sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Museu da Emigração e das Comunidades
The Museum of Emigration and the Communities inscribes its purposes in the perspective of the knowledge of the Portuguese emigration.
The Museum of Emigration and the Communities inscribes its purposes in the perspective of the knowledge of the Portuguese emigration, including the phenomenon that was patent for Africa, as well as that existing nowadays, without forgetting the importance of the return, focusing on:
* the emigration to Brazil (19th century and first decades of the 20th)
* the emigration to European countries (2nd half of the 20th century).
This museum is seen as a web museum in the communicational sense, which means, as an informative platform developing activities of research and divulging, having as privileged addressees the emigrants, descendants and associations, involving scholars who focus their works in this thematic area, in a descriptive, analytical, interactive logic and in a web, giving more importance to individuals, contexts, memories, having as privileged resource the new technologies.
Museu da Emigração:
Comunidades e Luso-Descendentes
Casa Municipal da Cultura - Fafe
P - 4820-276 Fafe
Source: Migration Museums
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sábado, outubro 17, 2009
Financiamento promove parcerias para o turismo
As 11 ERT, Entidades Regionais de Turismo, incluindo a Turismo Centro de Portugal, receberam financianciamentos adicionais do instituto Turismo de Portugal em contratos assinados a 16-Outubro-2009. O Turismo do Centro de Portugal vai receber quase 2,3 milhões de euros.Segundo comunicou o Turismo de Portugal, esta é a última etapa da reorganização da gestão das áreas de turismo, e representa um mecanismo de estímulo à participação dos agentes públicos e privados no desenvolvimento dos destinos turísticos locais e regionais. O sector necessita de estabelecer parcerias para ganhar sinergias e racionalizar custos, a fim de reforçar a animação, promoção e comunicação dos destinos.
As ERT’s poderão ver reforçadas as suas dotações nos anos seguintes, se conseguirem cumprir ou superar as metas pre-definidadas. A dotação foi distribuída entre as ERT e polos turísticos, incluindo o da Serra da Estrela, com base em critérios como o número de concelhos, camas turísticas, dormidas e dimensão do território.
Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, considerou que "somos uma região muito vasta, com diversos produtos turísticos consolidados, que necessita de uma discriminação positiva”.
A casa do Passal de Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato poderia fazer parte de uma rota dos heróis, pelas terras de Viriato e do Infante D.Henrique que foi o 1º Duque de Viseu.
http://www.turismo-centro.pt/
http://www.visitportugal.com/
http://ppplusofonia.blogspot.com/
Fontes: Diário de Aveiro, PressTur
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domingo, julho 26, 2009
Visitas à Casa do Passal, 23-Julho (reportagem 2)
http://www.carregal-digital.pt/?lop=conteudo&op=37bc2f75bf1bcfe8450a1a41c200364c&id=51a472c08e21aef54ed749806e3e6490
Fonte: http://www.faroldanossaterra.com/?p=10670, 24 de Julho de 2009
Cabanas de Viriato – Ministro da Cultura visitou a casa de Aristides de Sousa Mendes e garantiu que há dinheiro para a recuperação
Ontem, 23 de Julho, mesmo dia em que o embaixador de Israel e o director regional da Direcção de Cultura do Centro visitaram, da parte da manhã, os locais de memória de Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato, também o Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, fez idêntica visita, dessa vez, ao final da tarde.Todas as individualidades, autoridades e autarcas que acompanharam a visita do embaixador de Israel aguardavam a chegada, às 18h30, do ministro, acompanhado pelo governador civil de Viseu, Acácio Pinto, aos quais se juntaram ainda a presidente em exercício da Assembleia Municipal de Carregal do Sal, Maria Gracinda Aguiar, e o presidente da Junta de Freguesia de Cabanas de Viriato, Ricardo Nuno Campos.Foram dados iguais passos de visita aos locais de memória, com excepção da ida ao cemitério, dispensada pela demora na apreciação do que resta no interior da Casa do Passal, na ida ao Cristo-Rei e no encontro de trabalho na sala de reuniões da Junta de Freguesia, mas despertando já a presença de mais órgãos da comunicação social.
