Pesquisar neste blogue

A carregar...

Tradutor

terça-feira, setembro 13, 2011

O Consuld de Bordéus esgota sala


Na abertura de mostra portuguesa em Israel

O Cônsul de Bordéus esgotou Cinemateca de Televive

13.09.2011
diminuiraumentar
A VII Semana de Cinema Português em Israel abriu na segunda-feira, na Cinemateca de Telavive, com a exibição do filme "O Cônsul de Bordéus", de Francisco Manso e João Corrêa, numa sala com lotação esgotada.

A sessão inaugural contou com as presenças do actor Vítor Norte, que desempenha o papel de Aristides de Sousa Mendes, e do produtor do filme, José Mazeda.


Na cerimónia de abertura, o director da Cinemateca de Telavive, Alon Garbuz, destacou o facto de a Semana do Cinema Português, organizada pela Embaixada de Portugal em Israel e pelo Instituto Camões, já fazer parte do calendário cultural da cidade israelita.


O programa da iniciativa inclui ainda os filmes "Assalto ao Santa Maria", de Francisco Manso, "Salazar - A Vida Privada", de Jorge Queiroga, além de "Cinco Dias, Cinco Noites" e "Fascínio", ambos de José Fonseca e Costa.


A organização destaca o facto de esta selecção "lidar directa e indirectamente com os mais negros dias da ditadura do Estado Novo de Oliveira Salazar".


"Assalto ao Santa Maria", de Francisco Manso, retoma a acção do capitão Henrique Galvão, que desafiou o regime ditatorial com o sequestro do paquete Santa Maria, no início da década de 1960.


"Cinco Dias, Cinco Noites" é uma adaptação do romance de Manuel Tiago, pseudónimo de Álvaro Cunhal, o dirigente histórico do PCP, e "Fascínio", inspirado no livro do escritor brasileiro Tabajara Ruas, embora não lide directamente com os anos de ditadura, evoca o passado e o impacto desses anos na actualidade.


Dos cinco filmes programados, "Salazar - A Vida Privada", espécie de biografia amorosa do ditador fascista, é o único que não apresenta o actor Vitor Norte, no elenco. O filme nasceu da série televisiva apresentada pela SIC.


"O Cônsul de Bordéus", de Francisco Manso e João Corrêa (ainda sem data de estreia comercial em Portugal), evoca o diplomata português Aristides de Sousa Mendes que, à revelia de Oliveira Salazar, atribuiu cerca de 30.000 vistos a refugiados perseguidos pelo regime nazi, em 1940.


O filme conjuga a história real de Aristides de Sousa Mendes com a história ficcionada de um refugiado que veio a transformar-se num maestro famoso.


A Semana de Cinema Português vai decorrer nas cidades de Telavive, Jerusalém e Haifa, até ao dia 20.
Fonte:  http://ipsilon.publico.pt/cinema/texto.aspx?id=293255
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=14&id_news=530671



Sem comentários: