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quinta-feira, agosto 27, 2015

Reportagem vídeo da visita do Passal

 

Futuro Museu Aristides Sousa Mendes pode abrir portas em 2018
centrotv.pt
TV ONLINE da Região Centro

VER http://centrotv.pt/component/hdflvplayer/648/title/Futuro-Museu-Aristides-Sousa-Mendes-pode-abrir-portas-em-2018/id/1516/page/1
Para ver também no MEO Kanal. 
No comando MEO carregar no botão verde e depois marcar o nº 899300

Mais reportagens  http://www.faroldanossaterra.net/2015/08/27/secretario-de-estado-da-cultura-visitou-obras-da-casa-do-passal-e-pediu-entendimento-quanto-a-finalidade-do-projecto/ 

quarta-feira, agosto 26, 2015

Visita as obras da Casa do Passal aponta abertura em 2018



 senhor Secretario de Estado da Cultura Dr  Jorge Barreto Xavier,em  visita às obras da Casa do Passal em Cabanas de Viriato, apontou para a abertura do museu Aristides de Sousa Mendes até 2018,  na presença da 
senhora Embaixadora de Israel Tzipora Rimon , 
José  Sousa Batista, Vice President Camara Municipal, 
Celeste Amaro, Directora Regional da Cultura,  os meios serão disponibilizados havendo definição da substancia das mensagens sobre o Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes e das vidas que ele salvou. 





  Estiviveram presentes vários descendentes de Aristides de Sousa Mendes incluindo um neto que veio de Seattle Washington. 



terça-feira, agosto 25, 2015

Recuperação da Casa de Aristides de Sousa Mendes aguarda segundo fôlego

Amanhã, 26-Agosto, pelas 11h00  temos uma oportunidade de ver de perto as obras na Casa do Passal em Cabanas de Viriato  e de ir sabendo como vai ser o programa museológico, a criação de um memorial a Aristides de Sousa Mendes e aos milhares de refugiados que ele salvou.

Que tipo de "museu" vai ser criado no Casa do Passal?

- Será uma Casa-Museu com a reposição do recheio original ?
- Será um museu do Holocausto, para recordar as vitimas da barbárie ?
- Será um Sítio da Consciência para celebrar a força de um Homem Bom que não ficou indiferente ao desespero que via à sua volta?
- Será um museu de História, a maior história do século XX, a Segunda Guerra Mundial ?
- Será um museu da Resistência às ditaduras do século XX ?
- Será um refúgio para a nova onda de perseguidos que aumenta de ano a ano no nosso século XXI, especialmente crianças refugiadas ?
- Será um Memorial dedicado às vidas dos sobreviventes da perseguição, judeus, intelectuais e todos os que não tinham lugar na Europa de 1940 ?
- Será uma Escola de tolerância e de altruísmo?
- Será uma Será uma Casa de Vida, House of Life,  dedicada a Aristides de Sousa Mendes e ao seu Acto de Consciência o que é considerado como o maior resgate realizado por um pessoa individual ?

Ou "all-of-the above" ?

Para além das autoridades da Cultura  responsáveis pela "recuperação em curso", vamos ter muitos Interessados que vêm de longe para dar o seu apoio a este processo de
memorialização importante.


quarta-feira, agosto 19, 2015

Judeus sefarditas de volta a Portugal

Há 900 descendentes de sefarditas que querem ser portugueses
por Sérgio Pires15 agosto 2015

Mais de cinco séculos depois da saída do país, judeus podem tornar-se cidadãos nacionais desde que provem a sua origem.
Quando em março de 1497 o rei D. Manuel decretou o édito de expulsão de Portugal dos judeus, milhares de sefarditas tiveram de escolher entre uma conversão forçada ao cristianismo e o exílio. Entre eles, Jacob Ibn Habib (1460-1516), que juntamente com a família fugiu até encontrar lugar seguro já sob domínio otomano, primeiro em Salónica (hoje cidade grega) e mais tarde na península turca de Galípoli, onde se estabeleceu.
Jacob, que cruzou a fronteira de Castela com mais de 60 mil judeus cinco anos antes, foi o último grão-rabino de Lisboa. Nascido em Zamora, chegou a responsável pela Yeshivá de Salamanca (local de estudo da Torá e do Talmud, escritos centrais desta religião) e escreveu Ein Yaakov, um dos mais reconhecidos livros de aprendizagem do judaísmo do seu tempo. Mais de cinco séculos depois, a turca Ceyda Habib Metin, descendente direta de Jacob Ibn Habib, faz parte dos cerca de 900 judeus sefarditas que desde o início de março iniciaram o processo para requererem cidadania portuguesa ao abrigo do decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros a 26 de fevereiro, que regulamenta a concessão da nacionalidade, por naturalização, a descendentes da comunidade expulsa de Portugal a partir do século XV.
O processo de retorno começa com um "certificado de pertença" passado pelas comunidades israelitas em Portugal, para provar a origem sefardita portuguesa, antes de dirigir o pedido de nacionalidade à Conservatória, juntamente com os certificado de registo criminal e os documentos de identificação.  A sinagoga Kaoorie Mekor Haim no Porto é a maior na Peninsula Ibérica.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4730756