À chegada, frente à Casa do Passal, Pinto Ribeiro mostrou-se surpreendido com o estado ruinoso daquele edifício, interrogando em alta voz: “Por que é que isto ainda está assim?! É obrigatório honrar a memória de Aristides de Sousa Mendes, um homem que deu uma lição ao mundo de humanitarismo ao desprender-se da sua vida para salvar a de tantos outros, desobedecendo a ordens superiores e agindo conforme mandava a sua consciência!”.
Acto contínuo, lançou o repto ao director regional da Cultura, ao arquitecto, aos administradores da Fundação Aristides de Sousa Mendes e ao presidente da Câmara Municipal no sentido de se criar uma rede que encontre condições para o processo da recuperação da casa avançar o mais rápido possível, mostrando-se até admirado por o custo da obra se ficar apenas pelos dois milhões e meio de euros. Confirmando a necessidade de se pôr mãos à obra, apontou que aquela casa tem de ser um “centro de cultura humana, de qualidade que muito qualifica as pessoas, e o Governo não poderá ficar alheio à situação.”
Ante a forma decidida como o ministro declarou a sua predisposição para que a obra seja finalmente concretizada, o presidente da Câmara, Atílio dos Santos Nunes, abraçou-o e prometeu fazer o que estiver ao seu alcance.No encontro de trabalho, coube ao autarca carregalense dar as boas-vindas ao titular da pasta da Cultura e agradecer-lhe a visita.
Por sua vez, também Luís Humberto Fidalgo, vogal da Fundação Aristides de Sousa Mendes, agradeceu a visita, em nome da administração da Fundação. “É uma honra para Cabanas de Viriato e para a Fundação recebê-lo aqui e por ficarmos a saber que o Sr. Ministro reconhece a figura de Aristides de Sousa Mendes e que este nome diz muito ao Sr. Ministro”. A forma como o governante reagiu ao ver a casa não lhe passou despercebida: “Registamos com muito agrado a sua revolta e o seu grito do Ipiranga - Por que ainda está assim?”.
Demonstrando ser profundo conhecedor e admirador do acto de Aristides de Sousa Mendes, o ministro da Cultura enalteceu esse acto e declarou: “Há que aproveitar o que ainda existe de Aristides de Sousa Mendes para fazer um trabalho da recuperação desse património, sobretudo dos instrumentos dessa memória; há uma memória física, há uma casa, é preciso recuperá-la, mas esta memória física, esta casa, são instrumentos para outra memória, para uma memória das coisas imateriais, das coisas que são só memória, não são sequer pedras, não são casa, não são paredes, não são salas, é mesmo só memória, é a história de Aristides de Sousa Mendes, é contar o Aristides de Sousa Mendes, sobretudo o homem, a circunstância dele perante aquelas dificuldades, perante aquela questão que lhe foi colocada de passar vistos para atravessar Espanha para Portugal.
Os valores em função dos quais decidiu, aquilo que o fez fazer o que fez, mas sobretudo o que ele fez, independentemente do que o fez fazer, é um exemplo que nós devemos espalhar para que as pessoas percebam que não podemos ser cobardes, não podemos perante problemas dificílimos acobardar-nos, não podemos virar a cara quando os outros precisam da nossa ajuda, quando estão numa situação de dificuldade ou de risco e sacrifício”.
Apontou depois o “tempo de extraordinária crise” que atravessamos, “não económica e financeira, mas também de valores e de fragmentação das pessoas”, para acusar que “nós não somos sensíveis aos problemas e às adversidades dos outros”, contrapondo: “No momento em que tudo impelia a fechar os olhos, a cumprir ordens, a ser insensível, Aristides de Sousa Mendes, pelo contrário, foi sensível.
Trata-se de usar isto para restaurar a memória, não apenas para o conhecermos, mas sim para revitalizar essa memória”. Dito isto, afirmou que há uma necessidade “de regenerar este sistema de educação e este sistema de ensino de modo a que os valores do trabalho, da solidariedade, da igualdade sejam valorizados”.
Para Pinto Ribeiro, “Aristides de Sousa Mendes sempre teve a certeza que havia de vir um momento em que ele havia de ser lembrado, perceber que a vida é só vida física e que depois há uma vida em que a gente pode ser sempre lembrado pelos outros”. Ao referir isso, acentuou: “Ele tem de ficar na nossa memória e nós precisamos que ele fique na nossa memória, na memória de todos os portugueses e do mundo.
