção do seu marido e recebeu numerosos refugiados em sua casa, quer na residência consular em Bordéus, quer na Casa do Passal em Cabanas de Viriato, nomeadamente o Rabino Kruger e membros do Governo belga em exílio.
 “… Sousa MENDES amava profundamente a sua mulher Angelina e ela pagava-lhe esse amor com uma dedicação total a ele e à família. Ela tinha participado e aprovado inteiramente as decisões que Sousa Mendes tinha tomado em Bordéus, nunca o tinha censurado pelas desastrosas consequências pessoais dessas decisões e tinha-o apoiado sempre. O seu heroísmo e abnegação não eram inferiores aos dele. Ao seu modo discreto e apagado, tinha partilhado os sofrimentos do marido, e estes tinham-na quebrado antes dele."
Rui Afonso, Injustiça, O Caso Sousa Mendes, Editorial Caminho, Lisboa 1990 , pg 144
Maria Angelina Coelho de Sousa MENDES nasceu em Beijós,  Carregal do Sal, a 20 de Agosto 1888 na Casa do Ribeiro no Lugar d'Álém e faleceu a 24-Agosto-1948. 
Angelina era filha de Clotilde COELHO do Amaral e Abranches e de António de Sousa MENDES , irmão do Juiz José de Sousa MENDES, pai dos gémeos Aristides e César de Sousa MENDES de Cabanas de Viriato.
Angelina era neta de Maria dos Prazeres Ribeiro de ABRANCHES e de Silvério COELHO de Moura Paes do Amaral.

A 18 de Fevereiro de  1909, Angelina casou  na igreja de  Beijós com seu primo Aristides de Sousa MENDES do Amaral e Abranches, de Cabanas de Viriato, filho de seu tio o Juiz José de Sousa Mendes e de Maria Angelina do Amaral e Abranches .
Dos seus primeiros filhos, Aristides César nasceu em Beijós em 1909 e o segundo Manuel Silvério em 1911.
http://www.hmd.org.uk/2006theme/default.asp
Tema: "Uma pessoa,com apoio, pode fazer a diferença"

quarta-feira, janeiro 30, 2013

UN apela à coragem de fazer o bem

Leon Moed, um refugiado salvo por Aristides de Sousa Mendes, participou nas comemorações do Dia Internacional da Memória do Holocausto nas Nações Unidas.

O Secretário Geral Ban Ki Moon recordou a importância da coragem de fazer o bem, especialmente em periodos quando o ódio e o mal imperam

2013 Holocaust Remembrance Day Message of UN Secretary-General Ban Ki-moon:  
The courage to care 


The United Nations 2013 observance of the International Day of Commemoration in memory of the victims of the Holocaust was built around the theme “Rescue during the Holocaust: The Courage to Care”.

The Sousa Mendes Foundation co-sponsored a presentation of the award-winning documentary film The Rescuers on January 23, as part of the United Nations program. Prior to the showing of the film, approximately 50 members of Sousa Mendes visa recipient families gathered in a circle inside the Visitor Centre, and had an opportunity to meet each other–as well as two grandchildren of the diplomat who came to their rescue: Louis-Philippe Mendes and Sheila Abranches.

After the screening of the film, Sousa Mendes visa recipient Léon MOED gave a personal and moving testimonial, and took questions along with director Michael King. Images of Léon MOED (from 1940 and the present) are featured in the video address by UN Secretary-General Ban Ki-moon shown above, and the Sousa Mendes Foundation is among the prestigious organizations credited with thanks for the program.

Fonte: http://sousamendesfoundation.org/united-nations/ 

SP ganha instituto com 12 mil peças sobre o Holocausto

São Paulo  ganha instituto com 12 mil peças sobre o Holocausto
 O  material será apresentado ao público a partir de março  2013, com oficinas de literatura, teatro, música e vídeosd
Por VITOR HUGO BRANDALISE - O Estado de S.Paulo
A rota de fuga de um garoto judeu alemão de 12 anos que percorreu sete países para escapar do nazismo - e desenhou, a caneta e lápis de cor, o desesperado percurso de sua família. Fotos raras de tropas de resistência à ocupação alemã que se esconderam em bosques poloneses e, depois da 2.ª Guerra Mundial, vieram parar no Brasil. Milhares de documentos de judeus expatriados que podem ser úteis hoje em processos de cidadania.

Os documentos são pequena parte de um acervo de 12 mil papéis diplomáticos, fotos e vídeos que vão compor o banco de dados do Instituto Shoah de Direitos Humanos, criado em dezembro 2012 nos Jardins, zona sul de São Paulo. Ligado à Universidade de São Paulo (USP), a entidade pretende ser referência nacional, principalmente sobre Holocausto, crimes de ódio e intolerância.

O acervo, repassado pelo Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (Leer) do Departamento de História da USP, além de estar disponível para pesquisadores, será apresentado à comunidade pela primeira vez por meio de oficinas de literatura, teatro, música e vídeos - tudo gratuito. "Antes, essa documentação ficava na USP e era acessada apenas pelos pesquisadores que nos procuravam. Agora, com a criação do Instituto Shoah, vamos mostrar à comunidade um acervo raro que muitos não esperam encontrar no Brasil", explicou a coordenadora do Leer-USP e agora do Instituto Shoah, Maria Luiza Tucci Carneiro.