segunda-feira, agosto 17, 2015

Consul de Bordéus em cinema de verão no Algarve, 16-Agosto

Sessões de Cinema ao ar livre refrescam noites  algarvias
Publicado a 2015-08-14 por Daniel @NL em Eventos

São Brás de Alportel_ O adro da Igreja de São Romão e o Jardim da Verbena são as salas de cinema ao ar livre eleitas para acolher em São Brás de Alportel a iniciativa Nacional “Cinema Português em Movimento”, nos próximos dias 15 e 16 de agosto.

O município de São Brás de Alportel associa-se a esta iniciativa do Instituto do cinema e do Audiovisual, que visa promover a produção cinematográfica portuguesa e aproximar o público à 7.ª arte, uma das mais valiosas riquezas da nossa cultura.
No domingo, dia 16, pelas 21h30, o bonito adro da Igreja de São Romão acolherá a visualização do filme “ O Cônsul de Bordéus”, um filme maravilhoso sobre a vida de Aristides de Sousa Mendes, o herói português que salvou milhares de vidas e que dá nome a uma rua são-brasense.


As sessões de cinema ao ar livre são sempre de participação gratuita.
Fonte: http://noticiaslocais.net/sessoes-de-cinema-ao-ar-livre-refrescam-noites-sao-brasenses/
 https://www.youtube.com/watch?v=8A6qBP-5UKY

Embaixador trava homenagem a Aristides de Sousa Mendes na Argentina





Embaixador de Portugal trava homenagem a Aristides de Sousa Mendes 15.08.2015 às 15h00

Judeus de Buenos Aires descontentes com a decisão do diplomata. Neto de Sousa Mendes classifica esta atitude de “fascista”. E diz que Silveira Borges “deveria cessar funções” MÁRCIO RESENDE, CORRESPONDENTE NA ARGENTINA

Dia 26 de junho, 11h30. Praça de Portugal, bairro Belgrano, Buenos Aires, Argentina. Ansiedade, memória, emoção. A Câmara Municipal presta uma homenagem histórica a Aristides de Sousa Mendes pela valentia de salvar mais de 30 mil vidas (entre 16 e 23 de junho de 1940) ao conceder vistos, desobedecendo às ordens do ditador Salazar.

Exatamente 75 anos depois, além de uma placa de homenagem, é plantada uma oliveira a partir de um galho da que Jorge Bergoglio, hoje Papa Francisco, então cardeal de Buenos Aires, plantou na Praça de Maio em louvor aos “Justos entre as Nações” — título que descreve aqueles que arriscaram as suas vidas durante o Holocausto para salvar as de perseguidos pelo nazismo. Assistem membros da comunidade judaica na capital argentina, a maior de toda a América Latina, alguns descendentes daqueles que Sousa Mendes salvou e que têm o português como herói.

Tudo muito bonito se não fosse apenas ficção: três dias antes da homenagem, com tudo pronto, a cerimónia do dia 26 foi cancelada ou, em linguagem política, suspensa. O motivo: uma carta do embaixador português na Argentina, Henrique Silveira Borges, a Lía Rueda, presidente da Comissão de Cultura da Câmara de Buenos Aires em 19 de junho. Na carta, o embaixador português argumenta que “infelizmente, a Embaixada não teve conhecimento prévio da iniciativa. O que me surpreendeu”, destacou o embaixador.

O ato de homenagem a Sousa Mendes tinha o apoio de diversas instituições dentro e fora da Argentina: Fundação Sousa Mendes, Delegação de Associações Israelitas Argentinas (DAIA), Centro Comunitário Sergio Karakachoff, Observatório Internacional dos Direitos Humanos, Museu do Holocausto em Buenos Aires, as embaixadas de França, Alemanha e Israel, Legislatura de Buenos Aires e até do Instituto Camões.“O único apoio que faltou foi justamente o da Embaixada de Portugal. Aquela que deveria ter apoiado com mais ênfase, disse que não com o seu silêncio. Primeiro não respondeu; depois fez gestões para proibir o ato”, explica Victor Lopes, o português autor do projeto. Lopes tinha a autorização de João Correa, diretor do filme “O Cônsul de Bordéus” (a ser transmitido no Museu do Holocausto na semana seguinte), que, em novembro passado, com o apoio da Fundação Sousa Mendes, apresentara o projeto de uma placa de homenagem na Praça Portugal na autarquia.De acordo com e-mails a que o Expresso teve acesso, Lopes escreveu ao embaixador Silveira Borges em 21 de janeiro e em 16 de março para lhe pedir apoio institucional. Nunca obteve resposta.