Pediu, então, aos intervenientes no processo, ali presentes, “que sejam empenhados, corajosos, que definam um objectivo e que cada um se comprometa a que não parará enquanto isto não estiver feito”, aconselhando-os a que o processo da reconstrução da casa se faça em rede, em conjunto e em entreajuda.
Por seu lado, prometeu: “Eu, o que posso fazer, é comprometer-me a dar ordens e espero que eles não desobedeçam, que as minhas ordens não sejam iníquas nem injustas, antes pelo contrário. Farei isso, apesar de não ter grande poder para dar ordens, mas acho que é uma obra extraordinária aquilo que se pode aqui fazer”.
Contando que a obra esteja pronta em 2012, mostrou-se convicto de que daqui a três anos já será feita na casa uma reunião igual àquela, rematando: “Faremos lá uma sessão igual a esta, com as mesmas pessoas”.
Maria Barroso, em jeito de encerramento da sessão, agradeceu a visita do ministro da Cultura: “Eu só tenho que agradecer ao Sr. Ministro por ter vindo aqui, cumprindo a sua palavra. Conhecendo como o conheço, não só pela sua estatura cívica, a sua estatura profissional, mas pela sua estatura moral, que é muito importante, eu tinha a certeza absoluta que vinha e ia dar um impulso a isto tudo”. Como presidente da Fundação, agradeceu-lhe também “a alma nova” que transmitiu a todos quantos ouviram as suas palavras de ânimo e esperança.
Recuperação da Casa do Passal
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“Dinheiro há!”.. . disse o Ministro da Cultura
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José Madeira, um dos cabanenses que assistiram à sessão de trabalho que fez deslocar o Ministro da Cultura a Cabanas de Viriato, no final da intervenção deste governante, interrogou-o se já havia dinheiro para a reconstrução da casa de Aristides de Sousa Mendes.
“Muitíssimo… só que ainda não passei o cheque!” - respondeu o ministro.Tal interpelação de um popular, natural de Cabanas de Viriato, evidenciava bem a desconfiança destas visitas perante as sucessivas desilusões das promessas que outros governantes ali deixaram, continuando a ver-se a casa a degradar-se dia a dia, de Inverno em Inverno, sempre com a ideia de que é a falta de dinheiro que impede o início das obras. Além disso, a proximidade das eleições legislativas e autárquicas foi comentada por alguns como aproveitamento político, o que acentuou essa desconfiança.
«Farol da Nossa Terra» interpelou Pinto Ribeiro a esse respeito:
P - Havia pessoas na reunião quem estavam à espera de ouvir dizer que já havia dinheiro para se avançar com a obra, mas parece que saíram defraudadas. O que é que o Sr. Ministro tem a dizer acerca disso?
R - “Não, não!… Aquilo que disse é que há dinheiro e haverá dinheiro, mas o dinheiro não é preciso hoje. Aquilo que vamos fazer agora é o projecto, rapidamente. Depois de fazer o projecto, antes de o apresentar, vamos fazer um entendimento com a Comissão de Coordenação Regional do Centro para que a gente veja a que programa do QREN vai apresentar isto para depois ser financiado. Há muito dinheiro para financiar isto. Vamos fazer com que isto seja financiado e vamos contribuir com a parte nacional para esse financiamento. O dinheiro há… Eu não trouxe foi um cheque para dar a ninguém, mas o dinheiro há, não têm que estar defraudados. Quem diz que isto vai e tem condições para acontecer não prega ali um cheque na porta. Ninguém faz isso. O dinheiro, no momento em que seja preciso, haverá. Já há, tem que ser afectado a isto. Não há nenhuma razão para se sentirem defraudados. Pelo contrário, têm é que se sentir mobilizados para assegurar que isto se faça“.
P - Sempre existiram vontades para avançar com a obra, mas o receio de que o dinheiro não apareça tem pesado mais. Não há, agora, razão para esse receio?
R - “Isso passa-se assim porque as pessoas fazem uma coisa que é, a meu ver, um grande erro. As pessoas só dão o primeiro passo depois de terem a certeza de que tudo o mais está assegurado. É um erro, as pessoas têm que dar é o primeiro passo, e quando derem o primeiro, o segundo e o terceiro, há o dinheiro, há as pessoas, há tudo. O erro é as pessoas não começarem a dar. Se ficam à espera que esteja tudo reunido, não estamos todos reunidos. Se isso fosse assim, eu acho que noventa e nove por cento das coisas que se fazem não se faziam”.