Os documentos - alguns revelam a posição ambígua do governo Vargas (1930-1945) ao longo da ascensão dos regimes nazi-fascistas - foram reunidos por pesquisadores da USP desde a década de 1970 e faziam parte do banco de dados do Leer. A partir de dezembro, passaram a ser transportados para a nova sede. "É um material rico, resultado de décadas de trabalho de pesquisadores dedicados a entender o comportamento do Brasil em relação aos regimes totalitários, que agora poderá ser apresentado melhor", disse Maria Luiza. As primeiras oficinas, segundo a historiadora, serão realizadas a partir de março.

Apesar de o Holocausto ser o foco principal no primeiro momento, o novo instituto também pretende ser referência em pesquisas de outros tipos de crimes de intolerância. "Será um órgão de estudos de crimes de ódio em geral, a exemplo do que nossa instituição vem realizando há oito décadas", disse o presidente da entidade judaica B'Nai B'Rith, Abraham Goldstein. "O Holocausto será usado como referência inicial pela qualidade da documentação disponível."

Doações. A criação do instituto deve incentivar também doações de documentos originais, já que muitas vezes não era possível aceitar novos objetos no laboratório, na USP, por falta de espaço. "Emociona pensar que o ato de doar os objetos transforma as histórias de nossos familiares em pesquisas históricas, que podem colaborar para entender o momento", disse Irene Freudenheim, cujo marido, Federico, é o autor do mapa que retrata a fuga da família da Alemanha - e hoje virou cartão-postal do Museu Judaico de Berlim. "Conforta saber que as doações estão protegidas."

O acervo da instituição já pode ser visitado no site do Leer-USP (www.arqshoah.com.br ).

INSTITUTO SHOAH DE DIREITOS HUMANOS: RUA CAÇAPAVA, 105. JARDINS. ABERTO DAS 9H ÀS 17H. MAIS INFORMAÇÕES PELO TEL.: (11) 3082-5844 OU PELO E-MAIL: BRASIL@BNAI-BRITH.ORG.BR.
Fonte:  versao online i(jornal Estado de S. Paulo)

Curso sobre o ensino do Holocausto, 20-Fev a 24-Abril


"A Memória do Holocausto na Cultura Europeia" - 2.º curso de Formação Avançada, na Universidade Católica, de 20 de Fevereiro a 24 de Abril. O curso resulta de uma parceria entre a Memoshoa - Associação Memória e Ensino do Holocausto - e a Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica, contando com o apoio pedagógico do Yad Vashem.
http://www.fch.lisboa.ucp.pt/resources/Documentos/EPG%20FA/triptico_curso_final.pdf

sábado, janeiro 26, 2013


  • O ciclo de cinema organizado pela Plataforma Portuguesa das ONGD em parceria com o Centro Regional de Informação das Nações Unidas (UNRIC) terá continuidade durante o ano de 2013, com o apoio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). 
    A primeira sessão de 2013 teve lugar no dia 24 de Janeiro, pelas 18h na sede da CPLP, no Palácio do Conde Penafial, na Rua São Mamede ao Caldas  em Lisboa. Será exibido o filme “Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus” (2011) dos realizadores Francisco Manso e João Correa. Esta exibição será seguida de um debate.

    Fonte:  http://www.plataformaongd.pt/cinema/ 
  • Foto

    Exibição do filme "Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus"

    Exibição do filme "Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus" ... 
    Auditório da CPLP, Palácio Conde de Penafiel, Rua de S. Mamede (ao Caldas), 
    nº 21, Lisboa... A projecção será o pretexto para um debate em torno da 
    construção e ...
    www.aulp.org/noticias/actividades-e-eventos/5353-exibicao-do-filme-qaristides-de-sousa-mendes-o-consul-de-bordeusq

Livro: Aterrem em Portugal, 26-Jan, Estoril


É já este sábado, às 15h30, que será apresentado o livro Aterrem em Portugal, de Carlos Guerreiro.
O livro estará à venda no local.
A iniciativa será complementada com uma pequena exposição de miniaturas de aviões da Segunda Guerra Mundial.
Aguardamos a vossa presença!

Com os nossos melhores cumprimentos
  
Paula Almeida
Espaço Memória dos Exílios
Câmara Municipal de Cascais
Av. Marginal, 7152-A, 2765-247 Estoril
Tel.             + 351 21 4815 909      

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Evocação do Holocausto, 28-Jan, 18h


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A Fundação Aristides de Sousa Mendes e o Centro de Estudos Judiciários convidam para uma iniciativa em memória do dia 27 de Janeiro de 1945

Data: segunda-feira, 28 de Janeiro, 18h.00
Local: Centro de Estudos Judiciários, Largo do Limoeiro, Lisboa
Contacto:  cej@mail.cej.mj.pt
Entrada Livre

Com a presença de sua Exa. o Senhor Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, e intervenções da Historiadora Irene Pimentel, do Presidente da FASM, José Leitão, do Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa, José Bensaude Oulman Carp, e do Director do CEJ, António Pedro Barbas Homem.

Era realmente meu objectivo «salvar toda aquela gente», cuja aflição era indescritível (Aristides de Sousa Mendes)
Fonte:  http://www.cej.mj.pt/cej/home/fich-pdf/Programa_1a_conferencia_cej.png


A 27 de Janeiro de 1945 as tropas Soviéticas libertaram o campo de exterminação Auschwitz-Birkenau descobrindo assim o maior campo de morte Nazi na Europa. Em Novembro de 2005 as Nações Unidas aprovaram a resolução que marcaria o dia 27 de Janeiro como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Este ano são lembradas as pessoas que, através da sua coragem, ajudaram a salvar a vida de muitos Judeus. Nunca esqueceremos esses 6 milhões de vítimas.

Ver mais em http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/portugal-recorda-hoje-vitimas-do_5549.html


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