“ATITUDE FASCISTA”, DIZ NETO DE SOUSA MENDES

Contactado pelo Expresso, o embaixador começou por dizer não se lembrar se viu os e-mails. Mas depois demonstrou conhecer o conteúdo das mensagens: “Tanto quanto me lembro, nesses e-mails não havia qualquer descrição sobre os contornos concretos da iniciativa da homenagem. Diziam respeito a um projeto que seria submetido à Câmara de Buenos Aires”, diz. “Soubemos que estava em preparação uma homenagem, mas não tínhamos sequer sido consultados sobre a data ou sobre a forma”, escusa-se. “Uma coisa é o objetivo do projeto de dar um enquadramento institucional à homenagem. Outra coisa são os detalhes da homenagem que só soube quando recebi o convite quatro dias antes”, defende-se.

O embaixador admite que, embora não tenha respondido aos e-mails, entrou em contacto com a Câmara de Buenos Aires em fevereiro “para saber dos contornos do projeto”. Mas não entrou em contacto com o autor do projeto: “Esse senhor é quem tem de andar à minha procura. Não sou eu quem deve andar à procura dele”, justifica. E alega que “os e-mails estavam em espanhol quando um cidadão português deveria dirigir-se à sua Embaixada em português”. “Não é avisar de que vai fazer as coisas e depois pedir o patrocínio. O procedimento correto é falar em primeiro lugar com a Embaixada. E nós preparamos o projeto que se apresenta à Câmara através da Embaixada. A Embaixada não pode ser confrontada com um facto consumado”, argumenta. Ele próprio tentou, em vão, homenagear Sousa Mendes através do MNE argentino.

A Fundação Sousa Mendes, sediada nos EUA, emitiu um comunicado no qual destaca que “a Argentina foi um destino importante para alguns dos destinatários dos vistos de Sousa Mendes”. “Lamentamos saber que o evento foi cancelado. Confiamos que os beneficiários e admiradores de Sousa Mendes na Argentina possam unir-se para organizar um novo evento pelos 75 anos”, assinam o neto Gerald Mendes, presidente do Conselho, e Olivia Mattis, presidente da Fundação. 

De Portugal, a título pessoal, o neto António de Moncada Sousa Mendes considera que “a atitude do embaixador português na Argentina é uma forma aberta de autoritarismo, de falta de respeito pelos cidadãos portugueses e pela História de Portugal”. “Essa atitude é fascista. É inaceitável o boicote desse senhor que deveria cessar funções”, sentenciou.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-08-15-Embaixador-de-Portugal-trava-homenagem-a-Aristides--de-Sousa-Mendes
Ver noticia em http://amigosdesousamendes.blogspot.pt/2015/08/aristides-de-sousa-mendes-homenageado.html

 O Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes continua a ser polémico passados 75 anos e ainda bem. Precisamos de discutir bem a questão da consciência versus obediência. Aristides não era um santo, nem sequer uma Mother Teresa....

Com todos os seus defeitos, ele soube reconhecer que podia ser o homem certo no sitio certo e estar à altura do desafio naquele "verão quente de 1940" .

As questões de desobediência são importantes no contexto de governação do MNE, mas não no contexto dos descendentes das famílias que ele salvou. 

A grande pergunta no contexto de governação do MNE em 1940 não é porque é que Aristides desobedeceu, mas porque é que ele teve que desobedecer para salvar tantos refugiados desesperados? 


Isto é, como se justificava as restrições da Circular 14 num país como o Portugal de 1940?



sexta-feira, agosto 14, 2015

Há 100 anos, Angelina escrevia a Aristides sobre a ida à Festa de Nossa Senhora dos Milagres, Laceiras

Aos Milagres de carro... de bois

Eis um fragmento duma carta que Angelina escreveu a Aristides em 17 de Agosto de 1905.
Na última página diz: «Eu agora estive uns dias em Cabanas e no dia 14 à noite fômos todos aos Milagres em carro de bois, só hontem é que viemos».
Pelo início da carta, confirma-se que Angelina e Aristides eram um típico casal de namorados - ela com pressa de casar, ele... nem por isso! :)


http://antoniopovinho.blogspot.pt/2007/08/aos-milagres-de-carro-de-bois.html

Agora podemos ir aos Milagres em grande conforto e apreciar a romaria tradicional
Ver a Agenda http://www.faroldanossaterra.net/categoria/agenda/