P - No concelho vizinho de Santa Comba Dão aguarda-se a construção do Museu do Estado Novo. Entre estes dois, qual é a prioridade do Sr. Ministro?
R - “Não se trata de nenhuma prioridade, nem nada disso, ninguém me falou em museu nenhum. Isto é, eu diria, um imperativo humano, um imperativo histórico, um imperativo absoluto. Esta casa não se pode deixar neste estado. Por amor de Deus, é disso que estou a falar, queremos restaurar isto. É indispensável fazer isto”.
Lino Dias
http://www.faroldanossaterra.com/?p=10670
VER Sousa Mendes em ano de todas as eleições
Financiamento de projectos em PPP Lusofonia
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quinta-feira, março 19, 2009
Estudo Prévio de Arquitectura disponibilizado
O documento, preparado e apresentado em Junho 2007, foi apresentado como um "esboço de solução" de recuperação da Casa para a criação de um Museu e Centro de Memória, sujeito à aceitação do Conselho de Administração da Fundação Aristides de Sousa Mendes que tem a responsabilidade do projecto.
A Casa do Passal, que foi a casa da familia de Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato, foi classificada como Monumento Nacional a 3-Fevereiro-2005.
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sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Reflectir sobre o projecto Sousa Mendes
Neste ano de eleições, é um bom momento de reflectir e apurar a situação das questões de Interesse Público geral , como já tem vindo a ser feito aqui e aqui no Beijós XXI.Agora é a vez de alguns amigos de Sousa Mendes promoverem uma reflexão sobre o andamento do projecto Sousa Mendes no blog http://aristidesousamendes.blogspot.com/2009/02/perguntas.html que repetimos (e acrescentamos) aqui, a fim de promover o diálogo:
Que programa vai ter cada um dos candidatos locais e nacionais em relação a Aristides Sousa Mendes, à sua memória e ao projecto de restauração da Casa do Passal?
Noutras eleições anteriores, que pontos estiveram nos programas dos candidatos eleitos?
Que verbas públicas foram dedicadas à promoção e conservação da sua memória e à reconstrução pela Câmara Municipal de Carregal do Sal, neste e noutros mandatos?
Que fez o Presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal como representante do poder público no Conselho de Administração da Fundação Aristides de Sousa Mendes?
Que fizerem outros organismos públicos, tais como o Ministério de Negócios Estrangeiros, o Ministério da Cultura, e as Regiões de Turismo do Ministério de Economia para divulgar o Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes e criar um centro de memória na sua Casa do Passal em Cabanas de Viriato?
Que fizerem os nossos representantes eleitos para dignificar a Casa do Passal como Monumento Nacional e para promover o turismo cultural em torno das figuras de Aristides e Angelina de Sousa Mendes?
Quem contribuiu e quem tirou benefícios com a memória de Aristides de Sousa Mendes?
A reabilitação da Casa do Passal, se algum dia vier a ser realizada, implica um investimento superior 2 milhões de euros.
A importância do projecto de investimento, e posteriormente do museu Sousa Mendes como pólo de atracção de turismo cultural, mais que justifica interpelar os candidatos sobre o que fizeram e o que tencionam fazer a respeito do projecto Sousa Mendes.
COMENTAR:
Beijós XXI, http://antoniopovinho.blogspot.com/2009/02/2009-ano-de-todas-as-eleicoes-sousa.html
Sousa Mendes - http://aristidesousamendes.blogspot.com/2009/02/perguntas.html
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segunda-feira, janeiro 26, 2009
Museu de Direitos Humanos procura Director
O novo Museu dos Direitos Humanos do Canada, em Winnepeg procura um Director para liderar todo o projecto desde a construção, a iniciar em 2009, até ao marketing, comunicação e desenvolvimento da equipa de gestão. O Director deverá também promover relações com a Liga de Amigos do Museu CMHR, o governo canadiano, a comunicação social e os parceiros públicos e privados, bem como trabalhar com os outros orgãos de direcção para desenvolver e implementar o plano estratégico e operacional do novo museu.| Reacções: |
sexta-feira, maio 23, 2008
Casa do Passal em vias de recuperação
O estudo prévio arquitectónico foi preparado pela ex-DGEMN e o projecto contará com o apoio da Delegacão Regional da Cultura do Centro.
Fonte: Beijós XXI , European Media Monitor, Visão, RTP
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Alunos de Fafe insistem na recuperação da Casa do Passal
Os alunos das turmas CEF PTC 2º ano, 10º17, 10º 33 e 11º 35 da Escola Secundária de Fafe, através de abaixo-assinado* hoje remetido, apelam à recuperação e classificação da Casa do Cônsul Aristides de Sousa Mendes como Monumento Nacional.
* Assinado com autorização dos Encarregados de Educação
Acção de Sensibilização “Reconstruir a Casa do Cônsul Aristides de Sousa Mendes"
Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas
Comunicado de Carlos Dobreira, 13 de Maio de 2008
Fonte: Beijós XXI
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quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Mecenato a favor da Fundação Sousa Mendes
A Fundação Aristides de Sousa Mendes, com sede em Cabanas de Viriato, é uma Fundação de capitais maioritariamente públicos. Assim a Fundação entrega recibos pelos donativos recebidos que de benefícios fiscais (em sede de IRS e IRC) ao abrigo da Lei do Mecenato.
A Fundação ASM tem 2 contas bancárias para o fundo de investimento e para o fundo geral:
Para o fundo de investimento:
NIB: 0045 3321 4018 5666 95578
IBAN: PT50 0045 3321 4018 5666 95578
Rua de Viriato, 127-131
3430-649 Cabanas de Viriato, PORTUGAL
Tel: (351) 232 691 191
Fax: (351) 232 691 375
Para o fundo geral:
Banco: Montepio Geral, Rua do Ouro, Lisboa
NIB 0036 0185 9910 0005 22121
IBAN: PT50 0036 0185 9910 0005 22121
BIC: MPIOPTPL
Donations to the Foundation are exempt from income tax in Portugal under the Lei do Mecenato, and may be made by money transfer or check sent by mail, together with name, address and taxpayer number for the respective receipt to:
Fundação Aristides de Sousa Mendes
Rua Augusto Rosa, 66, 2Dto
1100-059 Lisboa, PORTUGAL
Tel: (351) 218 879 090
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quinta-feira, janeiro 25, 2007
Sousa Mendes opened the Lisbon gateway to safety
In June 1940, Aristides de Sousa Mendes, then Consul of Portugal in Bordeaux, France, decided to follow his conscience and grant entry Visas to Portugal to all the refugees that sought desperately to exit France as it was invaded, despite written orders to the contrary.
For this heroic act, in which he had the support of his wife Angelina and their children, Aristides de Sousa Mendes was removed from his diplomatic post, subjected to disciplinary proceedings, and finally ousted from the diplomatic service. With his career shattered, forbidden to practice law, and his large family persecuted and dispersed, he died in poverty in 1954. After a persistent campaign spearheaded by this children, in 1966, Aristides de Sousa Mendes was recognized as a Righteous Gentile by YAD VASHEM, the Israeli Holocaust Remembrance Authority. It is estimated that he saved nearly 30.000 persons, including 10.000 Jews.
Long before the worst horrors of the World War II and the Holocaust were fully evident, Sousa Mendes was among the first to take such a stand and to undertake, on his own initiative and at great personal risk, what became one of the most significant rescue efforts of the war period.
His actions forced open the Lisbon gateway through which many refugees passed on their way to America, Brazil or Israel, some staying for a while in residencias fixas in Portugal’s seaside residents, and a few returning later to post-war Europe.
The Sousa Mendes Museum Project consists of the creation of the Aristides de Sousa Mendes Memorial Museum and Studies Center in Cabanas de Viriato, Portugal and the recuperation of the historic and imposing Sousa Mendes family mansion for this purpose.
Soroptimist http://soroptimistapt.blogspot.
Beijós XXI http://antoniopovinho.blogspot.com/, home village of Angelina
See testimonial http://www.soroptimist-israel.org/international/asm_testimonial.htm
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quinta-feira, janeiro 18, 2007
Sousa Mendes in the Museum of Jewish Heritage, New York

Aristides de Sousa Mendes is featured in the Rescuers Gallery of the Museum of Jewish Heritage, near Battery Park in New York, displaying the register of visas from the Consulate of Portugal in Bordeaux in 1940, on temporary loan from the Portuguese Ministry of Foreign Affairs, MNE, and the diplomat's pen, loaned by the family.

O Livro de Vistos do Consulado de Portugal em Bordéus de 1940, gentilmente cedido temporariamente pelo Ministério de Negócios Estrangeiros, faz o testemunho do Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes.
John Crisostomo, vice-presidente da Fundação Raoul Wallenberg e um grande amigo da causa Sousa Mendes, contribuiu significativamente para a apresentação de Sousa Mendes neste museu importante, e acompanhou Mariana Abrantes na visita à exposição.

Perdoar sim, esquecer não, é o lema das exposições.
E sobretudo recordar as histórias das vítimas do genocídio, dos salvadores, dos sobreviventes e até dos seus descendentes.

Os amigos de Sousa Mendes encontram-se em todo lado.

A praceta tem o nome de um dos grandes mecenas cuja família contribui para a criação do museu.

A placa no balcão da recepção do museu que nos oferece as boas vindas também presta homenagem discreta a outro mecenas que contribuiu para a realização do memorial.

A loja do museu oferece diversas livros, videos e outras formas de saber mais.
VER http://www.mjhnyc.org/index.htm
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sábado, janeiro 06, 2007
Museu Sousa Mendes pendente de projecto e financiamento

A Casa do Passal, que mesmo em ruinas é um solar imponente, aparecia como um maravilhoso refúgio aos olhos dos perseguidos em Junho 1940

Nesta cozinha foram preparadas refeições para muitos refugiados
A casa tem detalhes muito interessantes


A grande escadaria dignifica o atrio de entrada

Os especialistas internacionais dizem que o tabique pode ser recuperado

O buraco no telhado foi reparado mas ainda falta muito para criar um museu digno da memória de Aristides e Angelina de Sousa Mendes
Ante-projecto apresentado pela DG Monumentos Nacionais
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Associação de Casas Museus em criação
Ver museologando
Ver caderno de campo
Ver minon Movimento para Novo Museologia
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sábado, julho 22, 2006
Artigo JN reclama solução para a casa de Sousa Mendes
O relatório da vistoria efectuada pela empresa Oz, do Grupo STAP (Reparação, Consolidação e Modificação de Estruturas), referido em noticia do JN, reclama medidas de conservação do imóvel. Uma intervenção que implicará a desmontagem e reconstrução da cobertura em mansarda, a renovação do sistema de drenagem das águas pluviais e de toda a caixilharia dos vãos exteriores. A curto prazo, com carácter de urgência é proposta a protecção do edifício da chuva através da montagem de uma cobertura provisória, bem como a instalação de um sistema de contraventamento entre as duas paredes principais ou de cintagem do edifício, ao nível do tecto do primeiro andar.O estudo-prévio de arquitectura elaborado pela DGEMN foi entregue em Junho 2006 ao Conselho de Administração da Fundação. O imóvel foi classificado pelo IPPAR, em Fevereiro de 2005, como Monumento Nacional.
Felizmente esta imagem da madeira a apodrecer a ceu aberto já pertence ao passado história, graças ao trabalho de amigos e voluntários. A cobertura, que têve um buraco do tamanho de um camião durante vários anos, foi reparada por iniciativa de João Crisóstomo e António Rodrigues, dois voluntários luso-americanos que quizeram lançar mãos-à-obra e mobilizaram apoios de pessoas e instituições de Cabanas de Viriato e de Beijós. É urgente ainda colocar proteções nas janelas que continuam abertas e deixar entrar a chuva que danifica as madeiras. Para isto falta dinheiro e organização. Quanto mais chuva entrar mais se degrada.

Ver fotos do interior da Casa do Passal
Ver Beijós XXI
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